A falta de recursos para o financiamento habitacional no Brasil deve tornar a concessão mais seletiva, mas não deve se traduzir em aumento das taxas de juros praticadas, de acordo com o economista-chefe do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), Celso Petrucci.
Um crescimento na ordem de 10% a 20% no financiamento habitacional nos próximos anos exigiria um investimento de R$ 65 bilhões a R$ 80 bilhões até 2013, sendo que não se sabe se haverá recursos para atender à demanda a partir de então. “Talvez isso não signifique aumento das taxas praticadas pelos agentes financeiros na concessão de crédito tanto à produção quanto à aquisição, mas poderão ser criados critérios mais rigorosos que os atuais na avaliação desses créditos”, avaliou Petrucci. De acordo com o economista-chefe, o financiamento habitacional precisa de estímulos constantes e permanentes no Brasil, para fazer frente ao deficit de moradias e ao crescimento vegetativo anual, estimado em mais de 1 milhão de domicílios. “Só temos duas fontes de recursos para o financiamento: a poupança e o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), e esse último já é responsável por atender aproximadamente 70% de todo o mercado, principalmente para famílias de mais baixa renda”, ressaltou. São necessárias fontes alternativas e, entre elas, Petrucci apontou os CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários), cuja emissão foi de menos de 1 bilhão entre janeiro e julho. Fonte: InfoMoney
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Desde os primordios das mais primitivas civilizações, o homen sempre se organizou em grupos. Considerou indispensável e necessário os avanços da urbanização, para facilitar e organizar o convivio dessa sociedade em crescente evolução ,bastando lembrar que o bem imovel é o combustivel indispensável e essencial a preservação e desenvolvimento da vida.
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