domingo, 12 de setembro de 2010

Venda de materiais de construção aumenta 9,5% em agosto

As vendas de materiais para construção no varejo cresceram 3,7% em agosto sobre julho, de acordo com estudo realizado pelo Ibope Inteligência a pedido da Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco). Na comparação com agosto de 2009, o indicador mostra acréscimo de 9,5%.

No acumulado de janeiro a agosto, as vendas no segmento aumentaram 10,6% em relação a igual período do ano anterior. O resultado, conforme a entidade, confirma tendência de alta do setor, que deve crescer 11% em 2010. Em 2009, o setor atingiu faturamento de R$ 45,04 bilhões, um recorde histórico. Segundo o estudo, o setor de tintas apresentou o melhor desempenho, com alta de 7,3% nas vendas. Os segmentos de aço, telhas e tubos de PVC ficaram praticamente estáveis, com crescimento de 0,5% - um pouco inferior ao obtido no mês de julho. O segmento de argamassas cresceu 4,9% no mês, seguido pelos setores de revestimentos cerâmicos, com acréscimo de 4,5%, interruptores (4%), cimento (3,6%), fios (3,3%) e metais sanitários (3,3%). Para o presidente da Anamaco, Cláudio Elias Conz, o otimismo dos revendedores tem chamado a atenção da entidade. “ Quando perguntamos sobre a perspectiva de vendas para setembro, 68% dos entrevistados responderam que elas serão ainda melhores”, ressalta Conz. A Caixa Econômica Federal (CEF) registrou recorde no financiamento habitacional, segundo balanço realizado no último dia 3. Os dados mostram que o valor aplicado em habitação neste ano (R$ 47,6 bilhões) é maior que o atingido em todo o ano de 2009, quando foi de R$ 47,05 bilhões, conforme disse ontem a superintendente regional da CEF, no Rio, Nelma Souza Tavares, para quem o resultado deste período, se comparado com o mesmo do ano passado, representa aumento de 87,6%, quando a instituição financeira emprestou de R$ 25,2 bilhões. No Estado do Rio de Janeiro, segundo ela, os números mostram um desempenho dentro das metas. O montante financiado em 2010 chegou a R$ 4,8 bilhões em contratos, significando 53.186 unidades habitacionais. A previsão inicial, em 2009, era de R$ 4,016 bilhões. Dentro do total de unidades, 36.769 são do programa "Minha Casa, Minha Vida". Esse resultado, segundo ela, representa 88% de todo o volume de contratos concretizados em 2009. Nelma frisou que os financiamentos da CEF para o programa, no Rio, é de 74.657 unidades habitacionais. No entanto, diz, se levarem conta os financiamentos contratados e a contratar esse número pula para 96.905 unidades habitacionais. A meta até o fim do ano, segundo ela, é de R$ 4,8 bilhões. No entanto, como ela considera o segundo semestre como grande demandador de financiamentos, esse valor pode ultrapassar a casa dos R$ 5 bilhões. Até setembro, os financiamentos habitacionais no Rio com recursos do FGTS já somam R$ 1,328 bilhão. E os empréstimos que têm como fonte de recursos a poupança (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo - SBPE) totalizam R$ 2,468 bilhões. Nesse período, de acordo com ela, os investimentos em habitação já beneficiaram mais de 216.106 pessoas. Das 36.769 unidades habitacionais financiadas pela CEF desde o início, 15.645 são referentes a pessoas que ganham entre zero e três salários mínimos. E 21.124 unidades habitacionais foram destinadas as pessoas que ganham entre 3 a 10 salários mínimos. No município do Rio, especificamente, foram 8.750 contratos para a faixa de 0 a 3 salários. E o restante (6.845 unidades habitacionais) para os outros municípios. “No segundo semestre estaremos assinado um maior número de contratos neste ano. Há uma série de fatores que ajudam muito. Está mais fácil o financiamento porque a oferta aumentou, a taxa de juros tem ficado mais em conta, o programa de renda melhorou. Então isso ajudou muito. Para 2011, já são mais de 2 milhões de unidades habitacionais e os recursos estarão disponíveis a partir de 2011”, comentou, crescentando que o déficit habitacional no Rio, em 2009, era de 533 mil unidades habitacionais. As vendas de imóveis usados no Estado de São Paulo tiveram queda de 3,7% em julho na comparação com junho, quando haviam caído 23,06% depois de cinco meses seguidos de alta. Em pesquisa feita com 1.679 imobiliárias de 37 cidades, o Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (Creci-SP) constatou que foram vendidos 1.197 imóveis em julho, o que fez o índice estadual de vendas recuar de 0,7403 para 0,7129. A redução do ritmo de queda das vendas em julho se deveu ao bom desempenho dos mercados do Litoral, onde houve crescimento de 20,94%, e da região que compreende as cidades de Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Guarulhos e Osasco, com alta de 1,43% na comparação com junho. Na Capital as vendas caíram 21,82% e no Interior, 3,93%. - Não foi uma recuperação como desejávamos, mas essa inversão de sinal, de queda acentuada para queda leve das vendas, é um indicador positivo na medida em que neste segundo semestre as famílias terão seus orçamentos engordados por recursos adicionais, como o 13º e férias, e poderão optar por usá-los na compra ou troca de imóvel próprio - avalia José Augusto Viana Neto, presidente do Creci-SP. Ele destaca ainda que, nas duas das quatro regiões em que as vendas cresceram em julho, os financiamentos foram a mola propulsora dos negócios. “ É mais uma evidência de que, havendo crédito bancário, haverá compradores, o que é animador porque a própria entidade que representa os financiadores bancários (Abecip) passou a defender a importância de se dar crédito aos imóveis usados”, afirma Viana Neto. Mais casas que apartamentos - Venderam-se mais casas (50,09%) do que apartamentos (49,91%) no período analisado pela pesquisa. Os imóveis mais vendidos na Capital foram os de valor superior a R$ 200 mil, com 58,33% do total. No Interior, os imóveis de até R$ 180 mil ficaram com a liderança de vendas, somando 53,54%. Na região formada pelas cidades do ABCD, Guarulhos e Osasco, os imóveis de valor até R$ 160 mil totalizaram 50,89% dos contratos. E no Litoral, com 52,27% do total vendido, quem liderou as vendas foram casas e apartamentos de até R$ 140 mil. Fonte: Monitor Mercantil


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