terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Ativa tem recomendação de compra para Gafisa

O elevado potencial de crescimento do setor de construção civil faz da Gafisa um ativo atrativo. A avaliação é da Ativa Corretora, que iniciou a cobertura das ações ordinárias (ONs, com direito a voto) da Gafisa com recomendação de compra. Pelos cálculos da instituição, o preço-alvo para as ONs da incorporadora em dezembro deste ano é de R$ 17,47 por papel. Isso embute um potencial de valorização de 57% ante o fechamento de ontem, a R$ 11,12.

Essas estimativas levam em conta as projeções de resultados da empresa, mas dependem das condições de mercado e da procura pelo papel. A Gafisa é uma das maiores incorporadoras brasileiras, que opera diversos segmentos por meio de suas unidades de negócios: Gafisa, Alphaville e Tenda. Em relatório, o analista da Ativa Armando Halfeld ressalta que a Gafisa demonstrou por resultados consecutivos rentabilidade inferior a de suas concorrentes.

Isso ocorreu por conta de problemas de projetos herdados com a compra da Tenda, com cancelamentos e devoluções de terrenos. Com o processo de reestruturação em andamento (o chamado "turnaround") da Tenda, as margens devem começar a melhorar gradativamente, avalia o analista. Além disso, a Ativa avalia que, até o fim do primeiro semestre deste ano - data em que a Gafisa espera entregar cerca de 7 mil unidades que não obtiveram a linha de financiamento crédito associativo -, as margens da Gafisa se elevem de maneira significativa.

Outro ponto positivo é que a incorporadora pretende aumentar a participação da Tenda, do atual patamar de 36% do Valor Geral de Vendas (VGV) do total de lançamentos para algo entre 40% e 45% já neste ano. O VGV é um indicador importante, pois mostra o valor potencial de venda de todas as unidades de um empreendimento a ser lançado. É um índice que ajuda a indicar se o empreendimento é ou não viável sob o ponto de vista comercial. A Gafisa atua em 22 estados, sendo umas das incorporadoras de capital aberto mais diversificadas regionalmente, ressalta o relatório da Ativa.

O seu banco de terrenos possui um VGV de R$ 16,5 bilhões, com São Paulo e Rio de Janeiro representando 36% e 15% do total, respectivamente. Segundo o relatório, para 2010, a Gafisa deve atingir margem líquida de 10,4%, enquanto para este ano a margem líquida deve cair para 9,4%, em função de uma maior despesa financeira e maior endividamento no período. O elevado potencial de crescimento do setor de construção civil no Brasil é um dos atrativos para o segmento.

A relação crédito imobiliário/PIB no Brasil é de aproximadamente 3%, enquanto que no Chile, no México e em outros países essa relação é superior a 10%. A equipe da Ativa estima que o ciclo de aperto monetário deverá durar um ano e ter a magnitude de dois pontos acima dos atuais 10,75% ao ano. "Apesar do custo do financiamento imobiliário não ser significativamente impactado, há o efeito, de difícil quantificação, de que os outros financiamentos se tornarão mais custosos", diz o texto. Entre os pontos negativos do investimento, a corretora cita a capacidade de repasse da Tenda. "Caso a controlada não consiga repassar unidades antigas, a empresa prolongará seus resultados inferiores, em geral, às principais empresas", diz o relatório.

Além disso, a elevação acima da expectativa na taxa de juros ou medidas de retração de crédito podem prejudicar o desempenho de empresa. O investidor deve ficar atento também à possibilidade de escassez de mão de obra, que pode trazer impactos negativos para as margens do setor e para o andamento das obras. Fonte: Valor Econômico


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