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Esse blog é destinado, à todos que apreciam a informação, como fonte de cultura e entretenimento.
Desde os primordios das mais primitivas civilizações, o homen sempre se organizou em grupos. Considerou indispensável e necessário os avanços da urbanização, para facilitar e organizar o convivio dessa sociedade em crescente evolução ,bastando lembrar que o bem imovel é o combustivel indispensável e essencial a preservação e desenvolvimento da vida.



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sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

www.LivrosGratis.net :As Sete Leis Espirituais do Sucesso - Deepak Chopra
Nome: As Sete Leis Espirituais do Sucesso - Deepak Chopra
Nome Original:
Autor: Deepak Chopra
Gênero: Auto-Ajuda / Desenvolvimento Humano
Ano de Lançamento: 2005
Editora: Best Seller
Sinopse: Este é um livro especial, para se ter por perto em todos os momentos da vida, pois suas páginas revelam segredos para o leitor realizar suas conquistas mais surpreendentes e importantes. Esta obra ajudará a entender o que realmente nos faz pessoas felizes e realizadas e ensinará a colocar a verdadeira compreensão do sucesso na prática.
Em As Sete Leis Espirituais do Sucesso, Deepak Chopra presenteia o leitor com a essência de seus ensinamentos em sete princípios simples, poderosos e acessíveis, que podem ser adotados por todos que desejam alcançar o sucesso em qualquer área de suas vidas.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Rescisão de contrato de compra pode custar até 50% do sinal ao consumidor









Panfletos ou sites da internet que prometem crédito fácil na compra de um imóvel devem ser vistos com reserva. Sem planejamento ou atenção, o prejuízo --e a dor de cabeça-- pode ser grande.

É o caso da assistente Ivanilde Oliveira, 37. Em 2008, ela encontrou um lançamento em Cotia com imóveis a pequenas parcelas e análise de crédito em até 48 horas.

Sem problemas com outros órgãos de proteção ao crédito, afirma, interessou-se e assinou o contrato, certa do financiamento. Mas a promessa não se cumpriu.

* Apartamento do panfleto nem sempre corresponde ao entregue
* Comprador precisa repetir visitas e checar metragem

A busca pelo crédito para parcelar o valor do imóvel durou oito meses, após a última recusa do banco vinculado à construtora e o pagamento do sinal, no valor de R$ 10 mil. Desempregada, ela conta que buscou financiamento na Caixa Econômica Federal, mas não teve sucesso. Com a rescisão do contrato, a incorporadora lhe prometeu devolver apenas 70% do valor pago e, agora, ela está na Justiça pedindo, entre outras coisas, a restituição de mais 20%.

Problemas assim são muito comuns, afirma a advogada Kátia Millan, especialista em direito imobiliário do escritório Moreau & Balera.

A maior razão, para ela, é a pressa. "O que acontece é que muita gente, na ânsia de perder um bom negócio, acaba fechando sem tomar precauções".

Organizar as contas considerando os percalços futuros é fundamental, aconselha o advogado Marcelo Dornellas. "Quando você fala em financiamento imobiliário, você precisa de um planejamento de 20 anos. E tem gente que faz financiamento e não sabe o que vai acontecer no mês seguinte."

JURISPRUDÊNCIA
As decisões da Justiça costumam conceder à construtora um valor de 25% do contrato em casos de rescisão, afirma Dornellas, que fez um levantamento sobre o assunto.

"Nos tribunais estaduais, os juízes não possuem um padrão definido. Já vi um caso isolado em que o juiz concedeu 50% à construtora. Mas a orientação do STJ [Superior Tribunal de Justiça] tem decidido em torno dos 25%, a não ser em casos específicos."

Para evitar dissabores, a supervisora de habitação do Procon-SP (órgão de defesa do consumidor) Renata Reis recomenda que o comprador leia e releia o contrato. "Se não tiver segurança, o consumidor pode levar o contrato a um advogado de confiança ou a órgãos de defesa como o próprio Procon."

Fonte Folha de São Paulo

Complexo com prédio da BBC foi eleito por revista o mais feio do Reino Unido









O MediaCityUK, complexo instalado em Salford Quays (próximo a Manchester) que inclui a nova sede regional da BBC, foi o grande vencedor do Carbuncle Cup 2011.

O prêmio, realizado pela revista britânica Building Design, elege a construção mais feia do país no ano.
Divulgação
MediaCityUK, contemplada com o título de construção mais feia por revista britânica; clique na imagem e confira os outros "concorrentes"
MediaCityUK, eleita por revista britânica como a construção mais feia; clique na imagem e confira os outros "concorrentes"

A construção desbancou, na fase final, o Museu de Liverpool, uma estação ferroviária em Newport, País de Gales, uma escola e um condomínio em Londres.

Construído pelos arquitetos Wilkinson Eyre e Chapman Taylor, da Peel Building, o MediaCityUK custou 600 milhões de libras (cerca de R$ 1,5 bilhão) e é praticamente um distrito dentro da cidade inglesa.

Para os editores da revista, a arquitetura do local não possui identidade, não há espaços que podem ser chamados de ruas.

Confira na galeria as construções finalistas da Carbuncle Cup 2011.

Fonte: Folha de São Paulo

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Saiba como evitar acidentes com vidro na decoração de casa






Do boxe do banheiro a paredes na divisão de ambientes, o vidro integra áreas sem pesar na decoração.

Transparente ou com coloração, o material pode ser usado como porta ou mesmo como parapeito, desde que tenha a especificação e a instalação devidas.

Vidro na tonalidade bronze separa ambientes




Daniel Mansur/Divulgação



Há normas técnicas que regulamentam o uso do vidro. Para boxe e guarda-corpos internos, as regras são dadas pela NBR 14.207 e pela NBR 14.718, respectivamente.

Nesses casos, o vidro deve ser laminado ou temperado e ter película de segurança. A membrana garante que, mesmo quebrado, o material não derrame cacos pelo chão.

Já a espessura varia em função do tamanho da superfície e da forma de fixação.

"Em boxe, recomendo espessura de 10 mm e fixação nas laterais e no chão", sugere a arquiteta Crisa Santos.

Sacadas e varandas ainda não têm norma específica: deve ser publicada no primeiro semestre de 2012, segundo a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas).
Letícia Moreira/Folhapress





Deborah Roig escolheu portas pivotantes


DE OLHO
Em nenhum dos casos a norma é obrigatória, por isso o comprador deve estar atento à contratação de empresas que a usem como referência.

Além disso, manutenção é essencial para a garantia de segurança. Se o vidro não está firme, pode cair. Se está tensionado, pode estourar.

"A norma recomenda manutenção anual em vidros no boxe do banheiro", salienta Silvio de Carvalho, chefe do comitê de vidros da ABNT.

BÊ-A-BÁ DOS VIDROS

Duplo (ou insulado)
Duas folhas de vidro laminado separadas por uma camada de ar; é isolante termoacústico.
Indicado para janelas e portas e para pisos
Preço a partir de R$ 320 o m²

Laminado
Duas ou mais placas de vidro com uma película de segurança, que não deixaos cacos caírem em casode quebra.
Indicado para boxe e sacada
Preço a partir de R$ 96 o m²

Monolítico
Vidro comum, usado em caixilhos de alumínio.
Indicado para janelas
Preço a partir de R$ 32 o m²

Temperado
Cinco vezes mais resistente que o vidro comum. Em caso de quebra, produz pedaços pequenos e não cortantes.
Indicado para móveis, portas internas e boxe
Preço a partir de R$ 90 o m²

Fonte: Márcio Takara, da BrazilGlass

Confira ícones de decoração 'geek' para sua casa







Quem não consegue viver sem seu iPhone ou longe do seu Mac pode levar ícones da tecnologia para a decoração de sua casa.

Entre as peças há de tapetes a luminárias, com referências ao Facebook, a jogos como o PacMan e ao próprio computador.

Dá para montar a casa toda. Já na porta, um capacho com o botão "Slide to Unlock" dá as boas-vindas ao convidado. Na cozinha, saleiro e potinhos em formato de teclas ou porta-copos com referência a aplicativos de iPhone fazem as vezes de referência virtual. Um gancho com o formato da mãozinha de "Curtir" pode ser usado para pendurar alguma roupa favorita.

Entre tantas opções, a Folha escolheu 12 itens para você levar para casa. Confira a galeria com itens e preços
Letícia Moreira/Folhapress
SAO PAULO, SP, BRASIL, 29-08-2011, 16h00: Objetos de decoracao com temas da mundo web e redes sociais. (Foto: Leticia Moreira/Folhapress, IMOVEIS)






As teclas S e P contêm sal e pimenta


Fonte: MARIA APARECIDA DA SILVA
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Aumenta renda para comprar imóvel com juros menores




As famílias com renda de até R$ 5.400 já podem financiar um imóvel usado, de até R$ 170 mil, com juros de 8,16% ao ano, pelo programa Carta de Crédito FGTS. A Caixa Econômica Federal adaptou o simulador on-line para a faixa de renda e diz que as agências estão preparadas para receber a nova procura, que antes era dirigida à famílias com ganhos de até R$ 4.900.

A faixa de renda para participar do programa Minha Casa, Minha Vida também foi ampliada para rendimentos de até R$ 5.000. Pela nova regra, as famílias vão poder financiar imóveis novos de até R$ 170 mil também com a taxa de juros de 8,16%.

Com as mudanças, quem se encaixa nessa faixa de rendimentos vai poder pagar cerca de R$ 260 a menos por mês na parcela da casa própria, segundo especialistas. Isso porque as taxas de juros caem, nas duas modalidades, de 10,5% para 8,16%.

O governo também publicou anteontem (6) portaria no "Diário Oficial da União" que permite que as famílias com ganhos de até R$ 3.100 entrem no Minha Casa para financiar com juros de 5,5% ao ano e subsídio (desconto) de até 30% no valor do imóvel.

Outra mudança anunciada ontem é a de que o governo vai dividir com o FGTS o dinheiro para bancar as novas moradias. Agora, a União vai pagar até 17,5% do subsídio, e a diferença no desconto será paga pelo Fundo Garantidor do FGTS.



Fonte: "AGORA"

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Designer alemã cria "sofá-edredom" Publicidade





Sofá projetado pela designer Hanna Ernsting pode ser modelado conforme o gosto






A designer alemã Hanna Emelie Ernsting desenhou uma poltrona cuja forma pode ser alterada conforme o humor da pessoa.

Normalmente o tecido é usado apenas como revestimento da peça. Mas no sofá "Moody" é ele que se molda às vontades do ocupante.

A capa do sofá tem 20 m² e altura de quase quatro metros. A estrutura, feita de madeira, tem diferentes camadas de estofamento.

Para os que gostam de assistir filmes ou dormir no sofá, a capa serve de edredom.
Divulgação
Sofá projetado pela designer Hanna Ernsting pode ser modelado conforme o gosto
A capa do sofá pode se espalhar pelo chão e servir de tapete

O tecido pode também ser moldado para criar uma espécie de ninho ou, então, para se espalhar pelo chão e acomodar os que preferem sentar no solo.

Com esse projeto, Hanna Emelie Ernsting ficou com o segundo lugar na premiação de talentos do design D3 deste ano.

Confira mais fotos no site da designer.


http://www.hannaernsting.com/moodycouch.html






A capa do sofá pode se espalhar pelo chão e servir de tapete



Fonte: FOLHA DE SÃO PAULO

Preço do aluguel em SP sobe 60% em dois anos







O preço dos aluguéis residenciais na cidade de São Paulo cresceu 60,23% no primeiro semestre deste ano em relação ao mesmo período de 2009. O valor médio registrado na primeira metade desde ano é de R$ 1.281 --R$ 481 mais caro do que há dois anos. Os dados são do Creci-SP (Conselho Regional dos Corretores de Imóveis).

O aluguel de apartamentos registrou uma subida ainda maior: 82,97%. No primeiro semestre, o valor médio foi de R$ 1.809 --em 2009, foi de R$ 799. Em relação a 2010, o aumento é de 22,16%.

A subida ocorre apesar da pequena diminuição no número de locações residenciais no mesmo período comparado, de 5.683 para 5.475 --queda de 3,7%.

COMPRA
O valor de venda dos imóveis usados também aumentou, aponta o levantamento. O preço médio subiu 30,26% no primeiro semestre deste ano em relação ao mesmo período de 2010. O metro quadrado saltou de R$3.088 para R$4.022.

Do primeiro semestre do ano passado para o mesmo período de 2009, a subida foi maior: 44,46%.

As vendas de casas e apartamentos no primeiro semestre deste ano foram 29,22% menores que as do primeiro semestre de 2010, período que havia registrado crescimento de 74,51% na comparação com os mesmos seis meses de 2009.

Em 2010, por exemplo, as vendas de apartamentos cresceram 93,6% sobre 2009, mas este ano tiveram queda de 33,21%. No mesmo período, a queda na venda de casas foi menor, 19,86%.

Fonte: Folha de São Paulo

Região central tem 14% dos novos apartamentos da cidade em 2011



Nos limites entre Bela Vista e República, lançamentos residenciais crescem entre usados




O mercado imobiliário redescobriu o centro da cidade. Os lançamentos, que eram tímidos e apareciam em áreas contínuas à valorização da zona oeste, agora começam a despontar em distritos como Cambuci e República.

Desde o início do ano, 2.340 unidades novas foram colocadas à venda na região central --ou 14,1% do que foi lançado na capital em 2011.


Nos limites entre Bela Vista e República, lançamentos residenciais crescem entre usados

Em 2009, a região representava 5,5% do total, segundo dados da empresa de pesquisas Geoimovel.

E o ritmo não vai diminuir tão cedo. Neste ano, ainda está previsto o lançamento de outras 2.656 unidades em 8 dos 10 distritos do centro, de acordo com pesquisa feita para a Folha pela imobiliária Abyara Brasil Brokers.

O interesse acompanha a subida dos preços. No Cambuci, distrito com cinco lançamentos neste ano, o valor médio do metro quadrado atingiu R$ 6.146 --um aumento de 144% em relação ao de 2009 (R$ 2.519). A valorização média da cidade nesse período é de 63%.

A maior razão da alta no centro, dizem executivos do setor, é a existência de uma demanda reprimida por imóveis novos na região.
"Os [imóveis] mais velhos não possuem vagas de garagem e outros serviços", diz Marcos França, diretor da construtora Requadra.

A percepção negativa dos paulistanos sobre o centro, fruto da falta de investimentos públicos, está mudando e contribui para a elevação da procura, diz Thiago Kallas, diretor da construtora Kallas, que lançou na Liberdade.

A infraestrutura já existente no centro, especialmente a de transporte público, que facilita deslocamentos, torna a demanda ainda maior.

"Qualquer um que mora distante demora duas horas na locomoção para o trabalho", aponta Bruno Vivanco, diretor da Abyara.

NOVA ACLIMAÇÃO

Na busca por terrenos disponíveis para construção, distritos que não faziam parte da lista de investimentos entraram na roda.

Até o fim do ano, o Cambuci deve somar 1.032 unidades à venda, a República, 893, e o Pari, 718 novas. Os lançamentos no Cambuci crescem às bordas da Aclimação (zona sul) e chegam a se intitular "Nova Aclimação".

A maioria das unidades são de padrão médio a alto, com três dormitórios.

A República é a mais valorizada dessas regiões, com o metro quadrado a R$ 6.980, afetada pela proximidade da Bela Vista, onde novos têm valor médio de R$ 7.098 o m².

Boa parte dos lançamentos mira o público jovem, que trabalha e se diverte no centro, diz Rogério Atala, diretor da construtora W Zarzur.

Fonte: FOLHA DE SÃO PAULO
CARLOS ARTHUR FRANÇA

domingo, 21 de agosto de 2011

Barulho e cães são os maiores causadores de problemas entre vizinhos






No dia 19 de agosto, comemora-se em São Paulo o dia do Vizinho. E a Folha conversou com especialistas em condomínios sobre os problemas que mais irritam os moradores dos prédios paulistanos.

O pior deles é o barulho, diz a advogada Evelyn Gasparetto. Ela conta o episódio de uma família com três crianças com menos de sete anos. "O vizinho de baixo dizia que até entrou em depressão, que não conseguia dormir e trabalhar".

Após uma reunião com Gasparetto, advogada do condomínio na época, os moradores indicaram ao pai de família tapetes emborrachados, para absorver o impacto e diminuir o barulho. "Ele concordou, mas queria que o condomínio comprasse. Não é fácil para o síndico lidar com tudo isso", recorda.

Outro caso lembrado pela advogada é de um rapaz, com alguns problemas psicológicos, que soltava bombinhas nas áreas comuns do prédio. "Os moradores fizeram uma assembleia para torná-lo 'persona nongrata' no condomínio", afirma.

Dados da administradora Lello corroboram com a opinião da advogada. Segundo levantamento com mais de mil condomínios, 40% das multas são por causa de barulho em horários impróprios, das 22h às 6h.

CÃES
O barulho é o caso mais frequente, mas existem outros problemas tão ruins quanto, afirma Angélica Arbex, diretora da Lello. Ela ressalta os conflitos devido à presença de cachorros nos prédios. As regras, que variam em cada condomínio, vão de focinheira obrigatória nas áreas comuns até a proibição de animais de grande porte no prédio.

Arbex afirma que, ao contrário das brigas por som alto, que podem ser resolvidas racionalmente, as discussões por bichos de estimação envolvem a emoção do morador. "Em muitas vezes, o cachorro é como um filho para a pessoa. Ela simplesmente não aceita determinadas regras".

Em um caso extremo, Gasparetto conta que um inquilino, dono de pit bull, queria sempre descer com o cão solto, sem focinheira. O condomínio entrou em contato com a dona do imóvel, discutiram e fizeram reuniões, todas sem sucesso.

"Quando fizeram uma ação judicial, ele simplesmente entregou as chaves e foi embora com o cachorro, mas não quis discutir".

Com desavenças justificadas ou não, as especialistas reafirmam a importância de os moradores procurarem a conciliação, antes de se recorrer a advertências e multas.

"Uma coisa é brigar no supermercado; outra é ter um conflito na sua moradia. Você vai ter que esbarrar com a pessoa no elevador, ou vai encontrar com o vizinho na entrada. Não tem como escapar do incômodo", alerta Arbex.
Fonte: Folha de São Paulo

Começa em Arujá (SP) a maior exposição de flores do estado








Até 4 de setembro, a cidade de Arujá, a 45 km de São Paulo, recebe nos finais de semana a maior feira de flores do estado, a Expo Aflord.

A vigésima edição da exposição traz 77 produtores de flores, shows e comida típica japonesa.

Divulgação

Rosa do Deserto, planta que pode ficar até um mês sem receber água, é destaque da Expo Aflord

Uma das atrações do evento é a Rosa do Deserto, uma flor cultivada em países asiáticos como a Tailãndia e o Vietnã.

Conhecida pela sua resistência, a planta ganhou esse nome porque pode ficar até um mês sem água.

SERVIÇO
20ª Expo Aflord
QUANDO: nos dias 20, 21, 27 e 28 de agosto e 3 e 4 de setembro
ONDE: Avenida PL do Brasil, km 4,5, Arujá (próximo à via Dutra)
QUANTO: os ingressos custam R$ 18; estudantes e idosos pagam meia; a entrada é gratuita para crianças menores de cinco anos
Fonte: Folha de São Paulo

Novos empreendimentos vão estabilizar preço das locações comerciais em SP






Os lançamentos previstos em Alphaville (bairro de Barueri, na Grande São Paulo) e na Chácara Santo Antônio (zona oeste) para os próximos dois anos devem, se não reduzir, pelo menos estabilizar o preço das locações comerciais na capital paulista.

A avaliação é da diretora da imobiliária Herzog, Simone Santos, com base em levantamento produzido pela própria empresa.

Nos próximos dois anos, o estoque de escritórios comerciais na cidade de São Paulo aumentará para 500 mil metros quadrados, diz a pesquisa. Atualmente, o valor é de 350 mil metros quadrados --30% menor.

Os dois bairros que terão o maior número de lançamentos de escritórios são justamente os que possuem o menor preço. Em Alphaville, o valor médio do aluguel por metro quadrado varia entre R$ 60 e R$ 90. Na Chácara Santo Antônio, os preços vão de R$ 65 a R$ 85.

A maior parte desses novos edifícios comerciais, segundo a diretora, será de prédios de maiores recursos tecnológicos e vagas na garagem --em falta no mercado paulistano, que registrou uma subida de 17% no preço médio desse tipo de locação nos últimos doze meses.

"Metade do estoque de prédios comerciais de hoje mal possui ar condicionado. A valorização ocorre principalmente pela falta de prédios nobres", explica. Para ela, um preço mais justo seria alcançado se 10% dos empreendimentos comerciais estivessem vagos. Hoje, a ociosidade é de 2%.

"Agora, quando um contrato de relocação vence, as empresas sofrem com a valorização do mercado e não têm para onde escapar."

A tendência para os próximos anos, diz Santos, é que as empresas que precisem de espaços maiores flexibilizem a sua estrutura. "A área nobre poderá ficar na avenida Faria Lima, e áreas de maior volume de pessoal poderão mudar para esses eixos novos e mais distantes."

Fonte:Folha de São Paulo
CARLOS ARTHUR FRANÇA

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Assombros do capitalismo Um livro sobre os personagens pitorescos que reinventaram a economia americana no século XIX




Na segunda metade do século XIX, os Estados Unidos deram um dos mais extraordinários saltos de desenvolvimento da história. Em 1860, a produção industrial do país correspondia a um terço da produção britânica. Quarenta anos depois, a situação se invertera: as fábricas americanas já produziam 25% mais que as da antiga metrópole. Entre os fatores que explicam essa explosão de riqueza, não se pode ignorar o surgimento de uma nova classe de empreendedores. Saídos muitas vezes da pobreza, esses homens acumularam, em tempo recorde, fortunas antes inimagináveis. O historiador Richard Hofstadter os descreveu assim: "Vinham de baixo e agiam com vulgaridade; mas também possuíam uma audácia heróica e magníficos talentos. Multiplicaram a riqueza nacional, agarraram oportunidades, orquestraram esquemas de corrupção. O período tirou deles o seu tom e a sua cor". Há bibliotecas inteiras dedicadas a discutir o legado desses personagens. Alguns livros os chamam de "barões ladrões". Outros, como Os Magnatas (tradução de Edmundo Barreiros; L± 388 páginas; 49 reais), apontam na direção contrária. Escrito pelo americano Charles R. Morris, o livro analisa o papel que os capitalistas J.P. Morgan, Andrew Carnegie, John D. Rockefeller e Jay Gould tiveram "na invenção da supereconomia americana".

Os Magnatas é um livro irregular. Há digressões sobre temas como a fabricação de espingardas, as taxas de fertilidade na classe média ou o significado econômico de um "choque de oferta", além de um capítulo-manifesto contra as escolas de administração. Esses desvios não chegam a ser aborrecidos, mas também não fariam falta. O texto cresce quando acompanha de perto seus heróis. Quanto a três deles não existem dúvidas: Morgan, Carnegie e Rockefeller desenvolveram novas formas de organizar e administrar negócios. Eles se encontram na origem da moderna economia corporativa. Jay Gould é um caso mais complicado. Ao contrário dos outros, que também despertaram muita admiração, ele foi execrado em seu tempo. Seu dom estaria em destruir empreendimentos e se apossar da riqueza alheia. "Ele tem o toque da morte", disse um de seus adversários. Morris acredita, no entanto, que o talento de Gould como administrador foi subestimado e que mesmo suas especulações tiveram um papel construtivo. Segundo ele, o sistema ferroviário americano jamais teria se desenvolvido tão rápido se não fossem as "provocações" de Gould.

Carnegie e Rockefeller ascenderam do nada para tornar-se colossos na siderurgia e na indústria petrolífera. Criaram empresas gigantescas absorvendo implacavelmente seus competidores. Carnegie desenvolveu uma filosofia de negócios baseada na produção em escala, na redução dos custos e na inovação tecnológica constante. Quando se fala de Rockefeller, "multinacional" e "monopólio" são as palavras que vêm à mente. Sua Standard Oil vendia querosene ao mundo todo e chegou a controlar quase que a totalidade do negócio de refino de petróleo nos Estados Unidos. À medida que deglutia empresas menores, ele teve de inventar maneiras de coordenar as inúmeras peças de seu quebra-cabeça corporativo, numa época em que a legislação americana nem sequer aceitava que uma empresa operasse em dois estados. Em 1910, a Suprema Corte dos Estados Unidos obrigou a Standard Oil a dividir-se em mais de trinta companhias, no primeiro grande processo antitruste da história. A fortuna de Rockefeller chegou a ser avaliada em 1,2 bilhão de dólares – um valor muito mais do que astronômico para aquele tempo. Carnegie se desfez de 200 milhões de dólares antes de morrer. Voraz na acumulação, passou mais tarde a acreditar que morrer rico era "a desgraça de um homem".

A história do banqueiro J.P. Morgan se confunde com a das finanças americanas. Ele tomou em suas mãos as tarefas de um banco central quando os Estados Unidos não contavam com essa instituição. Mais de uma vez evitou colapsos econômicos. Em 1907, quando um pânico acometeu os investidores e pôs em perigo a bolsa e o sistema bancário, coube a ele organizar um plano de emergência para impedir a quebradeira. Morgan também reorganizou setores inteiros da economia, como o ferroviário e o siderúrgico. Em 1901, comandou a criação da maior de todas as corporações do país, a US Steel, com capital de 1,4 bilhão de dólares (mais que o dobro da receita do governo federal no mesmo ano). Como dizia a piada da época, Deus havia criado o mundo – e Morgan o havia reorganizado.

Na última década, Rockefeller, Gould, Morgan e Carnegie foram todos retratados em livros maciços, escritos por autores de renome. Um perfil do último, com 878 páginas, acaba de ser lançado nos Estados Unidos pelo historiador David Nasaw. Sua observação sobre Carnegie vale para todos os outros: "Ele foi muitas coisas – exceto tedioso". Ainda que de maneira mais modesta, o aspecto pitoresco dessas vidas é capturado por Os Magnatas. Mas não só isso. Tanto quanto no caso dos artistas ou políticos, a história de uma época pode se refratar de mil maneiras na biografia de um grande empreendedor. Infelizmente, esse é um gênero de livro quase ignorado no Brasil.

Câmara da indústria da construção é contra proposta que institui regime diferenciado 27/05/2011

A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) é contrária à proposta do Governo Federal que pretende instituir o Regime Diferenciado de Contratações Públicas para atender às demandas de urgência das obras dos eventos esportivos que o país vai sediar nos próximos anos.

A CBIC defende que a apresentação do Regime Diferenciado deve ser feita por meio de uma Medida Provisória específica, que assegure um amplo debate público reunindo os diferentes atores envolvidos ou interessados no tema. A ausência de uma discussão aprofundada pode levar o Congresso a aprovar novas regras que, em lugar de garantirem mais agilidade e segurança às licitações das obras para os eventos esportivos, atuem exatamente no sentido contrário, colocando em risco todos os empreendimentos.

A criação do Regime Diferenciado de Contratações Públicas está proposta no Projeto de Conversão à MP 521/2010, que tem como relatora a deputada Jandira Feghali (PC do B/RJ). Esta MP dispõe sobre as atividades do médico-residente e prorroga o prazo de pagamento da Gratificação de Representação de Gabinete e da Gratificação Temporária para os servidores ou empregados requisitados pela Advocacia-Geral da União. Questões absolutamente diversas ao tema das contratações de obras públicas.

O setor da construção concorda com a justificativa do governo de que a simples aplicação das regras estabelecidas na Lei 8.666/93, atualmente em vigor, poderiam comprometer a agilidade e a segurança nas contratações – seja pela complexidade da Lei, seja pela necessidade da sua atualização e aprimoramento. Por outro lado, a CBIC defende que o processo de revisão da Lei 8.666/93 ou mesmo a criação do Regime Diferenciado de Contratações devem seguir rigorosamente os princípios básicos da Licitação: rigor na seleção de empresas qualificadas, eficiente controle sobre a exeqüibilidade dos preços ofertados; obtenção de propostas com preços justos; igualdade de oportunidade entre as pessoas aptas interessadas na celebração de contratos. A CBIC destaca alguns aspectos que merecem especial atenção no âmbito da Lei 8.666/93:

• As licitações devem ser instauradas já com a existência de Projeto Executivo;

• A inversão nas fases licitatórias não deve ser aplicada para obras e serviços de Engenharia;

• A Modalidade do Pregão não é adequada à contratação de obras e serviços de Engenharia;

• A Pré-qualificação deve ser amplamente utilizada sempre que possível na contratação de obras e serviços de Engenharia;

• A exequibilidade dos preços propostos deve ser assegurada através da apresentação pelo licitante, de garantia de execução contratual, em valor equivalente à diferença entre o orçamento público e o de sua proposta.

Neste Sentido, a Câmara Brasileira da Indústria da Construção e suas organizações associadas formularam algumas contribuições, com o objetivo de qualificar o debate público em torno do tema:

Lances sucessivos: a ferramenta, característica da modalidade do Pregão, não é absolutamente adequada à contratação de obras e serviços de Engenharia, não atendendo ao propósito de seleção responsável da melhor proposta. Tal inadequação fica evidente através do disposto no art. 19, inciso III do projeto, que determina a “reelaboração das planilhas” do licitante vencedor para ajustar seu orçamento inicial ao valor correspondente ao lance vencedor – o que significa em outras palavras “fantasiar” quantitativos, salários, impostos, e outros custos calculados com base em projeto, para que seu somatório “caiba” no novo preço final.

Inversão das fases: a ordem de apresentação das propostas e do seu julgamento antes da verificação das condições de habilitação, oferece sérios riscos de contratação de empresa sem aptidões necessárias à execução do objeto. Esse risco deverá ser reduzido se a pretendida Inversão das Fases ficar limitada à contratação de obras de menor valor e complexidade.

Orçamento oculto: em nenhuma hipótese o orçamento previamente estimado pela Administração deverá ser fornecido somente após o encerramento da licitação, como preconiza o Art. 8º. Tal valor deve ser de conhecimento prévio de todos os licitantes, evitando-se com isso o risco da “informação privilegiada” para qualquer um dos interessados.

Contratação Integrada: o regime de Contratação Integrada, pelas suas próprias características, deverá ser reservado à contratação de obras e serviços de maior vulto e complexidade. Nesses casos, não há o menor sentido prático em fixar o prazo de trinta dias para apresentação das propostas – que envolverão desde o projeto básico ao orçamento detalhado. Propostas completas e bem elaboradas demandarão no mínimo 150 dias para sua execução.

Abrangência do RDC: para maior e melhor controle da sociedade sobre o conjunto de obras cujas licitações estarão sujeitas a esse Regime Diferenciado, recomenda-se que os órgãos federais competentes tornem públicas tais obras antes de suas licitações, definindo o objeto e sua localização em sítio específico na Internet.

Controle Social: com o intuito de contribuir para o regular desenvolvimento das obras em questão, recomenda-se a criação de Comissão de Acompanhamento do RDC, integrada por membros do governo e da sociedade, com a responsabilidade sobre a lisura dos processos licitatórios em questão. Fonte: Portal A Crítica/BR

quinta-feira, 17 de março de 2011

Sustentabilidade em condomínios é tema de evento no ABC

Na segunda-feira, 18/4, das 19 às 21 horas, o Secovi-SP (Sindicato da Habitação) e a Acigabc (Associação dos Construtores, Imobiliárias e Administradoras do Grande ABC), representante regional do Sindicato, realizam a edição 2011 do Encontro Secovi de Síndicos e Administradoras de Condomínios do Grande ABC, desta vez com o tema Sustentabilidade em Condomínios.

O evento será na sede da Acigabc, situada à Rua Java, 239 – Jardim do Mar. O presidente da Acigabc e membro do Conselho Consultivo do Sindicato, Milton Bigucci coordena os trabalhos, prestigiado por Geraldo Bernardes, diretor de Novos Projetos da vice-presidência de Administração Imobiliária e Condomínios do Secovi-SP, que na ocasião representa o vice-presidente Hubert Gebara.
A presidente da Ecoleo (Associação Brasileira para Sensibilização, Coleta e Reciclagem de Resíduos de Óleo Comestível), Célia Marcondes se encarregará da palestra Mudanças Climáticas/ Cidades Sustentáveis/Coleta Seletiva/Projeto Ecóleo. O encontro conta pontos para o Programa Qualificação Essencial (PQE) do Secovi-SP e objetiva a divulgação de ações, produtos e serviços da entidade, bem como a ampliação e integração do mercado imobiliário em âmbito estadual.
Entrada gratuita, mediante a doação de 1 kg de alimento não perecível em prol da campanha do Projeto Ampliar, Programa de Educação e Formação Profissional para Adolescentes e jovens em situação de risco - é um projeto social apoiado pelo Secovi-SP. Outras informações e reservas pelos telefones (11) 4121-5335/4330-8911, ou pelo e-mail acigabc@acigabc.com.br.

País precisa dobrar ritmo para atingir meta habitacional

Para alcançar a meta de construir cerca de 23 milhões de moradias no país até 2022, para suprir seu déficit habitacional, o Brasil precisa dobrar o ritmo de construção, de acordo com o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon). O sindicato destaca que, em 2009, foram feitas cerca de 1 milhão de habitações, pelos dados mais recentes da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Os dados foram apresentados em São Paulo na apresentação da 19ª Feicon Batimat (Feira Internacional da Construção), que acontece de 15 a 19 de março na capital paulista. Nesse contexto, o Sinduscon ressalta que é preciso aumentar a produtividade do setor, o que demanda investimento em qualificação dos profissionais. "E isso inclui a pré-escola e o ensino fundamental", diz o diretor do Sinduscon Eduardo Zaidan.

"Hoje já se fala em projetar edifícios em 3D para reduzir desperdícios. Será inconcebível um mestre de obras que não saiba interagir com uma tecnologia como essa", completa.
O Brasil precisará de R$ 3 trilhões até 2022 para construir as 23 milhões de moradias, de acordo com o Departamento da Indústria da Construção (Deconcic) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

Além disso, o Deconcic prevê que, no mesmo período, sejam investidos R$ 2 trilhões em infraestrutura, em recursos tanto públicos quanto privados. O Brasil, de acordo com o departamento da Fiesp, está abaixo da média mundial em qualidade geral de infraestrutura, com nota 3,8. A média global é 4,3, em uma escala que vai até 7. "Não sabemos planejar, infelizmente. Vamos ter que aprender urgentemente para fazer uma Copa e uma Olimpíada brilhantes", diz a diretora do Deconcic, Maria Luiza Salomé.

Faturamento
O setor de materiais de construção deve ter um faturamento com vendas 8,5% maiores neste ano do que em 2010, de acordo com a Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco). Em 2010, o segmento faturou R$ 49 bilhões, com expansão de 10,6% sobre o valor de 2009.

"Um crescimento sobre o desempenho de 2010 é bastante positivo e reflete as boas perspectivas para o setor", disse o presidente da Anamaco, Cláudio Conz. Ele também revelou que há relatos de falta de material de base, como areia e blocos de concreto, na região de São José do Rio Preto (interior de SP).

"A falta é um problema, mas é um indicador de mercado aquecido", disse. "Temos estudos que mostram que consumidores das classes C e D passam vida tentando reformar e ampliar suas casas." Fonte: Jornal Diário do Comércio/BR