Blackstone Group, uma firma independente de assessoria financeira e um dos maiores gestores de fundos de private equity do mundo, deve assinar hoje contrato de compra de 40% do capital da butique de assessoria financeira e gestão de recursos brasileira Pátria Investimentos. Segundo o Valor apurou, o Pátria foi avaliado em cerca de US$ 500 milhões e o Blackstone pagará US$ 200 milhões na operação.
Assim, os sócios do Pátria - 16 ao todo - se mantêm com 60% do capital da butique. Além disso, o Blackstone trará dinheiro para aportar nos fundos de private equity da casa. Há quatro sócios principais, sendo que os dois maiores, detentores do controle, são Olímpio Matarazzo Neto e Alexandre Saigh. Os outros dois sócios com participação mais relevante são Luiz Otavio Reis de Magalhães e Otavio Castello Branco. Ontem os últimos detalhes eram acertados e o fechamento da transação estava previsto para hoje, com a chegada ao país do executivo-chefe do Blackstone, Stephen Schwarzman. O pagamento dos US$ 200 milhões será à vista e não estaria condicionado à performance futura, segundo pessoas a par das conversas. Parte desse valor será paga em dinheiro, que terá que ser investido durante determinado período em fundos geridos pelo Pátria. Há um cronograma para que, aos poucos, esses recursos sejam liberados aos sócios. A outra fatia será paga em "units" (recibos de ações) do Blackstone. Durante alguns anos os sócios do Pátria ficarão impedidos de negociar essas ações. Os dois mecanismos - carência para as ações e para o dinheiro depositado no fundos - visam reter os sócios. O Blackstone concordou com a fatia minoritária de 40% porque entendeu ser fundamental manter os sócios comprometidos com o negócio. Segundo o Valor apurou, o acordo não contempla cláusulas para que o Blackstone assuma o controle no futuro, mas esse seria o caminho natural caso a associação seja bem sucedida. Após um determinado período, as duas partes ficam liberadas para negociar suas ações e o Blackstone tem exclusividade para comprar as participações dos sócios brasileiros do Pátria e vice-versa. O Blackstone e o Pátria têm perfis bastante parecidos e atuam nas mesmas áreas de negócios. O Blackstone foi fundado em 1985 com a ideia de ser uma firma independente de bancos. Em 1997 foi lançado seu primeiro fundo de private equity e até hoje a empresa já captou US$ 44 bilhões nesse tipo de fundo - em junho o saldo era de US$ 25 bilhões. A área de assessoria financeira foi criada em 1991. A empresa fez a sua abertura de capital em 2007, no auge do mercado financeiro pré-crise, num total de US$ 7,6 bilhões. É a segunda vez que os fundadores do Pátria montam um negócio financeiro do zero e vendem (ao menos parte) a um grande grupo americano. Em 1999 venderam ao Chase Manhattan o antigo Banco Patrimônio, criado por eles nos anos 80. Daquele primeiro negócio fazia parte também o hoje empresário Jair Ribeiro. Depois de passar alguns anos como executivos do Chase, os sócios se desligaram do banco americano e parte deles resolveu fundar o Pátria. Desde 2004 o Blackstone mantém acordo operacional com o Pátria, mas nenhum negócio havia sido feito em parceria. Tudo indica que agora o apetite é para valer. Fonte: Valor
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Desde os primordios das mais primitivas civilizações, o homen sempre se organizou em grupos. Considerou indispensável e necessário os avanços da urbanização, para facilitar e organizar o convivio dessa sociedade em crescente evolução ,bastando lembrar que o bem imovel é o combustivel indispensável e essencial a preservação e desenvolvimento da vida.
Desde os primordios das mais primitivas civilizações, o homen sempre se organizou em grupos. Considerou indispensável e necessário os avanços da urbanização, para facilitar e organizar o convivio dessa sociedade em crescente evolução ,bastando lembrar que o bem imovel é o combustivel indispensável e essencial a preservação e desenvolvimento da vida.