segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Em dois anos, Rossi dobra de tamanho

Nos últimos dois anos, a Rossi mudou. Mudou o modelo administrativo, profissionalizou a empresa e subiu de patamar. Em dois anos, a Rossi dobrou de tamanho. Cobrada pelo mercado para alcançar o "primeiro escalão" das construtoras, a companhia acelerou seu crescimento e conseguiu aumentar sua rentabilidade. As margens, que eram consideradas baixas em relação aos concorrentes de maior porte, estão aumentando e já ficam entre as primeiras.

No segundo trimestre, as vendas contratadas somaram R$ 905 milhões, crescimento superior a 79%, se comparado ao mesmo período do ano passado. Os lançamentos somaram R$ 1,1 bilhão, alta de 152% sobre o mesmo intervalo de 2009. De abril a junho, a Rossi lançou 28 empreendimentos, somando 6.470 unidades, sendo 4.711 do segmento econômico. Com esses números, se aproxima, em tamanho, de nomes como Gafisa e MRV. No segundo trimestre, o lucro líquido da empresa mais do que dobrou e alcançou R$ 109 milhões, crescimento de 114% em relação ao segundo trimestre de 2009. A margem líquida ficou em 16,8%, aumento de três pontos percentuais em relação ao mesmo período de 2009. "Conseguimos combinar crescimento com rentabilidade", afirma Cássio Audi, diretor financeiro e de relações com investidores da Rossi. Segundo o executivo, a diversificação geográfica - a empresa está em 78 cidades - e a adoção de métodos construtivos, que permitem redução de custos, ajudaram a companhia a melhorar seus resultados operacionais e financeiros. A Rossi está investindo cada vez mais na verticalização. A empresa criou um modelo de fábrica de casas, onde constrói paredes de concreto e as transporta para a obra. Já tem quatro fábricas ativas (três na região de Campinas (SP) e uma em Canoas (RS) e planeja ter mais três ainda este ano. "Será no Centro-Oeste, Norte e Nordeste", afirma Audi. A companhia investe, agora, para acelerar sua presença entre a classe média. Está lançando uma nova marca para imóveis que custam entre R$ 140 mil e R$ 300 mil. A Rossi Mais foi criada como marca intermediária, entre a Rossi Ideal - para imóveis de baixa renda, de até R$ 130 mil e dentro do pacote habitacional do governo - e os produtos que levam o nome da companhia para o público de renda mais alta. Este mês, a companhia planeja lançar os três primeiros empreendimentos com o sobrenome Mais, na zona leste de São Paulo, em Florianópolis e em Belo Horizonte. Fonte: Valor


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Desde os primordios das mais primitivas civilizações, o homen sempre se organizou em grupos. Considerou indispensável e necessário os avanços da urbanização, para facilitar e organizar o convivio dessa sociedade em crescente evolução ,bastando lembrar que o bem imovel é o combustivel indispensável e essencial a preservação e desenvolvimento da vida.