24/02/2010
Imóveis de dois dormitórios são a "bola da vez" entre lançamentos, diz Secovi-SP
MARIANA SALLOWICZ
O lançamento de imóveis de dois dormitórios na cidade de São Paulo cresceu 26,5% e chegou a quase metade do total (43%) em 2009, segundo dados divulgados nesta terça-feira pelo Secovi-SP (sindicato da habitação). Para o economista-chefe da entidade, Celso Petrucci, as unidades menores são a "bola da vez".
"Há uma mudança no comportamento do mercado, que antes fazia preponderantemente lançamentos de imóveis de três e quatro dormitórios. Agora, o foco está nos de dois e três dormitórios", acrescentou o presidente da entidade, João Crestana.
Os imóveis de dois quartos ganharam a liderança nos lançamentos em 2009, passando de 34% em 2008 para 43% no ano passado -- alta de 26,5%. Ao mesmo tempo, as casas e apartamentos de três dormitórios perderam o primeiro lugar no ranking, caindo de 38% para 35%.
Também reduziram espaço as unidades de quatro dormitórios, que representavam 24% dos lançamentos em 2008 e 16% em 2009. Já os de um dormitório se mantiveram praticamente estáveis, passando de 4% para 6%.
O programa do governo federal "Minha Casa, Minha Vida" foi um dos propulsores do crescimento deste mercado, segundo o economista-chefe do Secovi-SP, Celso Petrucci. "As empresas foram se estruturando para atender ao segmento econômico", explicou. Para ele, há uma demanda para imóveis de dois dormitórios que dificilmente será suprida.
2010
Para este ano, as expectativas do presidente do Secovi são positivas "por causa dessa procura pelos imóveis menores aliada à abundância de recursos disponíveis para o setor". Segundo ele, a previsão é de um crescimento de 10% nos lançamentos, que passariam de 30 mil neste ano para 33 mil em 2010. Já as vendas deverão ter alta de 5%, chegando a 37,6 mil unidades.
Em relação aos empregos, a entidade estima que será preciso contratar mais 200 mil profissionais para o setor no país, sendo a maioria de profissionais que precisarão de treinamento e especialização, como pedreiros, marceneiros e carpinteiros.
Segundo Crestana, o desafio será estimular jovens, com idade entre 18 e 30 anos, a procurarem emprego. Para ele, muitos são desestimulados por receberem benefícios assistências, como o Bolsa-família, e não quererem aumentar a renda, o que poderá causar a perda do extra. "Queremos ensinar esses jovens e trazê-los para o mercado com treinamentos de três a cinco meses", disse.
Mais um programa
O setor da construção civil já deu início a movimentações para reivindicar a segunda edição do "Minha Casa, Minha Vida", informou Crestana. Haverá uma reunião no dia 25 na CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil) para montar uma proposta de aperfeiçoamento do programa, que será entregue na sequência ao governo federal. "Para que em 2011 estejamos trabalhando firme, é preciso haver uma discussão desde já", afirmou.
O "Minha Casa, Minha Vida" foi lançado em abril de 2009 com o objetivo de construir um milhão de moradias --em 2009 tinham sido financiadas 275 mil unidades. O governo espera atingir a meta neste ano.
"Acreditamos que os recursos do programa estejam todos contratados até outubro, por isso, precisamos pensar em uma continuidade para ele", afirmou Crestana. "Em até três meses teremos uma posição do governo sobre a segunda parte do programa."
Segundo ele, a ideia é "pegar uma carona" na segunda edição do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), que será lançada no final de março. Entre as mudanças que serão propostas estão maior rapidez na aprovação dos contratos e projetos e maior presença dos bancos privados nos financiamentos, que hoje são feitos exclusivamente pela Caixa Econômica Federal.
Fonte: Folha Online
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
O Segredo
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Esse blog é destinado, à todos que apreciam a informação, como fonte de cultura e entretenimento.
Desde os primordios das mais primitivas civilizações, o homen sempre se organizou em grupos. Considerou indispensável e necessário os avanços da urbanização, para facilitar e organizar o convivio dessa sociedade em crescente evolução ,bastando lembrar que o bem imovel é o combustivel indispensável e essencial a preservação e desenvolvimento da vida.
Desde os primordios das mais primitivas civilizações, o homen sempre se organizou em grupos. Considerou indispensável e necessário os avanços da urbanização, para facilitar e organizar o convivio dessa sociedade em crescente evolução ,bastando lembrar que o bem imovel é o combustivel indispensável e essencial a preservação e desenvolvimento da vida.