O deficit habitacional brasileiro caiu de 6 milhões para 5,572 milhões de moradias entre 2007 e 2008, segundo revela estudo realizado pela Fundação João Pinheiro e divulgado pelo Ministério da Cidades. Na opinião do ministro das Cidades, Marcio Fortes de Almeida, “a redução do deficit já mostra resultados da política habitacional do governo”.
Para calcular o deficit habitacional, o levantamento considerou quatro elementos: habitações precárias, coabitação familiar, ônus excessivo com aluguel e adensamento excessivo nos domicílios alugados. Ainda de acordo com a pesquisa, a região Sudeste concentra a maior parte do deficit habitacional brasileiro, com 36,9% do total ou 2,1 milhões de moradias. O Nordeste ocupa o segundo lugar, com 2 milhões de domicílios ou 35,1% do total. A região Norte, por sua vez, é a que apresenta o maior percentual do deficit em termos relativos, de 13,9% das moradias da região, o que corresponde a 600 mil unidades. No geral, quase a totalidade do déficit habitacional no Brasil (96,9%) está concentrada nas famílias com renda inferior a cinco salários mínimos, sendo que a maior parte dos domicílios (83%) localiza-se em áreas urbanas. Fonte InfoMoney
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Desde os primordios das mais primitivas civilizações, o homen sempre se organizou em grupos. Considerou indispensável e necessário os avanços da urbanização, para facilitar e organizar o convivio dessa sociedade em crescente evolução ,bastando lembrar que o bem imovel é o combustivel indispensável e essencial a preservação e desenvolvimento da vida.
Desde os primordios das mais primitivas civilizações, o homen sempre se organizou em grupos. Considerou indispensável e necessário os avanços da urbanização, para facilitar e organizar o convivio dessa sociedade em crescente evolução ,bastando lembrar que o bem imovel é o combustivel indispensável e essencial a preservação e desenvolvimento da vida.