sexta-feira, 18 de junho de 2010

Consórcio atrai novos consumidores e supera expectativas

16/06/2010

O Sistema de Consórcios registrou um aumento de 13,9% na comercialização de novas cotas, durante os três primeiros meses do ano e superou as projeções de crescimento feitas pela Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios - ABAC, que apontava crescimento de 10%. O melhor desempenho ficou por conta da modalidade de automóveis e utilitários, que apresentou um aumento na ordem de 43%, em relação ao mesmo período do ano passado.
Foram vendidas 124 mil novas contas, contra 87 mil, do primeiro trimestre do ano anterior. O aumento de vendas, dessa modalidade, registrado na Servopa Administradora de Consórcios, acompanha o crescimento nacional. De acordo com o gerente comercial, Gilberto Marenda, é importante destacar, considerando o ano anterior como um todo, que a empresa não apresentou quedas nas vendas de consórcio, como aconteceu de maneira geral no país. Segundo Marenda, a forte retomada da conquista de novas adesões como demonstram os números da ABAC, é justificada pela entrada de uma nova classe de consumidores, “Tivemos um incremento na injeção de dinheiro, ocasionada pelas novas camadas de consumidores que passaram a usufruir das facilidades do sistema de consórcios”, explica. Nesse mesmo período, o setor de veículos pesados, que inclui caminhões, ônibus, implementos rodoviários e tratores, também teve um crescimento nacional acima da média, registrando aumento de 15,1% nas vendas de novas cotas, de acordo com a ABAC. Este fato aponta um aquecimento da economia, pois quando a produção do país aumenta, estimula também o crescimento do transporte. O consórcio, por sua vez, se aperfeiçoou e criou alternativas para continuar no mercado de créditos, dispondo de modalidades diversas e permitindo desde a compra de eletroeletrônicos, automotivos, imóveis e até mesmo serviços. Para facilitar o pagamento, adotou novas regras que abrem, por exemplo, para a possibilidade do uso do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) nos grupos de consórcio de imóveis. O consorciado pode usar o saldo do FGTS para dar como lance nas assembleias mensais do grupo. O consumidor também pode usar o crédito do consórcio, uma vez contemplado, para quitar outro bem que esteja financiado em seu nome. “Com esta mudança o cliente pode quitar aquele financiamento que ele tem de outro bem, e que as taxas aplicadas são superiores as taxas do consórcio”, comenta Gilberto. Há, no entanto, uma vantagem em relação aos financiamentos que tem atraído o consumidor: o custo final, que é significativamente menor para a aquisição do bem, em comparação com outros tipos de financiamentos. Embora o consumidor não obtenha o produto no ato da assinatura do contrato, o valor final pago para aquisição do bem pode chegar a ser 300% menor do que o total pago na modalidade de financiamento mais utilizada pelo mercado de automóveis, o Leasing, por exemplo. (conforme quadro de simulação abaixo). “A vantagem do consórcio é simples, a modalidade tem apenas a taxa de administração que se divide mês a mês, e a atualização dos valores é feita a com base no valor do bem objeto do consórcio. Muitas vezes o cliente começa pagando um valor de parcela e em um determinado mês a parcela diminui. Depende da tabela de preços do fabricante. Mas o custo final sempre será menor do que um financiamento direto”, afirma o gerente. Outra vantagem é a facilidade para realizar um consórcio, pois não é exigido qualquer documento. O gerente avisa, porém, que é preciso cautela por parte do cliente, para que não assuma uma parcela a qual não tenha condições de pagar: “O comprador deve, no entanto, estar ciente de que é capaz de assumir aquele compromisso financeiro, declarando formalmente isso em sua adesão”, explica. A estabilidade econômica criou um novo tipo de consumidor, mais atento e que pode programar seus investimentos e compras a médio e longo prazo. “Quando o cliente pode aguardar para ter o bem em mãos e compara o gasto final, é provável que opte por um consórcio no lugar do financiamento,” explica Marenda. Segundo ele, este fator também atraiu o consumidor mais jovem, que encontrou no consórcio uma forma de investimento seguro para o futuro: “Hoje é muito comum recebermos clientes de 20 a 30 anos que sabem fazer contas e investem no consórcio,” afirma.


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Desde os primordios das mais primitivas civilizações, o homen sempre se organizou em grupos. Considerou indispensável e necessário os avanços da urbanização, para facilitar e organizar o convivio dessa sociedade em crescente evolução ,bastando lembrar que o bem imovel é o combustivel indispensável e essencial a preservação e desenvolvimento da vida.