05/03/2010
Depois da Aliansce, Sonae Sierra vai à Bovespa em busca de estrangeiros
Duas das três maiores empresas americanas de shoppings, a General Growth Properties (GGP) e a Developers Diversified Realty (DDR), encontraram no Brasil investidores interessados por seus ativos, enquanto nos EUA as companhias passaram por sérias dificuldades com a crise no mercado imobiliário no ano passado. Antes da derrocada, entre 2006 e 2007, a duas gigantes americanas decidiram investir no Brasil: a GGP comprou 49% da Aliansce, em sociedade com a família Rique, e a DDR associou-se (50%-50%) ao grupo português Sonae Sierra, que já havia chegado ao país em 1997.
Esses investimentos, agora, voltaram a despertar o apetite de investidores, sobretudo de estrangeiros, que enxergam boas oportunidades de lucro no mercado imobiliário de países emergentes como Brasil. Ontem, a Sonae Sierra, da DDR, entrou com registro para oferta pública inicial de ações na Bovespa. A Aliansce, da GGP, estreou na bolsa no fim de janeiro. O grupo inglês Squarestone, que possui apenas dois shoppings no Brasil, também viu a chance de tirar proveito do crescente interesse dos investidores estrangeiros por ativos imobiliários brasileiros. Mas, em vez de ir à Bovespa, a empresa vai lançar ações da sua companhia brasileira em Londres. Segundo prospecto publicado pela Sonae Sierra, a empresa possui 10 shoppings no Brasil, oito deles no Estado de São Paulo, e será a terceira maior empresa do setor listada na Bovespa. Seu empreendimento mais conhecido é o Shopping Parque D. Pedro, em Campinas (SP), um dos maiores shoppings do país e que foi inaugurado pelo grupo português num momento difícil da economia, em março de 2002, quando ainda não havia se associado à DDR no Brasil. O forte interesse dos investidores estrangeiros por ativos imobiliários brasileiros ficou claro na oferta da Aliansce. Segundo o anúncio de encerramento, divulgado ontem pela companhia, os não residentes compraram 73% das 71,5 milhões de ações ordinárias vendidas nas ofertas primária e secundária. Com a venda primária de 50 milhões e ações, a companhia levantou R$ 450 milhões, que serão utilizados em aquisições e na construção de shoppings. Os acionistas vendedores na oferta secundária foram o fundo GBP I, da Gávea Investimentos, e o empresário Renato Rique, que dividiram R$ 193 milhões. Agora será a vez Sonae Sierra testar o apetite dos investidores. Com a forte reação do varejo, os shoppings da Sonae Sierra geraram uma receita líquida com aluguel e serviços 19% maior em 2009, totalizando R$ 154 milhões. A companhia fechou o ano com um lucro líquido de R$ 26,3 milhões, 10% que o obtido em 2008 e seu lajida (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) atingiu 67,7% da receita. Entre 2007 e 2009, os varejistas instalados nos shoppings do grupo apresentaram crescimento médio nas vendas de 13,2% ao ano. Nos EUA, ao contrário, o varejo foi castigado pela crise - a DDR foi especialmente afetada pela quebra da rede Circuit City, que respondia por quase 2% de sua receita. Mas o tamanho do mercado nem se compara ao brasileiro: a DDR possui mais de 700 shoppings nos EUA. A Sonae Sierra abriu um shopping em Manaus (AM) em 2009 e está construindo outros três no Brasil: em Uberlândia (MG), Londrina (PR) e Goiânia (GO). Fonte: Valor
sexta-feira, 5 de março de 2010
O Segredo
Aos Parceiros e Futuros Clientes
Esse blog é destinado, à todos que apreciam a informação, como fonte de cultura e entretenimento.
Desde os primordios das mais primitivas civilizações, o homen sempre se organizou em grupos. Considerou indispensável e necessário os avanços da urbanização, para facilitar e organizar o convivio dessa sociedade em crescente evolução ,bastando lembrar que o bem imovel é o combustivel indispensável e essencial a preservação e desenvolvimento da vida.
Desde os primordios das mais primitivas civilizações, o homen sempre se organizou em grupos. Considerou indispensável e necessário os avanços da urbanização, para facilitar e organizar o convivio dessa sociedade em crescente evolução ,bastando lembrar que o bem imovel é o combustivel indispensável e essencial a preservação e desenvolvimento da vida.