18/02/2010
BR Properties tenta captar R$ 1,7 bilhão em ações
A BR Properties, empresa do setor imobiliário, anunciou os detalhes de uma oferta pública primária e secundária de ações que pode chegar a um valor de R$ 1,7 bilhão. De acordo com o comunicado divulgado pela companhia, os recursos serão usados em grande parte na aquisição de imóveis, mas também na área de desenvolvimento e incorporação. "Estamos em negociações avançadas para aquisição de diversos imóveis, entretanto, ainda não temos uma posição definida sobre quais ativos de fato iremos adquirir", diz o documento.
Serão distribuídas inicialmente 71,8 milhões de ações ordinárias, cujos preços devem variar entre R$ 14 e R$ 18, mas esse valor só será definido com o fim do processo de intenções de investimento, que vai até 4 de março. A negociação dos ativos começará no dia 8. A companhia controla 46 imóveis nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Belo Horizonte, que em conjunto representam um valor total de mercado de R$ 1,7 bilhão. A empresa, basicamente, mantém suas propriedades sob locação, especialmente escritórios - o que acarreta numa lenta formação de capital. A oferta de ações vem para aumentar de forma expressiva a capacidade de investimento e a ampliação do portfólio. Por trás da BR Properties estão nomes de peso como a GP Investiments, o banco americano Lehman Brothers, a família Safra e os donos do Empire State Building. A empresa abriu capital em janeiro de 2006, mas desde então não havia negociado suas ações. Ensaiou uma tentativa em 2008, mas abortou a ideia depois da crise do subprime nos Estados Unidos. Na oferta anunciada ontem, está previsto que alguns acionistas vão vender 12 milhões de ações ordinárias no lote adicional, o equivalente a até 17% da quantidade original. A oferta prevê, ainda, um lote suplementar de até 15%. Entre os acionistas que devem vender parte de suas ações estão o GP Investments, por meio de três fundos e controladas (GPCM, Private Equity Partners A e Private Equity Partners B), e os empresários João Roberto Marinho e José Roberto Marinho. A oferta ao varejo será de no mínimo 10% e máximo de 15%. O período de reserva é de 24 de fevereiro até 3 de março. Fonte: O Estado de S. Paulo
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
17/02/2010
Aluguel que vence em fevereiro pode cair 0,67%
Esse é o valor do IGP-M acumulado de fevereiro de 2009 a janeiro de 2010
O Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), da Fundação Getúlio Vargas (FGV), tradicionalmente eleito como indexador dos contratos de aluguel, aumentou 0,63% em janeiro. Com isso, os contratos de locação com aniversário em fevereiro poderão ser deflacionados em 0,67%, variação acumulada do índice entre fevereiro de 2009 e janeiro de 2010.
“Esse aumento, que provavelmente decorre da recente desvalorização do real diante do dólar norte-americano, amenizou o processo de escalada da deflação acumulada do índice observada entre os meses de setembro e dezembro de 2009”, analisa Roberto Akazawa, gerente do Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP (Sindicato da Habitação).
Os contratos de locação com reajuste em janeiro, indexados pela variação acumulada do IGP-M de janeiro a dezembro de 2009, tiveram, de acordo com Akazawa, reajuste de -1,72%, ou um fator de multiplicação dos valores vigentes de 0,9828. Para os contratos que vencem em fevereiro, esse mesmo fator é de 0,9933.
Exemplo de cálculo do aluguel
Uma forma direta e simples de calcular o aluguel é utilizar o fator de reajuste. No caso, o fator a ser multiplicado nos contratos vigentes até janeiro é de 0,9933. Se o valor da locação de fevereiro de 2009 a janeiro de 2010 foi, por exemplo, de R$ 1 mil, o aluguel a ser pago no final de fevereiro ou início de março será de R$ 993,30.
Fatores de Reajuste de aluguel
- Contrato com aniversário em dezembro de 2009 e pagamento em janeiro de 2010: 0,9841
- Contrato com aniversário em janeiro de 2010 e pagamento em fevereiro de 2010: 0,9828
- Contrato com aniversário em fevereiro de 2010 e pagamento em março de 2010: 0,9933
Aluguel que vence em fevereiro pode cair 0,67%
Esse é o valor do IGP-M acumulado de fevereiro de 2009 a janeiro de 2010
O Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), da Fundação Getúlio Vargas (FGV), tradicionalmente eleito como indexador dos contratos de aluguel, aumentou 0,63% em janeiro. Com isso, os contratos de locação com aniversário em fevereiro poderão ser deflacionados em 0,67%, variação acumulada do índice entre fevereiro de 2009 e janeiro de 2010.
“Esse aumento, que provavelmente decorre da recente desvalorização do real diante do dólar norte-americano, amenizou o processo de escalada da deflação acumulada do índice observada entre os meses de setembro e dezembro de 2009”, analisa Roberto Akazawa, gerente do Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP (Sindicato da Habitação).
Os contratos de locação com reajuste em janeiro, indexados pela variação acumulada do IGP-M de janeiro a dezembro de 2009, tiveram, de acordo com Akazawa, reajuste de -1,72%, ou um fator de multiplicação dos valores vigentes de 0,9828. Para os contratos que vencem em fevereiro, esse mesmo fator é de 0,9933.
Exemplo de cálculo do aluguel
Uma forma direta e simples de calcular o aluguel é utilizar o fator de reajuste. No caso, o fator a ser multiplicado nos contratos vigentes até janeiro é de 0,9933. Se o valor da locação de fevereiro de 2009 a janeiro de 2010 foi, por exemplo, de R$ 1 mil, o aluguel a ser pago no final de fevereiro ou início de março será de R$ 993,30.
Fatores de Reajuste de aluguel
- Contrato com aniversário em dezembro de 2009 e pagamento em janeiro de 2010: 0,9841
- Contrato com aniversário em janeiro de 2010 e pagamento em fevereiro de 2010: 0,9828
- Contrato com aniversário em fevereiro de 2010 e pagamento em março de 2010: 0,9933
17/02/2010
Imóvel é opção para diversificar a aposentadoria
Investimento pode ser feito em ativo físico ou em produtos financeiros
Yolanda Fordelone
SÃO PAULO - Não é de hoje que o investimento em imóveis está entre os preferidos dos brasileiros. A novidade é que, no ambiente em que as pessoas se preocupam cada vez mais com a renda depois da aposentadoria, o segmento imobiliário surge como opção para a poupança de longo prazo.
Especialistas indicam o segmento como uma alternativa para aumentar a renda na terceira idade. Ou seja, não se recomenda que todo o dinheiro seja imobilizado em um imóvel. “A vantagem não está na rentabilidade, pois as taxas de aluguel raramente batem os melhores produtos de renda fixa e previdência. É inegável, porém, o benefício da diversificação proporcionada por uma pequena carteira de imóveis”, avalia o consultor Gustavo Cerbasi.
“No caso de uma crise, o pior efeito é a perda do inquilino, não do patrimônio, enquanto alguns produtos financeiros, quando mal escolhidos, podem trazer até perdas totais.” Atualmente, o aluguel mensal equivale a cerca de 0,5% do valor do imóvel. “Quando o retorno atinge 1%, está super bem alugado”, diz o economista Francis Brode Hesse.
Em termos de valorização, a história tem mostrado que os imóveis também são boa opção. Nos últimos três anos, enquanto o preço dos imóveis avançou 85%, o Ibovespa subiu 47,8%.
Em geral, imóveis pequenos, como salas comerciais e apartamentos de dois dormitórios, são os mais indicados, pois têm três características: oferecem retornos mais atrativos, têm muita procura – não ficam desocupados por muito tempo – e se encaixam na estratégia de diversificação da carteira (por causa do valor).
“A porcentagem de retorno tende a se reduzir em imóveis de valor elevado”, diz o economista Marcos Silvestre. “Para fins de aposentadoria, os imóveis pequenos são mais interessantes, pois permitem redução do custo de vacância”, completa Cerbasi.
O principal risco quando se pensa em imóveis é a liquidez, mas até isso pode se tornar uma vantagem no caso da aposentadoria. “Nessa época, o aposentado precisa de um fluxo de caixa periódico. Não é muito bom que esteja líquido porque pode sofrer assédio de familiares e amigos”, pondera Silvestre.
Alternativa
Ainda assim, quem teme ficar sem liquidez pode optar pelos produtos financeiros atrelados aos imóveis. “Fundos imobiliários negociados em bolsa de valores permitem que, com um pequeno valor, o investidor consiga aplicar num conjunto de imóveis”, diz o professor da Fipecafi Luís Eduardo Afonso.
Nessa aplicação, por cotas que custam a partir de R$ 1 mil, o investidor recebe mensalmente o rendimento do aluguel proporcional ao número de cotas que possui. “A vantagem é que fundos imobiliários envolvem grandes imóveis, em que a inadimplência tende a ser menor”, diz o sócio do escritório PMKA Advogados Juliano Cornacchia.
“Com uma quantia pequena, compra-se um pedaço de um grande imóvel”, acrescenta. Outro benefício é a isenção de Imposto de Renda para as pessoas físicas.
Quem fizer a opção por um imóvel físico deve saber que algumas questões devem ser observadas. Entre elas, as despesas de condomínios e impostos. “Geralmente, elas são de responsabilidade de do locatário. Mas, se ele deixa de pagar, o imóvel será onerado. Quem sairá perdendo é o proprietário”, aponta Cornacchia. A recomendação é de que esses custos sejam acrescidos ao valor do aluguel, mas pagos pelo próprio dono do imóvel.
“Despesas extraordinárias, como a ampliação da infraestrutura do condomínio, também são de responsabilidade do proprietário”, explica o advogado.
Fonte : Estadão , Economia & Negócios
Imóvel é opção para diversificar a aposentadoria
Investimento pode ser feito em ativo físico ou em produtos financeiros
Yolanda Fordelone
SÃO PAULO - Não é de hoje que o investimento em imóveis está entre os preferidos dos brasileiros. A novidade é que, no ambiente em que as pessoas se preocupam cada vez mais com a renda depois da aposentadoria, o segmento imobiliário surge como opção para a poupança de longo prazo.
Especialistas indicam o segmento como uma alternativa para aumentar a renda na terceira idade. Ou seja, não se recomenda que todo o dinheiro seja imobilizado em um imóvel. “A vantagem não está na rentabilidade, pois as taxas de aluguel raramente batem os melhores produtos de renda fixa e previdência. É inegável, porém, o benefício da diversificação proporcionada por uma pequena carteira de imóveis”, avalia o consultor Gustavo Cerbasi.
“No caso de uma crise, o pior efeito é a perda do inquilino, não do patrimônio, enquanto alguns produtos financeiros, quando mal escolhidos, podem trazer até perdas totais.” Atualmente, o aluguel mensal equivale a cerca de 0,5% do valor do imóvel. “Quando o retorno atinge 1%, está super bem alugado”, diz o economista Francis Brode Hesse.
Em termos de valorização, a história tem mostrado que os imóveis também são boa opção. Nos últimos três anos, enquanto o preço dos imóveis avançou 85%, o Ibovespa subiu 47,8%.
Em geral, imóveis pequenos, como salas comerciais e apartamentos de dois dormitórios, são os mais indicados, pois têm três características: oferecem retornos mais atrativos, têm muita procura – não ficam desocupados por muito tempo – e se encaixam na estratégia de diversificação da carteira (por causa do valor).
“A porcentagem de retorno tende a se reduzir em imóveis de valor elevado”, diz o economista Marcos Silvestre. “Para fins de aposentadoria, os imóveis pequenos são mais interessantes, pois permitem redução do custo de vacância”, completa Cerbasi.
O principal risco quando se pensa em imóveis é a liquidez, mas até isso pode se tornar uma vantagem no caso da aposentadoria. “Nessa época, o aposentado precisa de um fluxo de caixa periódico. Não é muito bom que esteja líquido porque pode sofrer assédio de familiares e amigos”, pondera Silvestre.
Alternativa
Ainda assim, quem teme ficar sem liquidez pode optar pelos produtos financeiros atrelados aos imóveis. “Fundos imobiliários negociados em bolsa de valores permitem que, com um pequeno valor, o investidor consiga aplicar num conjunto de imóveis”, diz o professor da Fipecafi Luís Eduardo Afonso.
Nessa aplicação, por cotas que custam a partir de R$ 1 mil, o investidor recebe mensalmente o rendimento do aluguel proporcional ao número de cotas que possui. “A vantagem é que fundos imobiliários envolvem grandes imóveis, em que a inadimplência tende a ser menor”, diz o sócio do escritório PMKA Advogados Juliano Cornacchia.
“Com uma quantia pequena, compra-se um pedaço de um grande imóvel”, acrescenta. Outro benefício é a isenção de Imposto de Renda para as pessoas físicas.
Quem fizer a opção por um imóvel físico deve saber que algumas questões devem ser observadas. Entre elas, as despesas de condomínios e impostos. “Geralmente, elas são de responsabilidade de do locatário. Mas, se ele deixa de pagar, o imóvel será onerado. Quem sairá perdendo é o proprietário”, aponta Cornacchia. A recomendação é de que esses custos sejam acrescidos ao valor do aluguel, mas pagos pelo próprio dono do imóvel.
“Despesas extraordinárias, como a ampliação da infraestrutura do condomínio, também são de responsabilidade do proprietário”, explica o advogado.
Fonte : Estadão , Economia & Negócios
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
16/02/2010
Iguatemi, do Grupo Jereissati, vai administrar a Villa Daslu
A Iguatemi Empresa de Shopping Centers será a nova administradora da Villa Daslu.
Foi confirmada a assinatura do contrato entre a empresa e a WTorre Empreendimentos Imobiliários, dona do terreno e dos imóveis. A Villa Daslu, marca de Eliana Tranchesi, instalada numa suntuosa construção na Vila Olímpia, zona sul de São Paulo, a partir de 1º de março vai integrar o Complexo JK, que incluiu um shopping de luxo (o JK Iguatemi, com previsão de inauguração em março de 2011), e três torres comerciais (duas em construção). A ideia, segundo o comunicado das duas empresas, é buscar sinergias entre os negócios do Iguatemi, da família Jereissati, e a Villa Daslu. "Com a administração da Villa Daslu, passamos a ser os administradores de todo o complexo e damos o primeiro passo para a criação de um projeto diferenciado, objetivando a maior criação de valor para o JK Iguatemi, para a Villa Daslu e para o restante do empreendimento", disse, em comunicado, Carlos Jereissati, presidente da Iguatemi. A empresa de shoppings BRMalls avisou na quarta-feira aos lojistas da Daslu que deixaria de administrar os corners dentro do que ficou conhecido como Villa Daslu. A parceria, iniciada há um ano, surgiu depois de recomendação de consultores que ajudaram a reestruturar a Daslu no período pós-Operação Narciso. As investigações da Polícia Federal, da Receita Federal e do Ministério Público Federal, em julho de 2005, levaram Eliana à prisão, acusada de sonegação, entre outros crimes. O escândalo deflagrou uma onda de boatos sobre o futuro da empresa. Na época, poucos apostavam que Eliana conseguiria se recuperar. Faltava crédito e as araras ficaram desabastecidas das tradicionais grifes. No ano passado saiu a condenação: 94,5 anos de prisão, com direito a recurso. Ontem, enquanto eram acertados os detalhes sobre o futuro da mais conhecida marca de luxo do Brasil, Eliana enfrentava um frio abaixo de zero para conferir a Semana de Moda de Nova York. Eliana evita falar sobre os problemas financeiros e jurídicos. Mas, entre os mais íntimos, já teria confidenciado que parte das notícias sobre a má fase dos negócios tem como origem o Grupo Jereissati. As duas partes sempre estiveram envolvidas em disputas pelos consumidores de alto poder aquisitivo que frequentam tanto a Daslu quanto o Shopping Iguatemi. A Daslu claramente ficou em desvantagem desde o escândalo envolvendo a denúncia de sonegação. Nos últimos tempos, tem precisado renegociar os aluguéis atrasados devidos à WTorre. Segundo a executiva de uma grife internacional de luxo, os maridos, principalmente, passaram a aconselhar as suas mulheres a não comprar na loja de Eliana depois dos problemas com a Justiça, por medo de que os problemas legais respingassem na clientela. Agora, Eliana terá de manter a mais cordial das relações com o novo administrador da sua empresa. Por e-mail, a empresária disse ao Estado: "As noticias sobre a Daslu são sempre muito tendenciosas e nunca refletem o que há de fato. Não há muito o que dizer, a não ser que somos incansáveis e trabalhamos muito".
Fonte. O Estado de S. Paulo
Iguatemi, do Grupo Jereissati, vai administrar a Villa Daslu
A Iguatemi Empresa de Shopping Centers será a nova administradora da Villa Daslu.
Foi confirmada a assinatura do contrato entre a empresa e a WTorre Empreendimentos Imobiliários, dona do terreno e dos imóveis. A Villa Daslu, marca de Eliana Tranchesi, instalada numa suntuosa construção na Vila Olímpia, zona sul de São Paulo, a partir de 1º de março vai integrar o Complexo JK, que incluiu um shopping de luxo (o JK Iguatemi, com previsão de inauguração em março de 2011), e três torres comerciais (duas em construção). A ideia, segundo o comunicado das duas empresas, é buscar sinergias entre os negócios do Iguatemi, da família Jereissati, e a Villa Daslu. "Com a administração da Villa Daslu, passamos a ser os administradores de todo o complexo e damos o primeiro passo para a criação de um projeto diferenciado, objetivando a maior criação de valor para o JK Iguatemi, para a Villa Daslu e para o restante do empreendimento", disse, em comunicado, Carlos Jereissati, presidente da Iguatemi. A empresa de shoppings BRMalls avisou na quarta-feira aos lojistas da Daslu que deixaria de administrar os corners dentro do que ficou conhecido como Villa Daslu. A parceria, iniciada há um ano, surgiu depois de recomendação de consultores que ajudaram a reestruturar a Daslu no período pós-Operação Narciso. As investigações da Polícia Federal, da Receita Federal e do Ministério Público Federal, em julho de 2005, levaram Eliana à prisão, acusada de sonegação, entre outros crimes. O escândalo deflagrou uma onda de boatos sobre o futuro da empresa. Na época, poucos apostavam que Eliana conseguiria se recuperar. Faltava crédito e as araras ficaram desabastecidas das tradicionais grifes. No ano passado saiu a condenação: 94,5 anos de prisão, com direito a recurso. Ontem, enquanto eram acertados os detalhes sobre o futuro da mais conhecida marca de luxo do Brasil, Eliana enfrentava um frio abaixo de zero para conferir a Semana de Moda de Nova York. Eliana evita falar sobre os problemas financeiros e jurídicos. Mas, entre os mais íntimos, já teria confidenciado que parte das notícias sobre a má fase dos negócios tem como origem o Grupo Jereissati. As duas partes sempre estiveram envolvidas em disputas pelos consumidores de alto poder aquisitivo que frequentam tanto a Daslu quanto o Shopping Iguatemi. A Daslu claramente ficou em desvantagem desde o escândalo envolvendo a denúncia de sonegação. Nos últimos tempos, tem precisado renegociar os aluguéis atrasados devidos à WTorre. Segundo a executiva de uma grife internacional de luxo, os maridos, principalmente, passaram a aconselhar as suas mulheres a não comprar na loja de Eliana depois dos problemas com a Justiça, por medo de que os problemas legais respingassem na clientela. Agora, Eliana terá de manter a mais cordial das relações com o novo administrador da sua empresa. Por e-mail, a empresária disse ao Estado: "As noticias sobre a Daslu são sempre muito tendenciosas e nunca refletem o que há de fato. Não há muito o que dizer, a não ser que somos incansáveis e trabalhamos muito".
Fonte. O Estado de S. Paulo
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
15/02/2010
Recadastramento de imóveis é finalizado para cobrança de IPTU
Fonte: Assessoria com Redação
O departamento de tributação da Secretaria de Fazenda deve finalizar, nos próximos dias, o processo de recadastramento imobiliário do município para a campanha do IPTU. São aproximadamente 30 mil imóveis no município. "A princípio todos são tributados, ou seja, todos devem recolher o IPTU. Aqueles contribuintes que têm direito à isenção, como os idosos, devem procurar o Departamento para requerer a isenção", disse coordenador, Estélio Negri. Idosos poderão ser representados.
Os moradores que contribuiram com melhorias urbanas, como a construção de calçadas e muros até abril do ano passado terão descontos inclusos no valor do imposto. Já os que realizaram estas obras de melhorias a partir de abril têm de comparecer ao departamento para solicitar as deduções.
Os carnês deverão ser finalizados nos próximos dias para o início da distribuição.
Recadastramento de imóveis é finalizado para cobrança de IPTU
Fonte: Assessoria com Redação
O departamento de tributação da Secretaria de Fazenda deve finalizar, nos próximos dias, o processo de recadastramento imobiliário do município para a campanha do IPTU. São aproximadamente 30 mil imóveis no município. "A princípio todos são tributados, ou seja, todos devem recolher o IPTU. Aqueles contribuintes que têm direito à isenção, como os idosos, devem procurar o Departamento para requerer a isenção", disse coordenador, Estélio Negri. Idosos poderão ser representados.
Os moradores que contribuiram com melhorias urbanas, como a construção de calçadas e muros até abril do ano passado terão descontos inclusos no valor do imposto. Já os que realizaram estas obras de melhorias a partir de abril têm de comparecer ao departamento para solicitar as deduções.
Os carnês deverão ser finalizados nos próximos dias para o início da distribuição.
14/02/2010
Áreas de enchente têm lançamentos imobiliários valorizados
CRISTIANE CAPUCHINHO
Folha de S.Paulo
O aquecimento do mercado imobiliário e a falta de terrenos para incorporação têm levado ao lançamento de imóveis em regiões da cidade de São Paulo onde tradicionalmente surgem pontos de alagamento. Áreas preteridas anteriormente se tornaram a bola da vez em bairros que se valorizam.
É o caso da avenida Mofarrej, na Vila Leopoldina (zona oeste). A via, nas proximidades da Ceagesp, é conhecida pelos problemas na estação das chuvas. Entretanto, de 2009 até agora, houve 4 lançamentos residenciais, 3 deles já completamente vendidos.
O acontecimento não é privilégio do encontro entre as marginais Pinheiros e Tietê. Nas cercanias da avenida do Estado, na rua Cipriano Barata, no Ipiranga (zona sul), um empreendimento sobe contestando o histórico do local. Na Pompeia (zona oeste) há outro exemplo no cruzamento das ruas Venâncio Aires e Barão do Bananal.
"É a falta de terrenos", assevera Celso Amaral, diretor corporativo da Amaral d'Avila Engenharia de Avaliações e da empresa de pesquisas imobiliárias Geoimovel. "Mas são lugares arriscados [para comprar imóveis] enquanto os problemas não forem resolvidos", opina.
Os lançamentos surpreendem por seguir o preço médio dessas regiões, apesar de sua localização desvantajosa.
O metro quadrado a R$ 4.200 em um dos empreendimentos da Mofarrej é comparável ao de apartamentos vendidos nas ruas Aliança Liberal e Nagel --que ficam em um trecho mais valorizado, sem enchentes, da Vila Leopoldina- e ultrapassa a média do bairro (R$ 4.000), de acordo com a Geoimovel.
"Com a chegada de moradores, o poder público tem que se movimentar", observa o corretor Roberto Wagner Michele.
É com esse pensamento que os compradores fecham negócio no mesmo dia em que o empreendimento é lançado.
"Esperava pagar menos", afirma o arquiteto Rafael Sampaio, 32, que adquiriu um apartamento de 70 m2 na avenida. Mas diz confiar na valorização do bem: "A especulação imobiliária vai desenvolver a área".
Áreas de enchente têm lançamentos imobiliários valorizados
CRISTIANE CAPUCHINHO
Folha de S.Paulo
O aquecimento do mercado imobiliário e a falta de terrenos para incorporação têm levado ao lançamento de imóveis em regiões da cidade de São Paulo onde tradicionalmente surgem pontos de alagamento. Áreas preteridas anteriormente se tornaram a bola da vez em bairros que se valorizam.
É o caso da avenida Mofarrej, na Vila Leopoldina (zona oeste). A via, nas proximidades da Ceagesp, é conhecida pelos problemas na estação das chuvas. Entretanto, de 2009 até agora, houve 4 lançamentos residenciais, 3 deles já completamente vendidos.
O acontecimento não é privilégio do encontro entre as marginais Pinheiros e Tietê. Nas cercanias da avenida do Estado, na rua Cipriano Barata, no Ipiranga (zona sul), um empreendimento sobe contestando o histórico do local. Na Pompeia (zona oeste) há outro exemplo no cruzamento das ruas Venâncio Aires e Barão do Bananal.
"É a falta de terrenos", assevera Celso Amaral, diretor corporativo da Amaral d'Avila Engenharia de Avaliações e da empresa de pesquisas imobiliárias Geoimovel. "Mas são lugares arriscados [para comprar imóveis] enquanto os problemas não forem resolvidos", opina.
Os lançamentos surpreendem por seguir o preço médio dessas regiões, apesar de sua localização desvantajosa.
O metro quadrado a R$ 4.200 em um dos empreendimentos da Mofarrej é comparável ao de apartamentos vendidos nas ruas Aliança Liberal e Nagel --que ficam em um trecho mais valorizado, sem enchentes, da Vila Leopoldina- e ultrapassa a média do bairro (R$ 4.000), de acordo com a Geoimovel.
"Com a chegada de moradores, o poder público tem que se movimentar", observa o corretor Roberto Wagner Michele.
É com esse pensamento que os compradores fecham negócio no mesmo dia em que o empreendimento é lançado.
"Esperava pagar menos", afirma o arquiteto Rafael Sampaio, 32, que adquiriu um apartamento de 70 m2 na avenida. Mas diz confiar na valorização do bem: "A especulação imobiliária vai desenvolver a área".
sábado, 13 de fevereiro de 2010
13/02/2010
INSS arrecada R$ 1,778 milhão com leilão de apartamentos
Lourenço Canuto
Repórter da Agência Brasil
Brasília - O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) arrecadou R$ 1,778 milhão com a venda à vista de sete, de um total de oito apartamentos levados a leilão na última quarta-feira (10) em Brasília.
São apartamentos situados na área Octogonal e no Plano Piloto, que foram ofertados com base em avaliação feita pela Caixa Econômica Federal (CEF). Eles integram uma lista de 32 unidades construídas em 1988 para abrigar funcionários que saíram do Rio de Janeiro para trabalhar no Distrito Federal, em consequência da transferência da direção central do órgão.
O instituto já havia sinalizado que na ausência de lances os imóveis poderiam ficar até 40% mais baratos que os valores sugeridos, o que acabou ocorrendo no leilão.
No último dia 3, foram vendidos outros oito apartamentos, tendo os preços ficado entre 60% e 80% do valor de oferta. Foram arrecadados R$ 1,998 milhão.
Os 16 imóveis que restam para serem arrematados, da lista de 32, serão vendidos em mais dois leilões, que poderão ocorrer ainda neste semestre. O INSS exige que os interessados depositem na Caixa Econômica Federal, até o último dia útil que antecede o leilão, 5% do preço avaliado, a título de caução.
INSS arrecada R$ 1,778 milhão com leilão de apartamentos
Lourenço Canuto
Repórter da Agência Brasil
Brasília - O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) arrecadou R$ 1,778 milhão com a venda à vista de sete, de um total de oito apartamentos levados a leilão na última quarta-feira (10) em Brasília.
São apartamentos situados na área Octogonal e no Plano Piloto, que foram ofertados com base em avaliação feita pela Caixa Econômica Federal (CEF). Eles integram uma lista de 32 unidades construídas em 1988 para abrigar funcionários que saíram do Rio de Janeiro para trabalhar no Distrito Federal, em consequência da transferência da direção central do órgão.
O instituto já havia sinalizado que na ausência de lances os imóveis poderiam ficar até 40% mais baratos que os valores sugeridos, o que acabou ocorrendo no leilão.
No último dia 3, foram vendidos outros oito apartamentos, tendo os preços ficado entre 60% e 80% do valor de oferta. Foram arrecadados R$ 1,998 milhão.
Os 16 imóveis que restam para serem arrematados, da lista de 32, serão vendidos em mais dois leilões, que poderão ocorrer ainda neste semestre. O INSS exige que os interessados depositem na Caixa Econômica Federal, até o último dia útil que antecede o leilão, 5% do preço avaliado, a título de caução.
13/02/10 - G1O Portal de Notícias da Globo
Preço de imóveis em áreas urbanas da China sobe 9,5%
Pequim, 13 fev (EFE).- O preço dos imóveis em 70 grandes e médias cidades da China aumentou 9,5% entre janeiro de 2009 e janeiro de 2010, e 1,3% entre o mês passado e dezembro do ano anterior, informou o Escritório Nacional de Estatísticas.
Segundo o órgão, a alta anualizada registrada em janeiro foi a maior dos últimos 19 meses.
No primeiro mês deste ano, o preço dos imóveis residenciais novos subiu 11,3% em relação a janeiro de 2009 e 1,7% na comparação com dezembro último.
Já o valor dos imóveis de segunda mão nas grandes e médias cidades do país registrou um aumento anualizado de 8% em janeiro de 2010 e uma alta de 0,9% em relação ao último mês de 2009.
Diante dos dados apresentados, analistas destacaram a importância de as autoridades evitarem uma eventual bolha imobiliária. EFE
Preço de imóveis em áreas urbanas da China sobe 9,5%
Pequim, 13 fev (EFE).- O preço dos imóveis em 70 grandes e médias cidades da China aumentou 9,5% entre janeiro de 2009 e janeiro de 2010, e 1,3% entre o mês passado e dezembro do ano anterior, informou o Escritório Nacional de Estatísticas.
Segundo o órgão, a alta anualizada registrada em janeiro foi a maior dos últimos 19 meses.
No primeiro mês deste ano, o preço dos imóveis residenciais novos subiu 11,3% em relação a janeiro de 2009 e 1,7% na comparação com dezembro último.
Já o valor dos imóveis de segunda mão nas grandes e médias cidades do país registrou um aumento anualizado de 8% em janeiro de 2010 e uma alta de 0,9% em relação ao último mês de 2009.
Diante dos dados apresentados, analistas destacaram a importância de as autoridades evitarem uma eventual bolha imobiliária. EFE
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
12/02/2010
Construção civil gera 213 mil empregos em 2009 e atinge recorde
A construção civil contratou mais 213 mil profissionais no ano passado, uma alta de 10,21% frente ao ano anterior. No último mês de 2009, o setor atingiu a marca recorde de 2,298 milhões de empregados. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (11) pelo SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo), que realiza o estudo em parceria com a FGV (Fundação Getulio Vargas).
“A construção civil serviu de mola-mestra da economia brasileira, por conta de seu potencial gerador de obras e empregos em todo o País”, afirmou o presidente do SindusCon-SP, Sérgio Watanabe. Para 2010, o que se espera é um aumento do PIB (Produto Interno Bruto) da construção civil próximo a 9%, com a contratação de mais 180 mil trabalhadores. Desta forma, o setor deve fechar o ano com saldo de mais de 3 milhões de empregos. Apesar do resultado positivo no ano, em dezembro, as contratações no setor tiveram saldo negativo de 53,5 mil em todo o Brasil, o que representa queda de 2,28% no nível de emprego, na comparação com novembro. O Centro-Oeste foi o que registrou maior queda em dezembro (-5,23% e -9.035 vagas), seguido do Norte (-4,32% e -5.170 vagas), Sul (-2,53% e -8.210 vagas), Sudeste (-2,03% e -26.196 vagas) e Nordeste (-4,32% e -4.914 vagas). No estado de São Paulo, o setor demitiu 8,8 mil pessoas em dezembro. Mesmo assim, fechou o ano com mais 58,2 mil vagas de trabalho. O saldo de empregos na construção civil paulistana é de 319,3 mil pessoas. Na capital, foram gerados 33,8 mil postos de trabalho no ano, apesar do saldo negativo de 3,9 mil pessoas em dezembro. Fonte: InfoMoney
Construção civil gera 213 mil empregos em 2009 e atinge recorde
A construção civil contratou mais 213 mil profissionais no ano passado, uma alta de 10,21% frente ao ano anterior. No último mês de 2009, o setor atingiu a marca recorde de 2,298 milhões de empregados. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (11) pelo SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo), que realiza o estudo em parceria com a FGV (Fundação Getulio Vargas).
“A construção civil serviu de mola-mestra da economia brasileira, por conta de seu potencial gerador de obras e empregos em todo o País”, afirmou o presidente do SindusCon-SP, Sérgio Watanabe. Para 2010, o que se espera é um aumento do PIB (Produto Interno Bruto) da construção civil próximo a 9%, com a contratação de mais 180 mil trabalhadores. Desta forma, o setor deve fechar o ano com saldo de mais de 3 milhões de empregos. Apesar do resultado positivo no ano, em dezembro, as contratações no setor tiveram saldo negativo de 53,5 mil em todo o Brasil, o que representa queda de 2,28% no nível de emprego, na comparação com novembro. O Centro-Oeste foi o que registrou maior queda em dezembro (-5,23% e -9.035 vagas), seguido do Norte (-4,32% e -5.170 vagas), Sul (-2,53% e -8.210 vagas), Sudeste (-2,03% e -26.196 vagas) e Nordeste (-4,32% e -4.914 vagas). No estado de São Paulo, o setor demitiu 8,8 mil pessoas em dezembro. Mesmo assim, fechou o ano com mais 58,2 mil vagas de trabalho. O saldo de empregos na construção civil paulistana é de 319,3 mil pessoas. Na capital, foram gerados 33,8 mil postos de trabalho no ano, apesar do saldo negativo de 3,9 mil pessoas em dezembro. Fonte: InfoMoney
12/02/2010
Mercado segue em recuperação
Ações de empresas ligadas a construção civil continuaram suas trajetórias de alta no pregão de ontem. O destaque maior foram as ações ON da Gafisa, que brilharam no topo da lista de valorizações, com alta de 4,64% a R$ 26,40. No ano, o papel acumula perda de 6,50%. A ON da Cyrela subiu 2,25% e fechou em R$ 22,71. No ano, a ação cai 7,31%. PDG Realty ON avançou 1,21% e fechou em R$ 15,95.
Ao longo de 2010, o papel apura queda de 8,07%. O analista para o setor da Gradual Investimento, Flávio Conde, ressaltou que ações do mercado imobiliário estão se valorizando esta semana após terem sofrido quedas no início deste ano. Segundo ele, além de um movimento de recuperação, as boas perspectivas para o setor no Brasil também favorecem as altas. "Todos acreditam no bom desempenho do setor para o ano", afirma Conde. "Agora, está acontecendo uma recuperação das quedas da semana passada, quando o setor caiu em média 7%", avaliou. Segundo o analista, ações ligadas ao setor têm potencial de valorização de cerca de 20% a 30% em 2010, o que o deixaria em linha com o Ibovespa. A estimativa média de crescimento para o índice Ibovespa ente os analistas está próxima aos 25%. Diferentemente do desempenho observado no pregão de terça-feira, quando estiveram entre as maiores altas, os papéis de empresas de telecomunicações fecharam o dia de ontem em queda. O analista de telecomunicações da Socopa, Osmar Camilo, recomendou cautela com os papéis do setor nesse momento. De acordo com ele, uma possível consolidação envolvendo aas empresas de telecomunicações brasileiras não necessariamente significa benefício para o acionista minoritário. "Pode acontecer o contrário, inclusive. O controlador que adquire a empresa poderá oferecer pela companhia um valor mais barato do que o preço praticado no mercado pelos minoritários", alertou. Camilo disse que o setor merece cuidados especiais por parte do pequeno investidor porque possui histórico recente de problemas societários. Ele citou o caso da Oi com a Brasil Telecom, no qual houve mudança na relação de troca de ações entre as partes envolvidas. No pregão de ontem, Camilo afirmou acreditar que tenha havido uma realização de lucros de curto prazo, após as altas da véspera. As ações PNA da Telemar Norte Leste, que na terça-feira figuraram no topo do Ibovespa, ontem caíram 2,46% fechando a R$ 58,81. Na semana, a ação se valoriza 3,13%. Telemar PN caiu 1,39% e ficou em R$ 32,53. A ação acumula alta de 4,26% na semana. Telemar ON caiu 0,87% a R$ 38,75 enquanto na semana apresenta valorização de 3,92%. "Não acredito que o setor seja uma boa aposta e recomendo cautela", disse Camilo. Após registrar valorização de 5,31% na semana, impulsionados pela possibilidade de fusão dos acionistas da empresa no exterior, os papéis PN da TIM caíram 0,60% a R$4,96. Já os papéis ON, que em geral são mais comercializados, subiram 1,12% a R$ 7,20. O papel acumula alta de 8,11% na semana. De acordo com Camilo, pode ter havido uma realização na ON que não ocorreu na PN. "Como a ação subiu muito no boato, alguns acionistas podem ter feito a opção de realizar. Na ON, isso ainda não ocorreu, mas nada impede de ocorrer", disse. Rússia afeta papéis do setor de carnes. A JBS e a Marfrig, maiores produtoras de carnes do País, subiram no pregão de ontem para a máxima da semana na Bovespa, como reflexo do aumento do volume de exportações e de preços em janeiro, o que aumentou a perspectiva de lucros das duas empresas. A ação da JBS, maior produtora mundial de carnes, foi a R$ 9,28, seu maior nível desde 3 de fevereiro, com ganho de 2,54% na sessão. Marfrig avançou 1,1%, a R$ 22,18. As exportações foram incrementadas sobretudo com a demanda da Rússia, que é o maior importador da carne brasileira, respondendo por cerca de 15% dos embarques. O analista Alan Alanis, do JP Morgan, publicou ontem relatório classificando como "encorajadora" para os papéis o apetite russo pela carne brasileira. "Volumes e preços estão se recuperando gradativamente desde o segundo semestre de 2009. Janeiro de 2010 a recuperação do mercado manteve essa tendência positiva, com os preços avançando 15% e os volumes, 7%, frente a igual mês do ano passado. Para outra companhia do setor, a BRF, o cenário já não é tão positivo, já que as carnes de ave perderam em preço e volumes exportados no período. Possíveis restrições da Rússia a importações de carne de frango americana podem mudar esse cenário. O analista, no entanto, afirma que a Rússia tem feito esforços para buscar a autossuficiência em aves a longo prazo, o que pode atingir as exportações do produto. BRF ON caiu 1,73% ontem.Fonte: Jornal do Commercio
Mercado segue em recuperação
Ações de empresas ligadas a construção civil continuaram suas trajetórias de alta no pregão de ontem. O destaque maior foram as ações ON da Gafisa, que brilharam no topo da lista de valorizações, com alta de 4,64% a R$ 26,40. No ano, o papel acumula perda de 6,50%. A ON da Cyrela subiu 2,25% e fechou em R$ 22,71. No ano, a ação cai 7,31%. PDG Realty ON avançou 1,21% e fechou em R$ 15,95.
Ao longo de 2010, o papel apura queda de 8,07%. O analista para o setor da Gradual Investimento, Flávio Conde, ressaltou que ações do mercado imobiliário estão se valorizando esta semana após terem sofrido quedas no início deste ano. Segundo ele, além de um movimento de recuperação, as boas perspectivas para o setor no Brasil também favorecem as altas. "Todos acreditam no bom desempenho do setor para o ano", afirma Conde. "Agora, está acontecendo uma recuperação das quedas da semana passada, quando o setor caiu em média 7%", avaliou. Segundo o analista, ações ligadas ao setor têm potencial de valorização de cerca de 20% a 30% em 2010, o que o deixaria em linha com o Ibovespa. A estimativa média de crescimento para o índice Ibovespa ente os analistas está próxima aos 25%. Diferentemente do desempenho observado no pregão de terça-feira, quando estiveram entre as maiores altas, os papéis de empresas de telecomunicações fecharam o dia de ontem em queda. O analista de telecomunicações da Socopa, Osmar Camilo, recomendou cautela com os papéis do setor nesse momento. De acordo com ele, uma possível consolidação envolvendo aas empresas de telecomunicações brasileiras não necessariamente significa benefício para o acionista minoritário. "Pode acontecer o contrário, inclusive. O controlador que adquire a empresa poderá oferecer pela companhia um valor mais barato do que o preço praticado no mercado pelos minoritários", alertou. Camilo disse que o setor merece cuidados especiais por parte do pequeno investidor porque possui histórico recente de problemas societários. Ele citou o caso da Oi com a Brasil Telecom, no qual houve mudança na relação de troca de ações entre as partes envolvidas. No pregão de ontem, Camilo afirmou acreditar que tenha havido uma realização de lucros de curto prazo, após as altas da véspera. As ações PNA da Telemar Norte Leste, que na terça-feira figuraram no topo do Ibovespa, ontem caíram 2,46% fechando a R$ 58,81. Na semana, a ação se valoriza 3,13%. Telemar PN caiu 1,39% e ficou em R$ 32,53. A ação acumula alta de 4,26% na semana. Telemar ON caiu 0,87% a R$ 38,75 enquanto na semana apresenta valorização de 3,92%. "Não acredito que o setor seja uma boa aposta e recomendo cautela", disse Camilo. Após registrar valorização de 5,31% na semana, impulsionados pela possibilidade de fusão dos acionistas da empresa no exterior, os papéis PN da TIM caíram 0,60% a R$4,96. Já os papéis ON, que em geral são mais comercializados, subiram 1,12% a R$ 7,20. O papel acumula alta de 8,11% na semana. De acordo com Camilo, pode ter havido uma realização na ON que não ocorreu na PN. "Como a ação subiu muito no boato, alguns acionistas podem ter feito a opção de realizar. Na ON, isso ainda não ocorreu, mas nada impede de ocorrer", disse. Rússia afeta papéis do setor de carnes. A JBS e a Marfrig, maiores produtoras de carnes do País, subiram no pregão de ontem para a máxima da semana na Bovespa, como reflexo do aumento do volume de exportações e de preços em janeiro, o que aumentou a perspectiva de lucros das duas empresas. A ação da JBS, maior produtora mundial de carnes, foi a R$ 9,28, seu maior nível desde 3 de fevereiro, com ganho de 2,54% na sessão. Marfrig avançou 1,1%, a R$ 22,18. As exportações foram incrementadas sobretudo com a demanda da Rússia, que é o maior importador da carne brasileira, respondendo por cerca de 15% dos embarques. O analista Alan Alanis, do JP Morgan, publicou ontem relatório classificando como "encorajadora" para os papéis o apetite russo pela carne brasileira. "Volumes e preços estão se recuperando gradativamente desde o segundo semestre de 2009. Janeiro de 2010 a recuperação do mercado manteve essa tendência positiva, com os preços avançando 15% e os volumes, 7%, frente a igual mês do ano passado. Para outra companhia do setor, a BRF, o cenário já não é tão positivo, já que as carnes de ave perderam em preço e volumes exportados no período. Possíveis restrições da Rússia a importações de carne de frango americana podem mudar esse cenário. O analista, no entanto, afirma que a Rússia tem feito esforços para buscar a autossuficiência em aves a longo prazo, o que pode atingir as exportações do produto. BRF ON caiu 1,73% ontem.Fonte: Jornal do Commercio
12/02/2010
Crédito em 2010 se deslocará de bens duráveis para imóveis
A demanda de crédito da pessoa física este ano deve seguir um perfil bem diferente do registrado no ano passado.
Em 2009, o consumidor aproveitou o impacto benéfico das reduções do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) nos preços de fogões, geladeiras, móveis e automóveis para antecipar compras de bens duráveis, impulsionando as vendas a crédito. O mesmo não deve ocorrer este ano, quando os incentivos fiscais chegam ao fim. Para a Serasa Experian, ocorrerá uma mudança no tipo de crédito procurado pelo consumidor, que deve diminuir o ritmo na compra de duráveis em relação ao ano passado e deslocar interesse para dívidas de longo prazo, especialmente na compra de imóveis. Grandes redes varejistas como a Ricardo Eletro já preparam estratégias para tentar compensar o fim da redução do IPI, e apostam na venda de televisores de LCD, com a proximidade da Copa do Mundo, entre junho e julho, para equilibrar os resultados de 2010 com os do ano passado. A diretora de vendas da rede, Jacqueline Feital, comentou que durante o mundial, as vendas de TVs costumam subir dois dígitos. "Na Copa anterior, de 2006, os televisores de plasma e de LCD eram novidade e tinham preços muito elevados. Mas agora estão mais em conta, acessíveis até mesmo para as classes C e D, com crédito parcelado", concluiu. O gerente de Indicadores de Mercado da Serasa, Luiz Rabi, lembra, porém, que o consumidor brasileiro não compra itens caros, como geladeiras e fogões, todo o ano. E a menor procura por duráveis pode influenciar, sim, o desempenho de crédito pessoal este ano, em relação ao ano passado. "Não acho que a demanda por crédito ao consumidor vá cair, mas acho que o ritmo de alta será mais fraco, em relação ao ano passado", explicou. Em 2009, mesmo com a crise, as operações de crédito para o consumidor no País tiveram um aumento de 14,9%, de acordo com dados do Banco Central reunidos pelo coordenador de Contas Nacionais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Roberto Olinto. Ele explicou que este porcentual é menos intenso do que o apurado em 2008, quando as operações de crédito mostraram alta de 31%. "Porém, a procura por crédito vem mostrando um movimento crescente, desde 2003. E o ano passado foi atípico, devido à crise", disse. Para este ano, na avaliação do técnico da Serasa, as perspectivas de um bom momento macroeconômico para 2010, com possibilidade de aumento no poder aquisitivo da população, devido a reajustes no salário mínimo e bons indicadores no mercado de trabalho, pode levar o consumidor a investir no sonho da casa própria, com a ajuda de financiamentos. "O crédito imobiliário é um tipo de crédito que precisa de confiança elevada por parte do consumidor, e o grau de confiança do consumidor está elevado", disse Rabi. A Losango, empresa de soluções financeiras do HSBC, está acompanhando os novos interesses do consumidor no campo de financiamentos. Mesmo com a crise global no ano passado, a financeira apurou um aumento de 5% no volume de operações financeiras em 2009 ante 2008, impulsionado pelo apetite do consumidor em comprar bens duráveis. Para driblar o provável menor interesse do brasileiro por este tipo de produto nas compras a crédito em 2010, a empresa aposta em financiamentos para material de construção este ano. "Quando o consumidor compra um imóvel, quase sempre realiza obras. Estamos estimando um crescimento de 25% somente para o crédito para material de construção este ano, em relação ao ano passado", afirmou o executivo-chefe da Losango Hilgo Gonçalves. Fonte: Agência Estado
Crédito em 2010 se deslocará de bens duráveis para imóveis
A demanda de crédito da pessoa física este ano deve seguir um perfil bem diferente do registrado no ano passado.
Em 2009, o consumidor aproveitou o impacto benéfico das reduções do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) nos preços de fogões, geladeiras, móveis e automóveis para antecipar compras de bens duráveis, impulsionando as vendas a crédito. O mesmo não deve ocorrer este ano, quando os incentivos fiscais chegam ao fim. Para a Serasa Experian, ocorrerá uma mudança no tipo de crédito procurado pelo consumidor, que deve diminuir o ritmo na compra de duráveis em relação ao ano passado e deslocar interesse para dívidas de longo prazo, especialmente na compra de imóveis. Grandes redes varejistas como a Ricardo Eletro já preparam estratégias para tentar compensar o fim da redução do IPI, e apostam na venda de televisores de LCD, com a proximidade da Copa do Mundo, entre junho e julho, para equilibrar os resultados de 2010 com os do ano passado. A diretora de vendas da rede, Jacqueline Feital, comentou que durante o mundial, as vendas de TVs costumam subir dois dígitos. "Na Copa anterior, de 2006, os televisores de plasma e de LCD eram novidade e tinham preços muito elevados. Mas agora estão mais em conta, acessíveis até mesmo para as classes C e D, com crédito parcelado", concluiu. O gerente de Indicadores de Mercado da Serasa, Luiz Rabi, lembra, porém, que o consumidor brasileiro não compra itens caros, como geladeiras e fogões, todo o ano. E a menor procura por duráveis pode influenciar, sim, o desempenho de crédito pessoal este ano, em relação ao ano passado. "Não acho que a demanda por crédito ao consumidor vá cair, mas acho que o ritmo de alta será mais fraco, em relação ao ano passado", explicou. Em 2009, mesmo com a crise, as operações de crédito para o consumidor no País tiveram um aumento de 14,9%, de acordo com dados do Banco Central reunidos pelo coordenador de Contas Nacionais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Roberto Olinto. Ele explicou que este porcentual é menos intenso do que o apurado em 2008, quando as operações de crédito mostraram alta de 31%. "Porém, a procura por crédito vem mostrando um movimento crescente, desde 2003. E o ano passado foi atípico, devido à crise", disse. Para este ano, na avaliação do técnico da Serasa, as perspectivas de um bom momento macroeconômico para 2010, com possibilidade de aumento no poder aquisitivo da população, devido a reajustes no salário mínimo e bons indicadores no mercado de trabalho, pode levar o consumidor a investir no sonho da casa própria, com a ajuda de financiamentos. "O crédito imobiliário é um tipo de crédito que precisa de confiança elevada por parte do consumidor, e o grau de confiança do consumidor está elevado", disse Rabi. A Losango, empresa de soluções financeiras do HSBC, está acompanhando os novos interesses do consumidor no campo de financiamentos. Mesmo com a crise global no ano passado, a financeira apurou um aumento de 5% no volume de operações financeiras em 2009 ante 2008, impulsionado pelo apetite do consumidor em comprar bens duráveis. Para driblar o provável menor interesse do brasileiro por este tipo de produto nas compras a crédito em 2010, a empresa aposta em financiamentos para material de construção este ano. "Quando o consumidor compra um imóvel, quase sempre realiza obras. Estamos estimando um crescimento de 25% somente para o crédito para material de construção este ano, em relação ao ano passado", afirmou o executivo-chefe da Losango Hilgo Gonçalves. Fonte: Agência Estado
12/02/2010
Programa para Financiar a Regularização de Imóveis
Mônica Izaguirre
Valor Econômico De Brasília
O Instituto de Regjstro Imobiliário do Brasil (IRIB) vai propor ao governo federal a criação de um programa de microcrédito destinado a financiar a regularização de imóveis para famílias de baixa renda. O objetivo é ajudar a tirar da informalidade milhões de proprietários de imóveis não-registrados, a exemplo daqueles localizados em favelas já consolidadas. Surgida a partir de um workshop realizado ontem e m Brasília, a proposta deverá ser apresentada ao Ministério das Cidades até o final de novembro, anunciou o presidente do IRIB, Sérgio Jacomino.
Como no resto da América latina, a propriedade não-formal, sobretudo de imóveis residenciais de pequeno valor, é um fenômeno de grandes proporções no Brasil. Segundo o vice-presidente do IRIB/RS, João Pedro Lamana Paiva, a estimativa é de que cerca de 50% dos imóveis residenciais não tenham registro ou estejam com registro desatualizado. É comum pessoas comprarem imóveis, muitas vezes com escritura e tudo, mas, por motivos diversos, não finalizarem a operarão no cartório de registro de imóveis, embora isso seja imprescindível para se ter legalmente a propriedade. Só o registro assegura a propriedade, destacaram Paiva e Jacomino.
Uma das razões que leva as pessoas a não buscar o registro é o custo. Embora as taxas cobradas no Brasil sejam consideradas baixas em relação a muitos outros países, o baixo padrão de renda das pessoas e o fato de que é preciso pagar à vista acabam desestimulando a informalidade das transações imobiliárias, avalia Ruy Rebello Pinho, oficial do 2º Cartório de Registro de Osasco (SP), autor da proposta encampada pelo presidente do IRIB sobre a criação de um programa específico de microcrédito. Se governo articular com os bancos a criação de linhas c o m juros acessíveis para financiar os custos envolvidos, de forma que eles possam ser diluídos no tempo, Rebello Pinho acredita que será possível fazer com sucesso uma grande campanha nacional de regularização de propriedades.
O workshop promovido pelo IRIB, que ocorreu em paralelo ao Fórum Internacional do Microcrédito, contou com a presença de Fernando Mendes González, presidente do Colégio de Registradores da Espanha. Ele defendeu que, como em outros países, no Brasil o governo promova um grande programa de regularização de propriedades imobiliárias, como forma de facilitar o acesso das famílias ao crédito bancário. "Esta é uma ferramenta poderosa para se promover o acesso ao crédito", disse González. A principal função econômica do registro de imóveis (o tema do workshop), explicou, é justamente assegurar que ele possa ser usado como garantia em operações de empréstimos e financiamentos.
Ele admitiu que, dependendo da forma como for feita, a regularização em massa de imóveis irregulares pode gerar efeitos colaterais negativos, como o estímulo à ocupação ilegal de terras públicas ou mesmo privadas. Mas na sua opção, esse é um risco que pode ser muito bem contornado na regulamentação da matéria. "É necessário que um programa de regularização sega seletivo. "O que se busca, diz, não é legitimar atos ilegais mas reconhecer a propriedade de famílias que detêm imóveis. Por isso, defendeu que o governo deve fazer um programa de formalização e não de legalização.
Programa para Financiar a Regularização de Imóveis
Mônica Izaguirre
Valor Econômico De Brasília
O Instituto de Regjstro Imobiliário do Brasil (IRIB) vai propor ao governo federal a criação de um programa de microcrédito destinado a financiar a regularização de imóveis para famílias de baixa renda. O objetivo é ajudar a tirar da informalidade milhões de proprietários de imóveis não-registrados, a exemplo daqueles localizados em favelas já consolidadas. Surgida a partir de um workshop realizado ontem e m Brasília, a proposta deverá ser apresentada ao Ministério das Cidades até o final de novembro, anunciou o presidente do IRIB, Sérgio Jacomino.
Como no resto da América latina, a propriedade não-formal, sobretudo de imóveis residenciais de pequeno valor, é um fenômeno de grandes proporções no Brasil. Segundo o vice-presidente do IRIB/RS, João Pedro Lamana Paiva, a estimativa é de que cerca de 50% dos imóveis residenciais não tenham registro ou estejam com registro desatualizado. É comum pessoas comprarem imóveis, muitas vezes com escritura e tudo, mas, por motivos diversos, não finalizarem a operarão no cartório de registro de imóveis, embora isso seja imprescindível para se ter legalmente a propriedade. Só o registro assegura a propriedade, destacaram Paiva e Jacomino.
Uma das razões que leva as pessoas a não buscar o registro é o custo. Embora as taxas cobradas no Brasil sejam consideradas baixas em relação a muitos outros países, o baixo padrão de renda das pessoas e o fato de que é preciso pagar à vista acabam desestimulando a informalidade das transações imobiliárias, avalia Ruy Rebello Pinho, oficial do 2º Cartório de Registro de Osasco (SP), autor da proposta encampada pelo presidente do IRIB sobre a criação de um programa específico de microcrédito. Se governo articular com os bancos a criação de linhas c o m juros acessíveis para financiar os custos envolvidos, de forma que eles possam ser diluídos no tempo, Rebello Pinho acredita que será possível fazer com sucesso uma grande campanha nacional de regularização de propriedades.
O workshop promovido pelo IRIB, que ocorreu em paralelo ao Fórum Internacional do Microcrédito, contou com a presença de Fernando Mendes González, presidente do Colégio de Registradores da Espanha. Ele defendeu que, como em outros países, no Brasil o governo promova um grande programa de regularização de propriedades imobiliárias, como forma de facilitar o acesso das famílias ao crédito bancário. "Esta é uma ferramenta poderosa para se promover o acesso ao crédito", disse González. A principal função econômica do registro de imóveis (o tema do workshop), explicou, é justamente assegurar que ele possa ser usado como garantia em operações de empréstimos e financiamentos.
Ele admitiu que, dependendo da forma como for feita, a regularização em massa de imóveis irregulares pode gerar efeitos colaterais negativos, como o estímulo à ocupação ilegal de terras públicas ou mesmo privadas. Mas na sua opção, esse é um risco que pode ser muito bem contornado na regulamentação da matéria. "É necessário que um programa de regularização sega seletivo. "O que se busca, diz, não é legitimar atos ilegais mas reconhecer a propriedade de famílias que detêm imóveis. Por isso, defendeu que o governo deve fazer um programa de formalização e não de legalização.
12/02/2010 às 10:18
Linha branca subiu antes da redução do IPI acabar
Zap por Carolina Dall'Olio
Os preços dos eletrodomésticos estão subindo, e já estavam em alta mesmo antes da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para eletrodomésticos chegar ao fim, no último 31 de janeiro. De acordo com o Índice de Nacional de Preços ao Consumidor (INPC, do IBGE), no mês de janeiro os eletrodomésticos registraram alta de até 2,95%, como no caso das geladeiras. A média de reajuste para estes itens foi de 1,64%, superior à inflação geral do período, que ficou em 1,55%.
“Não há um fator específico que possa justificar os aumentos”, afirma Irene Machado, gerente de pesquisa de preços do IBGE. “Em janeiro a tendência é que os preços do setor caiam, por conta das liquidações”, lembra.
Dos 16 itens pesquisados pelo JT em cinco redes varejistas, 13 subiram de preço de maio (quando começou a redução do IPI) para cá. A maior alta foi encontrada em uma lavadora da marca LG, vendida pelo Magazine Luiza. O produto, que custava R$ 2.399 em maio, é vendido agora por R$ 3.099, um aumento de quase 30%.
Para piorar, quem deixou para comprar um eletrodoméstico agora, vai encontrar, além de preços mais salgados, juros também mais altos. É o que informa a pesquisa da Associação Nacional dos Executivos de Administração e Finanças (Anefac).
Segundo o levantamento, as taxas cobradas pelo comércio passaram de 5,74% em dezembro para 5,79% em janeiro. A explicação estaria no aumento das vendas e na recuperação da economia, que abriram espaço para que os lojistas cobrassem mais caro por este tipo de crédito.
IMPULSO ÀS VENDAS - Para estimular o consumo e ajudar as empresas do setor a saírem da crise, em maio de 2009 o governo reduziu a tributação dos tanquinhos, máquinas de lavar, fogões e geladeiras. Antes disso, as alíquotas variavam entre 4% e 20%, dependendo do produto. Com a medida do governo, ficaram entre zero e 10% - foram privilegiados, especialmente, os itens ecologicamente corretos, que apresentavam menor consumo de energia.
Por isso, o benefício tributário poderia resultar em diminuição de até 10% do preço final do produto. As lojas repassaram o desconto, que algumas vezes até superou o simples abatimento do imposto. O indicador do IBGE mostra que, nos últimos 12 meses, os eletrodomésticos acumulam queda de 6,5% nos preços - mas a redução chega a 11,28% no caso das máquinas de lavar, por exemplo.
Mas, na prática, além do impacto nos preços, a redução do IPI funcionou como um chamariz para as vendas. Prova disso é que, no último fim de semana em que a medida estava em vigor, as lojas do ramo ficaram lotadas e registraram alta de até 250% (no caso do Wal-Mart) nas vendas em relação ao fim de semana anterior.
Agora, mesmo com o fim da redução do tributo, as empresas continuam usando o desconto do IPI para atrair os consumidores. As redes Casas Bahia, Extra e Shoptime informam que os produtos faturados antes de 31 de janeiro que ainda constarem no estoque serão vendidos pelo preço promocional antigo.
Com ou sem o desconto do IPI, o que deve nortear a decisão do consumidor é a sua própria condição financeira - mais que o preço do produto ou as condições do financiamento. Pelo menos é assim que pensa a dentista Mariana Salomão, de 31 anos. “Eu acho que o desconto do IPI era muito baixo para que isso fizesse eu me apressar a comprar a geladeira”, afirma. “Guardei dinheiro para que eu pudesse pagar à vista. E agora que eu consegui, encontrei o produto por um preço bom.”
Linha branca subiu antes da redução do IPI acabar
Zap por Carolina Dall'Olio
Os preços dos eletrodomésticos estão subindo, e já estavam em alta mesmo antes da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para eletrodomésticos chegar ao fim, no último 31 de janeiro. De acordo com o Índice de Nacional de Preços ao Consumidor (INPC, do IBGE), no mês de janeiro os eletrodomésticos registraram alta de até 2,95%, como no caso das geladeiras. A média de reajuste para estes itens foi de 1,64%, superior à inflação geral do período, que ficou em 1,55%.
“Não há um fator específico que possa justificar os aumentos”, afirma Irene Machado, gerente de pesquisa de preços do IBGE. “Em janeiro a tendência é que os preços do setor caiam, por conta das liquidações”, lembra.
Dos 16 itens pesquisados pelo JT em cinco redes varejistas, 13 subiram de preço de maio (quando começou a redução do IPI) para cá. A maior alta foi encontrada em uma lavadora da marca LG, vendida pelo Magazine Luiza. O produto, que custava R$ 2.399 em maio, é vendido agora por R$ 3.099, um aumento de quase 30%.
Para piorar, quem deixou para comprar um eletrodoméstico agora, vai encontrar, além de preços mais salgados, juros também mais altos. É o que informa a pesquisa da Associação Nacional dos Executivos de Administração e Finanças (Anefac).
Segundo o levantamento, as taxas cobradas pelo comércio passaram de 5,74% em dezembro para 5,79% em janeiro. A explicação estaria no aumento das vendas e na recuperação da economia, que abriram espaço para que os lojistas cobrassem mais caro por este tipo de crédito.
IMPULSO ÀS VENDAS - Para estimular o consumo e ajudar as empresas do setor a saírem da crise, em maio de 2009 o governo reduziu a tributação dos tanquinhos, máquinas de lavar, fogões e geladeiras. Antes disso, as alíquotas variavam entre 4% e 20%, dependendo do produto. Com a medida do governo, ficaram entre zero e 10% - foram privilegiados, especialmente, os itens ecologicamente corretos, que apresentavam menor consumo de energia.
Por isso, o benefício tributário poderia resultar em diminuição de até 10% do preço final do produto. As lojas repassaram o desconto, que algumas vezes até superou o simples abatimento do imposto. O indicador do IBGE mostra que, nos últimos 12 meses, os eletrodomésticos acumulam queda de 6,5% nos preços - mas a redução chega a 11,28% no caso das máquinas de lavar, por exemplo.
Mas, na prática, além do impacto nos preços, a redução do IPI funcionou como um chamariz para as vendas. Prova disso é que, no último fim de semana em que a medida estava em vigor, as lojas do ramo ficaram lotadas e registraram alta de até 250% (no caso do Wal-Mart) nas vendas em relação ao fim de semana anterior.
Agora, mesmo com o fim da redução do tributo, as empresas continuam usando o desconto do IPI para atrair os consumidores. As redes Casas Bahia, Extra e Shoptime informam que os produtos faturados antes de 31 de janeiro que ainda constarem no estoque serão vendidos pelo preço promocional antigo.
Com ou sem o desconto do IPI, o que deve nortear a decisão do consumidor é a sua própria condição financeira - mais que o preço do produto ou as condições do financiamento. Pelo menos é assim que pensa a dentista Mariana Salomão, de 31 anos. “Eu acho que o desconto do IPI era muito baixo para que isso fizesse eu me apressar a comprar a geladeira”, afirma. “Guardei dinheiro para que eu pudesse pagar à vista. E agora que eu consegui, encontrei o produto por um preço bom.”
12/02/2010
Bancos deverão ter mais opções de seguro para financiamento de imóvel
EDSON VALENTE
Editor-assistente de Imóveis da Folha de S.Paulo
Quem faz um financiamento imobiliário tem de contratar junto um seguro habitacional, pago com as parcelas. Mas não será mais obrigado a aceitar a apólice indicada pelo banco.
Apólice de seguro deve discriminar valores
A partir do próximo dia 18, passa a vigorar no país uma resolução do Conselho Monetário Nacional que força as instituições financeiras a oferecer ao menos duas opções de seguradora para os planos de crédito pelo SFH (Sistema Financeiro da Habitação), sendo que uma delas não pode ser coligada à empresa financiadora ou controlada por ela.
Em média, o seguro responde por de 3% a 5% da parcela do financiamento --mas isso varia de acordo com a idade do contratante, o valor do bem e o prazo do contrato. A cobertura a riscos de morte e invalidez permanente do mutuário e de danos físicos ao imóvel será obrigatória.
"A partir do momento em que o banco oferecer mais de uma apólice, surgirá uma concorrência favorável ao consumidor", reflete Celso Petrucci, economista-chefe e diretor do Secovi-SP (sindicato do setor). "Com o mercado em expansão, devem surgir produtos [planos de seguro] mais baratos."
Para Edwin Britto, membro da Comissão de Direito Imobiliário da OAB-SP, o efeito prático da nova regulamentação não será tão significativo. "Provavelmente o banco financiador terá uma fórmula de cálculo para igualar a oferta de uma seguradora independente", reflete.
"Como os valores praticados no mercado são todos muito próximos, a intenção é evitar monopólio. Ninguém faz milagre, uma seguradora que apresentar um valor muito baixo não conseguirá se sustentar."
Atualmente, cada banco costuma mesmo limitar a escolha do seguro habitacional ao ofertado pela seguradora controlada por ele. Sobre as novas determinações, a Folha procurou os nove principais bancos que trabalham com financiamento imobiliário no país, e três responderam à reportagem -Bradesco, HSBC e Santander.
Bradesco, pela Bradesco Auto/RE Companhia de Seguros, e Santander afirmam que as coberturas dos planos serão adequadas à lei, mas não apontam alteração de valores. O HSBC diz que disponibilizará duas seguradoras parceiras.
Bancos deverão ter mais opções de seguro para financiamento de imóvel
EDSON VALENTE
Editor-assistente de Imóveis da Folha de S.Paulo
Quem faz um financiamento imobiliário tem de contratar junto um seguro habitacional, pago com as parcelas. Mas não será mais obrigado a aceitar a apólice indicada pelo banco.
Apólice de seguro deve discriminar valores
A partir do próximo dia 18, passa a vigorar no país uma resolução do Conselho Monetário Nacional que força as instituições financeiras a oferecer ao menos duas opções de seguradora para os planos de crédito pelo SFH (Sistema Financeiro da Habitação), sendo que uma delas não pode ser coligada à empresa financiadora ou controlada por ela.
Em média, o seguro responde por de 3% a 5% da parcela do financiamento --mas isso varia de acordo com a idade do contratante, o valor do bem e o prazo do contrato. A cobertura a riscos de morte e invalidez permanente do mutuário e de danos físicos ao imóvel será obrigatória.
"A partir do momento em que o banco oferecer mais de uma apólice, surgirá uma concorrência favorável ao consumidor", reflete Celso Petrucci, economista-chefe e diretor do Secovi-SP (sindicato do setor). "Com o mercado em expansão, devem surgir produtos [planos de seguro] mais baratos."
Para Edwin Britto, membro da Comissão de Direito Imobiliário da OAB-SP, o efeito prático da nova regulamentação não será tão significativo. "Provavelmente o banco financiador terá uma fórmula de cálculo para igualar a oferta de uma seguradora independente", reflete.
"Como os valores praticados no mercado são todos muito próximos, a intenção é evitar monopólio. Ninguém faz milagre, uma seguradora que apresentar um valor muito baixo não conseguirá se sustentar."
Atualmente, cada banco costuma mesmo limitar a escolha do seguro habitacional ao ofertado pela seguradora controlada por ele. Sobre as novas determinações, a Folha procurou os nove principais bancos que trabalham com financiamento imobiliário no país, e três responderam à reportagem -Bradesco, HSBC e Santander.
Bradesco, pela Bradesco Auto/RE Companhia de Seguros, e Santander afirmam que as coberturas dos planos serão adequadas à lei, mas não apontam alteração de valores. O HSBC diz que disponibilizará duas seguradoras parceiras.
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
11/02/2010
Projeto permite que pai saque ajudar o filho a comprar FGTS para imóvel
Projeto de Lei aprovado no dia 10 de fevereiro pelos senadores da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania propõe que o trabalhador poderá sacar o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para ajudar o filho maior de 21 anos, casado ou em união estável, a comprar imóvel próprio. A proposta, de autoria do senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE), segue agora para votação na Comissão de Assuntos Sociais.
Conforme publicado pela Agência Senado, para aproveitar o benefício, o filho do titular da conta vinculada do FGTS não poderá ser dono de um imóvel ou promitente comprador de um. Os recursos do FGTS poderão ser usados para pagamento de parte das prestações de empréstimos ao SFH (Sistema Financeiro de Habitação), liquidação de dívida de financiamento imobiliário ou ainda para pagamento total ou parcial de imóvel construído ou lote urbanizado de interesse social não-construído. Vasconcelos afirmou que o trabalhador, como detentor dos recursos do FGTS, deveria ter possibilidade de usar mais o fundo. Para o senador, o filho do titular da conta deve possuir vínculo matrimonial ou união estável, pois caracteriza a necessidade de aquisição da casa própria e o cumprimento da função social da propriedade. A relatora, senadora Lúcia Vânia (PSDB-GO), ao apresentar o parecer favorável à proposta, com emenda, destacou o "cunho social abrangente" do projeto, que ela considerou importante para sanar o deficit de políticas públicas para a juventude. Fonte: InfoMoney
Projeto permite que pai saque ajudar o filho a comprar FGTS para imóvel
Projeto de Lei aprovado no dia 10 de fevereiro pelos senadores da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania propõe que o trabalhador poderá sacar o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para ajudar o filho maior de 21 anos, casado ou em união estável, a comprar imóvel próprio. A proposta, de autoria do senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE), segue agora para votação na Comissão de Assuntos Sociais.
Conforme publicado pela Agência Senado, para aproveitar o benefício, o filho do titular da conta vinculada do FGTS não poderá ser dono de um imóvel ou promitente comprador de um. Os recursos do FGTS poderão ser usados para pagamento de parte das prestações de empréstimos ao SFH (Sistema Financeiro de Habitação), liquidação de dívida de financiamento imobiliário ou ainda para pagamento total ou parcial de imóvel construído ou lote urbanizado de interesse social não-construído. Vasconcelos afirmou que o trabalhador, como detentor dos recursos do FGTS, deveria ter possibilidade de usar mais o fundo. Para o senador, o filho do titular da conta deve possuir vínculo matrimonial ou união estável, pois caracteriza a necessidade de aquisição da casa própria e o cumprimento da função social da propriedade. A relatora, senadora Lúcia Vânia (PSDB-GO), ao apresentar o parecer favorável à proposta, com emenda, destacou o "cunho social abrangente" do projeto, que ela considerou importante para sanar o deficit de políticas públicas para a juventude. Fonte: InfoMoney
11/02/2010
Financiamento imobiliário: para não tornar o sonho em pesadelo, é preciso disciplina
Este ano deve ser o ano do crédito imobiliário. Com tanta oferta, porém, o consumidor deve atentar a vários fatores antes de entrar em um financiamento, para que o sonho da casa própria não se torne um pesadelo. Primeiro, é preciso estar ciente que um financiamento imobiliário é de longo prazo e exige disciplina. Antes de procurar algum banco ou financeira é preciso definir o que quer – se um imóvel usado, novo, na planta, apartamento, casa, o local.
Além disso, a situação financeira deve ser analisada com cuidado: quanto você tem disponível para a entrada? Quanto você pode dispor para o pagamento das prestações e por quanto tempo? Essas são algumas perguntas que devem ser feitas, como explica Raphael Rottgen, sócio da Sagace, empresa de consultoria em crédito imobiliário. “Essas respostas ajudam a definir os produtos certos e encontrar a melhor opção”, afirmou, por meio de nota. “O processo de escolha e solicitação do financiamento imobiliário é complexo, mas quem segue algumas regras e dicas básicas pode ficar tranquilo”, disse. Para não ter dor de cabeça depois que assinar o contrato de financiamento, veja se os documentos estão em dia e quite qualquer dívida pendente, para evitar que o seu nome entre nas listas de inadimplência. Na hora de escolher o financiamento, preste atenção nas taxas de juros cobradas e no CET (Custo Efetivo Total) do financiamento – que inclui juros, seguros, taxas mensais e outras cobradas pelos bancos. Depois dessa conta, verifique se a prestação de fato cabe no orçamento. Lembre-se de que, mesmo com a prestação, você não pode ficar com as contas bem fechadas no final do mês. É preciso que uma parte do se orçamento entre na conta, para emergências. Outros fatores entram na conta na hora de verificar se é possível entrar em um financiamento agora. Além de verificar a sua situação financeira presente, é preciso projetar como ela será no futuro. Tem perspectivas de crescer na empresa? Pretende mudar de área? Quer aumentar a família? Essas perguntas precisam de uma resposta, porque cada decisão poderá interferir diretamente no seu orçamento. Dessa forma, tente colocar todas as variáveis possíveis na calculadora, para não ter prejuízos depois. Lembre-se ainda de que o financiamento normalmente é indicado para pessoas que têm valor de entrada para oferecer na compra do imóvel e que topam trocar o valor do aluguel pelo das prestações. Fonte: InfoMoney
Financiamento imobiliário: para não tornar o sonho em pesadelo, é preciso disciplina
Este ano deve ser o ano do crédito imobiliário. Com tanta oferta, porém, o consumidor deve atentar a vários fatores antes de entrar em um financiamento, para que o sonho da casa própria não se torne um pesadelo. Primeiro, é preciso estar ciente que um financiamento imobiliário é de longo prazo e exige disciplina. Antes de procurar algum banco ou financeira é preciso definir o que quer – se um imóvel usado, novo, na planta, apartamento, casa, o local.
Além disso, a situação financeira deve ser analisada com cuidado: quanto você tem disponível para a entrada? Quanto você pode dispor para o pagamento das prestações e por quanto tempo? Essas são algumas perguntas que devem ser feitas, como explica Raphael Rottgen, sócio da Sagace, empresa de consultoria em crédito imobiliário. “Essas respostas ajudam a definir os produtos certos e encontrar a melhor opção”, afirmou, por meio de nota. “O processo de escolha e solicitação do financiamento imobiliário é complexo, mas quem segue algumas regras e dicas básicas pode ficar tranquilo”, disse. Para não ter dor de cabeça depois que assinar o contrato de financiamento, veja se os documentos estão em dia e quite qualquer dívida pendente, para evitar que o seu nome entre nas listas de inadimplência. Na hora de escolher o financiamento, preste atenção nas taxas de juros cobradas e no CET (Custo Efetivo Total) do financiamento – que inclui juros, seguros, taxas mensais e outras cobradas pelos bancos. Depois dessa conta, verifique se a prestação de fato cabe no orçamento. Lembre-se de que, mesmo com a prestação, você não pode ficar com as contas bem fechadas no final do mês. É preciso que uma parte do se orçamento entre na conta, para emergências. Outros fatores entram na conta na hora de verificar se é possível entrar em um financiamento agora. Além de verificar a sua situação financeira presente, é preciso projetar como ela será no futuro. Tem perspectivas de crescer na empresa? Pretende mudar de área? Quer aumentar a família? Essas perguntas precisam de uma resposta, porque cada decisão poderá interferir diretamente no seu orçamento. Dessa forma, tente colocar todas as variáveis possíveis na calculadora, para não ter prejuízos depois. Lembre-se ainda de que o financiamento normalmente é indicado para pessoas que têm valor de entrada para oferecer na compra do imóvel e que topam trocar o valor do aluguel pelo das prestações. Fonte: InfoMoney
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O Segredo
Aos Parceiros e Futuros Clientes
Esse blog é destinado, à todos que apreciam a informação, como fonte de cultura e entretenimento.
Desde os primordios das mais primitivas civilizações, o homen sempre se organizou em grupos. Considerou indispensável e necessário os avanços da urbanização, para facilitar e organizar o convivio dessa sociedade em crescente evolução ,bastando lembrar que o bem imovel é o combustivel indispensável e essencial a preservação e desenvolvimento da vida.
Desde os primordios das mais primitivas civilizações, o homen sempre se organizou em grupos. Considerou indispensável e necessário os avanços da urbanização, para facilitar e organizar o convivio dessa sociedade em crescente evolução ,bastando lembrar que o bem imovel é o combustivel indispensável e essencial a preservação e desenvolvimento da vida.