sábado, 29 de janeiro de 2011

Construtoras batem metas e melhoram projeções para 2011

Contagiadas pela perspectiva de um 2010 histórico para a construção civil, as incorporadoras confirmam que as metas de lançamento estão sendo cumpridas. Ao longo desta semana, Cyrela Brazil Realty, Rossi Residencial e Tecnisa revelaram ter cumprido o guidance desse indicador para o ano. A Cyrela anunciou ter atingido o guidance de lançamentos proposto para 2010 em 13 de dezembro, com um volume de R$ 7,1 bilhões. Segundo a empresa, no quarto trimestre os lançamentos atingiram R$ 4 bilhões até o presente momento.

Em vendas contratadas, entretanto, a companhia atingiu 81% do ponto médio da meta, somando R$ 5,3 bilhões. O montante também considera a parcela dos sócios. Para este ano as estimativas da incorporadora são de lançamentos entre R$ 6,9 bilhões e R$ 7,7 bilhões e vendas entre R$ 6,2 bilhões e R$ 6,9 bilhões.

Entre as maiores empresas do setor, a Cyrela era a que estava mais distante da meta ao final do terceiro trimestre e, portanto a maior interessada em dirimir as dúvidas com relação a sua capacidade de execução. Confiante na manutenção do atual ritmo de crescimento, a direção da Rossi declarou no início da semana que a meta de lançamentos para este ano, de R$ 3,3 bilhões, será alcançada com folga.

Impulsionado pela farta disponibilidade de crédito e pelo programa habitacional do governo, o segmento econômico deve representar 50% do total lançado pela empresa no período. Para 2011, a incorporadora prevê expansão de 36% nos lançamentos, para R$ 4,5 bilhões, com o segmento econômico respondendo por 55% do total. Conforme o diretor financeiro e de Relações com Investidores da empresa, Cássio Elias Audi, o banco de terrenos é suficiente para a entrega desses resultados, mas nem tudo está aprovado.

Na Tecnisa, os lançamentos neste ano somam R$ 2,1 bilhões (parte da empresa), e já superam o maior ponto do guidance. De acordo com a companhia, no trimestre corrente os lançamentos já atingiram aproximadamente R$ 1,1 bilhão. No ano passado, a empresa estabeleceu como meta realizar lançamentos de "no mínimo" R$ 2 bilhões em 2010, no topo do que estava projetado para 2009, quando se previa lançar entre R$ 1,8 bilhão e R$ 2 bilhões.

Pelos cálculos da Fator Corretora, na média, as incorporadoras precisam lançar 36% no quarto trimestre para atingir o guidance. Outro forte sinal de que os objetivos serão atingidos vem da Brookfield, que elevou suas projeções de lançamento e vendas para 2011. A incorporadora agora estima vendas contratadas entre R$ 3,8 bilhões e R$ 4,2 bilhões e lançamentos entre R$ 4,75 bilhões e R$ 5,25 bilhões para o próximo ano.

Os volumes expressivos já colocam a Brookfield como uma das maiores companhias no setor, abrindo caminho para ganhos significativos em tamanho e escala. Com a redução no tempo de execução das obras através de processos construtivos modernos, a tendência de continuidade na expansão do crédito imobiliário e a maior velocidade da Caixa Econômica Federal na assinatura de contratos do "Minha Casa, Minha Vida", 2011 promete ser mais um ano de resultados expressivos. Nesse contexto, a falta de mão de obra qualificada se apresenta como o principal obstáculo para a entrega desses resultados. Mas isso é tema para outro cenário. Fonte: Agência Estado


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Desde os primordios das mais primitivas civilizações, o homen sempre se organizou em grupos. Considerou indispensável e necessário os avanços da urbanização, para facilitar e organizar o convivio dessa sociedade em crescente evolução ,bastando lembrar que o bem imovel é o combustivel indispensável e essencial a preservação e desenvolvimento da vida.