04/03/2010
Ofertas na fila podem somar R$ 17 bilhões
O mercado brasileiro se prepara para receber ao menos dez ofertas públicas de ações nas próximas semanas, sendo que as seis operações cujos valores já são conhecidos têm potencial para movimentar até R$ 17,2 bilhões entre março e abril. Em um cenário nem conservador nem otimista, essas ofertas podem somar R$ 12,04 bilhões. As seis empresas que já revelaram o volume de suas operações são a investidora imobiliária BR Properties, o estaleiro OSX, a empresa de energia Renova, a concessionária Ecorodovias, a incorporadora Gafisa e companhia de bens de consumo Hypermarcas.
As quatro primeiras da lista serão estreantes na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). Caso a abertura de capital dessas quatro tenha sucesso, 2010 já alcançará a marca de seis ofertas iniciais de ações (IPOs, na sigla em inglês), igualando o número de estreias que ocorreram ao longo de 2009. Existe ainda pedido de registro para emissão inicial de ações de GRV Solutions (da área de tecnologia da informação), Mills (de infraestrutura para construção), Julio Simões (de soluções logísticas) e WTorre (do setor imobiliário), embora sem cronograma ou valores estimados para as operações. Há dúvida de analistas, no entanto, se haverá dinheiro disponível para comprar todas essas ações, especialmente em relação às ofertas iniciais. As duas primeiras aberturas de capital deste ano foram da administradora de shopping centers Aliansce e da empresa de programas de fidelidade Multiplus. Em ambos os casos, os investidores exigiram desconto e as ações foram vendidas abaixo do piso da estimativa de preço apresentada no prospecto. Considerando também as operações de empresas já listadas, neste início de ano havia expectativa de que sete ofertas de ações movimentassem até R$ 6,15 bilhões entre janeiro e fevereiro. No fim das contas, apenas quatro distribuições ocorreram, com giro total de R$ 3,29 bilhões. Além de Aliansce e Multiplus, concluíram ofertas as construtoras Inpar e PDG. As outras três operações previstas, do banco Cruzeiro do Sul, da empresa de equipamentos Metalfrio e da companhia de alimentos M. Dias Branco, foram canceladas ou suspensas. A IMC, dona de cadeias de restaurantes, cuja oferta inicial fracassou no fim de 2009, também adiou a captação. Em relação às ofertas que estão na fila, mais uma vez os especialistas ponderam que há mais risco para as iniciais. Isso porque o desempenho dos papéis não têm sido bom no dia de estreia, embora parte deles tenha subido depois. Dessa forma, mesmo que os investidores estejam interessados na empresa, parte deles prefere esperar para comprar a ação nos primeiros dias diretamente na bolsa. Segundo Ricardo Almeida, diretor técnico da regional paulista da Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (Apimec-SP), esse comportamento negativo na estreia deixa os investidores com pé atrás nas ofertas iniciais. Ele tem uma tese de que há um comportamento cíclico na forma de preço de IPOs. Quando os bancos coordenadores precisam ganhar a confiança dos investidores, como em 2005 e 2006, início da retomada do mercado brasileiro, há uma grande desconto no preço dos papéis e o aplicador passa a ter fortes ganhos nas operações. A partir de meados de 2007 e 2008, segundo ele, os bancos e emissores tentaram reduzir esse desconto e embolsar a diferença. Entre 2009 e 2010, os bancos estariam exagerando nesse processo, deixando o investidor receoso. "No início de um ciclo os preços das ofertas são jogados lá embaixo, o que serve de vitrine para os próximos IPOs. Aí no segundo momento os bancos impõem um preço mais alto, garantindo um ganho maior para o emissor, o que tem efeito maléfico para as operações futuras", afirma o especialista. Fonte: Valor
sexta-feira, 5 de março de 2010
O Segredo
Aos Parceiros e Futuros Clientes
Esse blog é destinado, à todos que apreciam a informação, como fonte de cultura e entretenimento.
Desde os primordios das mais primitivas civilizações, o homen sempre se organizou em grupos. Considerou indispensável e necessário os avanços da urbanização, para facilitar e organizar o convivio dessa sociedade em crescente evolução ,bastando lembrar que o bem imovel é o combustivel indispensável e essencial a preservação e desenvolvimento da vida.
Desde os primordios das mais primitivas civilizações, o homen sempre se organizou em grupos. Considerou indispensável e necessário os avanços da urbanização, para facilitar e organizar o convivio dessa sociedade em crescente evolução ,bastando lembrar que o bem imovel é o combustivel indispensável e essencial a preservação e desenvolvimento da vida.