domingo, 18 de julho de 2010

Maioria compra imóvel usado com financiamento

18/07/2010

Quem opta pela aquisição de um segundo imóvel deve se preocupar com sua capacidade de endividamento.

"Não podemos dizer que é um negócio da China porque o mercado está bastante aquecido", avalia Evaldo Alves, professor de economia da FGV/Eaesp (Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas).

"Mas, para quem dispõe de recursos, é um bom momento para a compra do segundo imóvel ou de um imóvel maior porque o mercado imobiliário está crescendo firme, de forma segura e sem risco de bolha", afirma.

Crédito leva à compra de 2º imóvel, mas consultores fazem ressalvas

"Para quem não dispõe, é importante ter cuidado para que os encargos do financiamento não inviabilizem o fluxo da renda, que não deve ser mais do que 30% comprometida. E há de se ter também atenção especial aos juros."

Apesar de a posse de uma propriedade influenciar positivamente na concessão do empréstimo, para os bancos, o critério principal é mesmo o comprometimento da renda.

"O crédito está limitado a até 27% do rendimento, e isso não muda se a pessoa tem um imóvel quitado", explica Flávio Prando, vice-presidente do Secovi-SP.

O recurso do empréstimo imobiliário foi usado em 50,15% das vendas de usados na cidade de São Paulo no primeiro quadrimestre do ano, segundo pesquisa do Creci-SP. Na Grande São Paulo, esse índice chega a 71%.

Para o advogado e investidor M.S., 36, que fez pela primeira vez um financiamento, as taxas de juros cobradas pelos bancos são altas, mas ainda compensam.

Mesmo podendo quitar o saldo devedor de R$ 200 mil de seu novo apartamento, ele optou pelo crédito bancário.

O investidor calcula que a rentabilidade que consegue com esse dinheiro é de 12% ao ano, no mínimo. Em média, diz, o banco cobra dele 10,7% anuais, o que tornaria vantajosa a sua escolha.

SEM FGTS

Quem ainda paga pelo primeiro imóvel e já pensa no segundo pode viabilizar essa nova aquisição renegociando com o banco as condições -prazo de quitação e juros- do financiamento existente.

A prática é recomendada somente quando a pessoa tem renda para pagar as duas propriedades e está ciente de que, em caso de inadimplência, poderá ficar sem nenhuma das duas, alerta o professor José Dutra Sobrinho, vice-presidente da Ordem dos Economistas do Brasil.

Uma desvantagem da compra do segundo imóvel em relação à do primeiro é a impossibilidade de utilizar o saldo do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço).

Segundo a assessoria de imprensa da Caixa Econômica Federal, para usar essa fonte de recurso é preciso vender o primeiro imóvel, além de respeitar o prazo de três anos em relação à utilização anterior do fundo.
Fonte: Folha On Line


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Esse blog é destinado, à todos que apreciam a informação, como fonte de cultura e entretenimento.
Desde os primordios das mais primitivas civilizações, o homen sempre se organizou em grupos. Considerou indispensável e necessário os avanços da urbanização, para facilitar e organizar o convivio dessa sociedade em crescente evolução ,bastando lembrar que o bem imovel é o combustivel indispensável e essencial a preservação e desenvolvimento da vida.