sábado, 29 de janeiro de 2011

Scopel lança empreendimentos em diversas regiões do país

Primeira aquisição no Brasil do grupo americano Carlyle, uma potência que detém ativos no valor de US$ 90 bilhões em seu portfólio e fatura US$ 84 bilhões por ano, a Scopel, uma das mais tradicionais companhias urbanizadoras do País, sempre atuou no Estado de São Paulo. Em 45 anos de atividades já vendeu mais de 50 mil terrenos, criando bairros inteiros a partir do zero, dotando-os de infraestrutura como saneamento, luz, pavimentação de ruas e construção de escolas e creches em 54 municípios paulistas.

Com a venda do controle aos americanos pelos irmãos Ciro e Eduardo Scopel, que permaneceram na empresa, a Scopel adquiriu musculatura para voos mais longos. Ainda este mês, a companhia está lançando empreendimentos em Divinópolis, em Minas Gerais, e em Marabá, no Pará. No ano que vem, será a vez do Nordeste, com lançamentos já confirmados de bairros em Mossoró, no Rio Grande do Norte, Campina Grande, na Paraíba, e no Rio Grande do Sul, em localidade a ser definida. Ao todo, serão investidos R$ 480 milhões, somando-se os R$ 160 milhões deste ano e os R$ 320 milhões previstos para 2011. "Mapeamos as cidades do País que estão tendo um crescimento acima da média nacional", diz Ciro Schmeil, diretor-geral da Scopel. "Vamos lançar bairros planejados, com toda a infraestrutura, dirigidos especialmente às classes populares." Obviamente, o crescimento da renda das faixas emergentes é o principal atrativo para o desembolso de quase meio bilhão de reais em novos projetos em dois anos. Detalhe: sem nenhum tipo de acesso aos financiamentos de programas como o Minha Casa, Minha Vida, que não financia a compra de lotes. De acordo com Schmeil, o preço dos terrenos vendidos varia de R$ 30 mil a R$ 80 mil. Outro fator é a pressa do Carlyle em crescer aceleradamente no setor imobiliário. "O grupo quer criar uma plataforma nacional para a Scopel", diz Schmeil, recrutado há dois anos no Walmart para dirigir a empresa. Inicialmente, a Scopel não montará uma estrutura própria nas novas regiões, deixando a cargo de parceiros locais a prospecção de terrenos e a análise do mercado. "Só entramos numa região depois de conhecer a renda per capita da população e a taxa de crescimento das cidades." A decisão do Carlyle de aumentar o ritmo de expansão da Scopel pode ser verificada pelas projeções para 2011. Segundo Schmeil, o número de empreendimentos previstos deverá dobrar dos 16 tocados em 2010 para 32, com a venda de 13 mil lotes. A área ocupada, até por causa do maior porte de alguns empreendimentos, deverá triplicar, para 22 milhões de m². Caso o plano de negócios seja executado, a urbanizadora deverá terminar o ano com um valor geral de vendas (VGV) de R$ 1,2 bilhão, recorde em sua história. Nesse total, além dos loteamentos populares, como os de Mossoró e Marabá, estão incluídos lançamentos sofisticados como o projeto Santa Maria, na Granja Viana, na Grande São Paulo, e o Portal Bordon, em Sumaré, no interior do Estado. A aquisição do controle da Scopel foi a senha para novos lances do Carlyle no Brasil. Em janeiro deste ano, o grupo adquiriu o controle da CVC, a maior operadora de turismo do País, por R$ 700 milhões. Em julho, foi a vez de desembolsar R$ 1,5 bilhão por 42% do capital do grupo de saúde coletiva Qualicorp. No mês seguinte, anunciou a compra da Scalina, dona das marcas TriFil e Scala. Fonte: O Estado de S.Paulo


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Desde os primordios das mais primitivas civilizações, o homen sempre se organizou em grupos. Considerou indispensável e necessário os avanços da urbanização, para facilitar e organizar o convivio dessa sociedade em crescente evolução ,bastando lembrar que o bem imovel é o combustivel indispensável e essencial a preservação e desenvolvimento da vida.