06/01/2010
Setor imobiliário cai e pode ameaçar retomada nos EUA
A negociação para a venda de casas usadas nos EUA teve uma forte queda em novembro, o que contribuiu para aumentar as dúvidas sobre a capacidade de recuperação do setor imobiliário do país. E, por consequência, da economia americana como um todo. O índice de vendas pendentes de casas, baseado em contratos assinados mais não totalmente fechados, caiu 16% em relação a outubro. Esse índice é calculado pela Associação Nacional de Corretores de Imóveis dos EUA.
Analistas esperavam uma queda, mas muito menor do que a divulgada ontem. Especialistas ouvidos em um levantamento feito pela agência de notícias Reuters acreditavam num recuo de 2% no índice. Esse foi o primeiro resultado negativo depois de nove meses seguidos de alta. O índice de vendas pendentes de um mês costuma adiantar como será o desempenho das vendas de imóveis residenciais depois de um ou dois meses. Embora as vendas tenham ficado 15,5% maiores do que as de novembro de 2008, a queda mensal do indicador mostra como o ritmo de vendas de casas e apartamentos nos EUA ainda depende muito de um programa de incentivo fiscal que o governo criou para facilitar a compra da casa própria. O revés do setor ainda não indica que a economia americana como um todo voltará à recessão. Mas economistas e investidores, como Paul Krugman e Warren Buffett, vêm alertando para o risco de uma recaída da economia. A indústria, porém, vem ajudando a reforçar o otimismo. Dados divulgados ontem pelo Departamento de Comércio mostram que as encomendas às fábricas em novembro tiveram uma forte alta. O aumento foi de 1,1%, superando as previsões do mercado de alta de 0,5%. Foi o terceiro mês seguido de alta. O dado reforça a tendência de recuperação do setor industrial americano num momento em fábricas da China e da Europa também dão sinais de recuperação. Os dois balanços mostram que enquanto o mercado imobiliário continua vulnerável as fábricas de aço, computadores e produtos químicos estão se recuperando a um ritmo surpreendente. No caso das casas, corretores de imóveis atribuíram o mau resultado ao fato de que os americanos estão negociando com mais calma agora que o programa de incentivo fiscal foi prorrogado. O programa, que dá um incentivo de até US$ 8 mil para quem está comprando seu primeiro imóvel residencial, estava programado para acabar em novembro, mas o Congresso decidiu ampliar o prazo. O que preocupa muitos analistas é se a recuperação que vinha sendo observada no mercado de imóveis vai empacar de vez quando o programa federal de incentivo acabar. "Essa queda repentina põe em risco a estabilidade que o mercado imobiliário experimentou nos últimos meses", escreveu Guy LeBas, estrategista do Janney Montgomery Scott. "Isso [a queda no índice] estava para acontecer em algum momento, embora não nessas proporções", observou Jennifer Lee, economista sênior do BMO Capital Markets. "Só no início da primavera [no hemisfério norte, em março] que veremos aumentos significativos nas vendas, enquanto as pessoas que buscam uma casa vão reagindo à prorrogação do incentivo", avalia Lawrence Yun, economista-chefe da associação dos corretores.
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
O Segredo
Aos Parceiros e Futuros Clientes
Esse blog é destinado, à todos que apreciam a informação, como fonte de cultura e entretenimento.
Desde os primordios das mais primitivas civilizações, o homen sempre se organizou em grupos. Considerou indispensável e necessário os avanços da urbanização, para facilitar e organizar o convivio dessa sociedade em crescente evolução ,bastando lembrar que o bem imovel é o combustivel indispensável e essencial a preservação e desenvolvimento da vida.
Desde os primordios das mais primitivas civilizações, o homen sempre se organizou em grupos. Considerou indispensável e necessário os avanços da urbanização, para facilitar e organizar o convivio dessa sociedade em crescente evolução ,bastando lembrar que o bem imovel é o combustivel indispensável e essencial a preservação e desenvolvimento da vida.