quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

11/02/2010
Gafisa lucra R$55,3 mi no 4o tri e quer emitir R$1 bi em ações
A Gafisa, uma das maiores incorporadoras e construtoras do país, divulgou no dia 8 lucro líquido de 55,3 milhões de reais no quarto trimestre e anunciou que planeja fazer uma oferta primária de ações para levantar 1 bilhão de reais.


"Em vista do clima positivo da economia interna, o aumento da demanda por moradias e a expansão dos mercados de financiamento imobiliário público e privado, acreditamos que haja uma oportunidade significativa para expandir nossa presença no setor de habitação brasileiro de maneira lucrativa", afirmou a Gafisa no relatório que acompanha o balanço trimestral. "Uma oferta de ações nos proporcionará a oportunidade de financiar de modo confortável nossos objetivos de negócios nos próximos anos, enquanto melhoramos nossa atual estrutura de capital", disse a empresa, citando ainda eventuais oportunidades de fusões e aquisições. Para 2010, a empresa estima lançamentos de 4 bilhões a 5 bilhões de reais, o dobro de 2009. Do total previsto para este ano, de 40 a 45 por cento serão no segmento de baixa renda, por meio da Construtora Tenda, que acaba de ser incorporada pela Gafisa. O lucro líquido da Gafisa no quarto trimestre ficou aquém do esperado pelo mercado. Quatro analistas consultados pela Reuters previam, em média, que a empresa registrasse lucro de 67,2 milhões de reais de outubro a dezembro. O resultado de outubro a dezembro se compara ao lucro de 12,8 milhões de reais no mesmo intervalo de 2008. Originalmente, no início de 2009, a construtora havia reportado um prejuízo líquido de 12,6 milhões de reais para os três últimos meses de 2008. A receita líquida da Gafisa totalizou 897,5 milhões de reais no quarto trimestre, aumento de 60 por cento na comparação anual. As vendas contratadas no quarto trimestre totalizaram 1,05 bilhão de reais, com lançamentos de 1 bilhão de reais, representando altas de 79,1 por cento e de 55,1 por cento, respectivamente, contra um ano antes. A Gafisa reportou um Ebitda ajustado de 174,7 milhões de reais nos três meses até dezembro, acima dos 82,3 milhões de reais um ano antes. A margem Ebitda saltou de 14,6 para 19,5 por cento. Para 2010, a construtora prevê margens Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação) entre 18,5 e 20,5 por cento. Fonte: Reuters
11/02/2010
Camargo Corrêa ainda espera adquirir 33% da Cimpor
A Camargo Corrêa ainda está buscando uma participação de 33% na Cimpor, após adquirir 22% da companhia portuguesa no início desta semana.


Em entrevista ao jornal português, Diário Económico, José Edison, presidente da unidade de cimento da Camargo Corrêa, disse que a companhia pode apresentar uma nova oferta de fusão com a Cimpor, após retirar uma oferta para unir as operações cimenteiras das duas empresas no mês passado. Ele não disse quando uma nova oferta será feita. "Planejamos ter até 33% da empresa, mas não posso revelar nossa estratégia", afirmou. De acordo com a legislação de aquisições portuguesa, uma empresa pode adquirir até 33% de outra sem a necessidade de apresentar uma proposta de aquisição. A Cimpor é alvo de uma proposta de aquisição pela CSN, que apresentou uma oferta de € 3,86 bilhões (US$ 5,32 bilhões). A Votorantim Cimentos adquiriu uma parcela de 17% na Cimpor após acordo com a francesa Lafarge. Na quarta-feira (10), a Camargo Corrêa anunciou ter comprado 22,17% da Cimpor, por meio da construtora portuguesa Teixeira Duarte, a € 6,5 por ação. Conforme a regulação portuguesa para aquisições, a CSN pode aumentar sua oferta de € 5,75 por ação da Cimpor até sexta-feira (12). Edison disse que a Camargo não exclui vender sua participação recém-adquirida se a oferta da CSN for elevada de forma significativa.Ele concordou, no entanto, com a opinião da maioria dos analistas de que a CSN não deverá aumentar a proposta. Fonte: Reuters
11/02/2010
Australiano assume presidência mundial da Cushman & Wakefield


O executivo australiano Glenn Rufrano foi anunciado como novo CEO mundial da consultoria Cushman & Wakefield. Baseado na sede da companhia em Nova York tomará posse no mês de março e deve embarcar para o Brasil, segundo mais importante mercado da empresa depois dos EUA, ainda neste semestre

É a primeira vez que a presidência mundial da C&W é ocupada por um executivo não-americano. Com ampla experiência no mercado de real state, Rufrano foi co-fundador da atual O´Connor Capital Partners e atualmente conclui seu mandato como presidente do Center Properties Group. "Ele é um líder ideal para expandir ainda mais a nossa marca pelo mundo", afirma Celina Antunes, CEO da Cushman & Wakefield para América do Sul.
11/02/2010
ConstruSer atingirá 32 mil pessoas
O 3º ConstruSer (Encontro Estadual da Construção Civil em Família) deverá atingir neste ano 32 mil pessoas.


Esta é a expectativa da vice-presidente de Responsabilidade Social, Maristela Honda. Em 2008, na primeira edição do evento, 18 mil pessoas, entre trabalhadores, familiares e voluntários. O evento está marcado para acontecer em 27 de março, das 9h às 17h, nos CATs (Centros de Atividades dos Trabalhadores) na Capital e nas 9 Regionais do SindusCon-SP. O Construser é promovido pelo SindusCon-SP em parceria com Sesi-SP, Senai-SP e Seconci-SP. Na Capital, o evento será no CAT Sesi Mario Amato, em A.E. Carvalho. O ConstruSer dedica o dia inteiro à qualidade de vida dos trabalhadores das empresas construtoras e estimula a interação deles dentro de suas famílias e entre elas. No evento, são desenvolvidas atividades voltadas à educação, lazer, cultura, saúde, economia doméstica e geração de renda. O encontro oferecerá ainda oportunidade de discussões sobre valores individuais, éticos, morais e sociais e divulgará os serviços prestados aos trabalhadores da construção pelas entidades ligadas ao setor. As empresas associadas ao SindusCon-SP já podem inscrever seus trabalhadores no CAA (Centro de Atenção ao Associado), telefone (11) 3334-5600 e e-mail caa@sindusconsp.com.br O ConstruSer tem o apoio da vice-presidência de Relações Capital-Trabalho do SindusCon-SP, coordenada por Haruo Ishikawa. Fonte: Sindus Con-SP

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

10/02/2010
Prefeitura de São Paulo desapropria 53 prédios na região central para dar lugar a moradias populares

Renova Centro - Programa de Habitação e Requalificação Urbana vai reformar edifícios comerciais, residenciais e antigos hotéis na região da Sé e partes da Mooca. Novos apartamentos terão entre 30 m² e 65 m² de área útil.

Ana Paula Rocha

Luiz Guadagnoli-SECOM
Edifícios do centro de São Paulo serão transformados em unidades habitacionais
A prefeitura de São Paulo assinou , dia 4 de fevereiro, decretos para a desapropriação de 53 prédios na região central, que darão lugar para 2,5 mil moradias populares. A iniciativa marca a primeira etapa do Renova Centro - Programa de Habitação e Requalificação Urbana, da Cohab (Companhia Metropolitana de Habitação de São Paulo), que vai reformar edifícios comerciais, residenciais e antigos hotéis.

Uma parceria entre a Prefeitura e a Faculdade de Arquitetura da USP (Universidade de São Paulo) definiu os critérios para selecionar os prédios desapropriados. Além de uma avaliação técnica de conservação, segurança e arquitetônica, para determinar a possibilidade de adaptação, foram escolhidos edifícios abandonados e com condições jurídicas favoráveis à desapropriação.

Distribuídos ao longo da Subprefeitura da Sé e partes da Mooca, com ênfase nos distritos da Sé e República, os novos apartamentos terão entre 30 m² e 65 m² de área útil. Para a reforma, são previstos investimentos de R$ 400 milhões, que virão da própria Prefeitura e da Caixa Econômica Federal.

Após a assinatura dos decretos, o processo de requalificação dos imóveis ainda terá etapas de licitação, aprovação de projeto da empresa vencedora do edital e reforma das unidades habitacionais. Quarenta e três decretos de desapropriação, um para cada edifício, foram publicados hoje no Diário Oficial da Cidade. Os dez edifícios restantes já tiveram seus decretos publicados.

A prefeitura de São Paulo ainda não tem previsão de quando os editais de licitação serão lançados.
10/02/2010 Por David Friedlander
Camargo Corrêa torna-se maior acionista da Cimpor


São Paulo - A Camargo Corrêa acaba de comprar 22,17% da cimenteira portuguesa Cimpor, uma das dez maiores do mundo. Com a operação, a Camargo torna-se a maior acionista individual do grupo português. O grupo brasileiro pagou cerca de 1 bilhão de euros pela participação do empresário Teixeira Duarte e tem opção de adquirir ações de outros familiares podendo chegar a 25%. O negócio foi fechado às 5 horas da manhã de hoje em Lisboa, diretamente por Carlos Pires Oliveira Dias, um dos donos do grupo, e pelo presidente do Conselho de Administração da Camargo, Vitor Hallack. A Camargo ofereceu 6,50 euros por ação.

O lance da Camargo faz parte de uma das maiores disputas já travadas por empresas brasileiras no exterior. Desde o ano passado, a Cimpor vem sendo disputada pela Camargo, pelo grupo Votorantim e pela Companhia Siderúrgica Nacional (CSN). Na semana passada, a Votorantim, comprou uma participação de 17,28% pertencente ao grupo francês Lafarge e firmou também um acordo de acionistas com a Caixa Geral de Depósitos (CGD), detentora de 9,6% de participação na cimenteira portuguesa.

A Cimpor opera em 13 países de quatro continentes (Europa, Ásia, América do Sul e África). É especialmente forte em mercados emergentes, como Egito, China, África do Sul e Índia. No Brasil, é a quarta maior. Além de colocar a Camargo Corrêa e a Votorantim. no clube dos maiores produtores de cimento do mundo, as operações têm o objetivo de barrar a expansão da CSN no negócio de cimento. O controle da cimenteira portuguesa transformaria a CSN, que inaugurou recentemente sua primeira fábrica de cimento no Brasil, numa ameaça.

Hoje, a Votorantim é a maior do setor no Brasil e a Camargo, a terceira. Fechando o negócio com os portugueses, a CSN. passaria a ser automaticamente um dos dez maiores do mundo. Embora essa ambição esteja mais difícil, a siderúrgica continua no páreo.

Ela tem até o próximo dia 17 para convencer os acionistas da Cimpor a vender o controle da empresa. Ela já ofereceu 5,75 euros, o que daria uma oferta total de 3,68 bilhões de euros. O conselho de administração da Cimpor recomendou aos acionistas que recusem a oferta, mas o empresário Benjamin Steinbruch tenta reverter essa situação..

Para a Camargo, o cimento é uma prioridade. Do investimento de R$ 24 bilhões previsto até 2014, dois terços foram destinados para os setores de energia e cimento. O grupo tem sete fábricas de cimento no Brasil, nove na Argentina, está construindo uma planta no Paraguai e tem tudo pronto para começar outra em Angola.
10/02 - 10:43 - Fred Raposo, iG Brasília
Incra certificou apenas 0,2% dos imóveis rurais no País, diz TCU


O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) certificou 0,2% dos imóveis rurais no País: dos 5,2 milhões imóveis rurais registrados no Censo Agropecuário de 2006, apenas 10.173 tiveram seus limites confirmados e titulados, aponta auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU). O ordenamento fundiário é uma das missões prioritárias do instituto, responsável também por realizar a reforma agrária e administrar as terras públicas da União.

A certificação é fundamental para aprovação de projetos de loteamento, registro de projetos de colonização particular e financiamentos rurais. Sem ela, os proprietários não podem desmembrar, arrendar, hipotecar ou vender os imóveis rurais. Além do baixo número de certificações, o relatório do TCU, aprovado semana passada, assinala outras falhas nas atividades do Incra, como erros no armazenamento e processamento de dados e baixa execução orçamentária de programas de estrutura fundiária.

O instituto nega as irregularidades e explica que a legislação que regulamenta a certificação de imóveis rurais sofreu alterações ao longo dos anos. De acordo com o órgão, atualmente a certificação "é obrigatória apenas para 164 mil imóveis rurais", e somente "quando essas propriedades passam por mudança de domínio (compra e venda), inventário, desmembramento, remembramento ou parcelamento".

No relatório, o auditor Weder de Oliveira destaca que "a revelação das dificuldades operacionais enfrentadas pela atividade de certificação” é “crítica para o conhecimento da malha fundiária nacional e, consequentemente, para o Programa Nacional de Reforma Agrária".

A auditoria afirma que "a maioria esmagadora dos processos pendentes de regularização fundiária" estão nos estados da Amazônia Legal. Já a região Centro-Oeste (Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Goiás) e o estado de São Paulo concentram 75% dos processos em que a certificação foi emitida. As razões para o pequeno ou alto número de certificações, de acordo com o tribunal, variam segundo a capacidade de cada superintendência regional do Incra e conforme a demanda dos proprietários rurais nas regiões.

Em outros casos, a certificação esbarra em irregularidades no processamento dos dados. A auditoria identificou, em alguns estados, "grandes diferenças" entre a área certificada e a dimensão real do imóvel. Em Pernambuco, por exemplo, o tribunal encontrou variações de 136% (área titulada maior) e de 56% (menor). Uma das causas apontadas para a inexatidão é a falta de informatização dos cartórios. Segundo o relatório, foram registradas fraudes em três cartórios em Marabá (PA), em que "a emissão de títulos fraudulentos com a conivência dos cartórios é prática recorrente".

O Incra justifica que "não há uma diferença real do tamanho do imóvel e sim uma mudança de valor numérico", devido "ao uso de softwares diferentes" para o cálculo. Sobre os registros no cartório, o instituto afirma que, até antes a certificação, "não existia nenhuma padronização no país sobre como medir os limites dos imóveis", e que "a medição muitas vezes era feita por cordas, passos ou até pontos de referência". Segundo o órgão, a norma de georreferenciamento, disponível para download no site do Incra, resolve essas discrepâncias.

O tribunal identificou ainda baixa execução orçamentária para gerenciamento da estrutura fundiária do Incra. A auditoria constatou que, em 2008, apenas 3% foram destinados aos programas do órgão. O órgão, por sua vez, informa que "saiu de um orçamento de R$ 30 milhões, em 2006, para R$ 330 milhões em 2010". Ressalva, contudo, que “o gerenciamento da estrutura fundiária é um tema bastante novo no país” e que “as ações referentes a essa área são estruturantes, estão partindo do zero“.
10/02/2010 Agencia EFE – Há 6 horas
Venda de imóveis na Espanha despenca 25% em 2009


Madri, 10 fev (EFE).- A venda de imóveis manteve a tendência de queda na Espanha em 2009, com uma redução de 24,9% em comparação com o ano anterior, segundo os dados publicados nesta quarta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

A redução das vendas se ajustou nos dois últimos meses, quando diminuiu a taxa anualizada de 2,6% em novembro e 0,3% em dezembro.

No ano passado, as vendas registradas não alcançaram metade das contabilizadas em 2007, quando foram negociadas na Espanha 775,3 mil imóveis em pleno "boom" imobiliário.

No ano passado, a queda foi mais aguçada no caso da habitação usada, com uma baixa de 29,1%, e as transações de imóveis novos caíram 20,6%.

A venda de imóveis desocupados caiu 26%, e a de moradia subsidiada caiu 13,6%.

Em 2009 foram vendidas na Espanha 1.115 imóveis para cada 100 mil habitantes.

O colapso do setor imobiliário é um dos principais fatores que agravaram a crise econômica na Espanha, já que a construção era o principal motor econômico desde o fim dos anos 90.

Sua queda repercutiu na destruição de emprego ao ter sido durante o "boom" um viveiro de postos de trabalho, muitos deles ocupados por imigrantes.
10/02/2010
Rio 2016 valoriza setores da economia carioca


Mercados imobiliário e de construção civil são os mais beneficiados pelos Jogos Olímpicos, uma vez que já registram aumento de empreendimentos comerciais e residenciais. Desde que o Rio de Janeiro foi escolhido como sede das Olimpíadas de 2016, cerca de 55 setores da economia carioca foram beneficiados, principalmente o setor da construção civil, o mais visado pelos investidores, que já apresenta um aumento de até 50% na valorização de imóveis industriais, comerciais e residenciais.
Um estudo encomendado pela USP prevê gastos de U$14,4 bilhões na organização dos jogos e gastos com infraestrutura. Além disso, mais de U$24,6 bilhões de reais afetarão o aumento da economia como um todo. Diante deste cenário, a Associação Brasileira das Administradoras de Imóveis (ABAD) prevê um impacto ainda maior na valorização imobiliária das áreas onde os jogos ocorrerão. Um exemplo disso é a Barra da Tijuca, cuja previsão de preço pedido para o início deste ano gira em torno de 20% a mais dos valores praticados em 2009. De acordo com Simone Santos, diretora corporativa da Herzog Imóveis Industriais e Comerciais, algumas áreas sofreram uma valorização incalculável, referente a projetos e investimentos que serão realizados pela prefeitura. “Os imóveis ao redor da Praça Antero de Quental no Leblon, área que nobre no Rio de janeiro, sofrerão uma valorização acima do previsto, uma vez que, está prevista a construção de uma linha metroviária na região. Para Guilherme Benevides, presidente da Incorporadora Upcon, a alta dos preços se deve ao aumento da especulação imobiliária na região. “Logo após a cidade maravilhosa ser eleita como sede dos jogos olímpicos de 2016, houve um aumento expressivo na especulação imobiliária, o que elevou de 10 a 20% o preço dos imóveis residenciais”, afirma. Fonte: Portal VGV
10/02/2010
Índice que reajusta aluguéis abre fevereiro com alta de 0,98%, diz FGV


O IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado), usado como base para o reajuste na maioria dos contratos de aluguel, subiu 0,98% na primeira prévia deste mês, muito acima da alta de 0,27% vista um mês antes. No ano, o indicador acumula nessa leitura uma alta de 1,68% e, nos últimos 12 meses, a alta acumulada é de 0,05%. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira pela FGV (Fundação Getulio Vargas).
A metodologia aplicada na apuração do IGP-M é a mesma do IGP-10 e do IGP-DI, também apurados pela FGV, com a diferença de ter um período de coleta diferente. A primeira prévia do IGP-M de fevereiro compreendeu o intervalo entre os dias 21 e 31 do mês de janeiro. O IPA (Índice de Preços por Atacado) subiu 1,16% na primeira prévia deste mês, contra alta de 0,25% um mês antes. O índice referente a Bens Finais passou de 0,67% para 2,27% de alta, com destaque para o subgrupo alimentos processados (de 1,75% para 5,85%). No estágio dos Bens Intermediários, o índice passou de 0,10% para 1,25%, com a contribuição do subgrupo materiais e componentes para a manufatura (de 0,12% para 1,63%). O índice referente a Matérias-Primas Brutas caiu 0,61%, mais que o 0,09% visto um mês antes, com destaque para os itens: soja em grão (-3,50% para -10,63%), aves (3,75% para -2,29%) e café em grão (2,66% para -1,49%). Já os itens: laranja (-2,92% para 12,80%), cana-de-açúcar (1,50% para 3,54%) e leite in natura (-3,37% para -0,61%) tiveram queda. O IPC (Índice de Preços ao Consumidor) registrou na primeira prévia de fevereiro alta de 0,75%, acima do 0,40% de um mês antes. Os destaques foram os itens: tarifa de ônibus urbano (de estabilidade para 4,09%), álcool combustível (2,18% para 9,36%) e gasolina (0,75% para 1,25%).Também subiram os preços nos grupos Educação, Leitura e Recreação (0,05% para 1%), Despesas Diversas (-0,01% para 0,24%), Habitação (0,12% para 0,29%) e Alimentação (0,79% para 0,86%), com destaque para os itens: cursos formais (de estabilidade para 2,26%), alimento para animais domésticos (-0,53% para 0,83%), empregados domésticos (0,36% para 1,88%) e frutas (1,04% para 2,85%), respectivamente. Já os grupos Vestuário (1,04% para 0,48%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,37% para 0,26%) desaceleraram, com destaque para os itens: calçados (1,02% para -0,53%) e artigos de higiene e cuidado pessoal (0,46% para 0,15%). O INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) teve alta de 0,41% na abertura deste mês, contra leve alta de 0,07% um mês antes. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços subiu 0,45%, contra alta de 0,13% no mês anterior. O índice de custo da Mão de Obra subiu 0,36%, contra estabilidade no mês anterior. Fonte: Folha Online
10/02/2010
Redes de franquia vão acirrar disputa com imobiliárias regionais em 2010


Primeiros franqueados são pequenas imobiliárias e empreendedores.Esses grupos querem dominar o mercado de compra e aluguel de imóveis usados, hoje pulverizado entre imobiliárias regionais e de pequeno porte. Este segmento representa cerca de 75% do volume de negócios do mercado imobiliário brasileiro, segundo estimativas do diretor-executivo do Sindicato da Habitação (Secovi-SP), Celso Petrucci. “A cada imóvel novo vendido, outros cinco ou seis usados são comercializados”, diz.
Dois grupos internacionais são destaque nesta disputa. A Century 21, rede americana de franquias imobiliárias, foi a primeira a chegar no Brasil. Presente em 68 países, ela lançou a primeira unidade em dezembro de 2008 e hoje têm 31 contratos assinados e 15 imobiliárias abertas. Já a também americana Re/Max, que está em 78 países, iniciou suas operações no Brasil em outubro do ano passado e já tem 42 contratos fechados e cinco lojas abertas. Cada uma dessas redes planeja negociar pelo menos cem unidades no Brasil neste ano. Grupos brasileiros também estão de olho neste mercado. Há cerca de um ano, a Lopes criou a Pronto!, sua unidade de franquias para o setor de imóveis usados. Já a gigante Brasil Brokers comprou, no ano passado, a mineira Rede Morar e abriu uma linha de franquias para a empresa, que iniciará sua expansão para São Paulo e Rio de Janeiro neste ano. O setor imobiliário participará com esses grupos de um negócio bilionário no Brasil, que já está consolidado em outros ramos, como alimentação e beleza. As franquias somaram no ano passado 1460 redes no Brasil, com cerca de 75 mil unidades e um faturamento total de R$ 63 bilhões, de acordo com o diretor-executivo da ABF (Associação Brasileira de Franchising), Ricardo Camargo. Mas, segundo dados da ABF, apenas quatro dessas redes são imobiliárias, o que significa que há grande potencial de expansão neste segmento. A crise internacional provocou queda no volume de venda de imóveis no exterior e aumentou o interesse pelo mercado brasileiro. “As franquias imobiliárias são um negócio novo no Brasil, que ganhará corpo neste ano. Com uma escala maior e custos menores, a tendência é que as redes tomem conta deste mercado em detrimento de empresas menores”, diz Camargo. Petrucci concorda que a tendência no mercado brasileiro é a criação de redes de imobiliárias, com o compartilhamento da carteira de imóveis e divisão de comissões. Nos Estados Unidos, cerca de 95% dos negócios imobiliários são feitos desta forma, afirma Petrucci. “Mas isso não significa que haverá uma corrida descontrolada para adotar a bandeira de franquias entre as imobiliárias. As pequenas empresas vão conviver com as grandes redes neste setor.” Para ele, muitos brasileiros têm paixão pelo seu negócio e devem resistir em migrar para uma franquia. Fonte: iG

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

09/02/2010
Reavaliação de imóveis faz IPTU aumentar até 290% no Rio


Cerca de 30,6 mil proprietários de imóveis no Rio de Janeiro estão em um grupo de donos de casas e apartamentos que caíram na "malha fina" da Secretaria Municipal da Fazenda. A revisão cadastral fez com que em alguns locais, o valor do IPTU tenha sofrido reajuste de quase 300%. No condomínio Santos Dumont, na Ilha do Governador, pelo menos 60 moradores vão pagar imposto bem acima dos 4,18% do IPCA-E, que foi o reajuste anunciado pela Prefeitura do Rio.
A Prefeitura também informou que continua atualizando os cálculos referentes aos valores que serão pagos no ano de 2011. "Paguei R$ 115 no ano passado. Agora, meu IPTU saltou para R$ 412,92. Não entendo. Aqui no condomínio, parece que algumas pessoas foram sorteadas. Existem apartamentos com a mesma metragem e a mesma posição que o meu, mas com o valor antigo do imposto. Fui ao posto da prefeitura, em Ramos, e me informaram que, se eu quiser tentar alguma mudança, vou ter que contratar um arquiteto ou engenheiro", afirmou o militar reformado Pedro Santana Filho, 62 anos. Moradora do mesmo conjunto, a professora Rita de Cássia Martha, 46 anos, lamenta ter que pagar seu IPTU em 10 vezes, devido ao aumento que chegou a 290%: "Eu tinha programado cota única, como em 2009, quando paguei R$ 113. Quase caí para trás quando vi R$ 440,84 no carnê deste ano", disse. Administrador do condomínio, Tito Gomes disse que mandou e-mails para o prefeito Eduardo Paes. "Não disseram que a correção ficaria em 4,18%?", disse ele. A Secretaria Municipal de Fazenda informou que os imóveis que sofreram revisão estavam cadastrados como Unidade Autônoma Popular (UAP), conforme legislação de 1989, que reduzia o valor venal (e por consequência o IPTU) dessas residências em 40%. Pela legislação municipal, são considerados UAPs os imóveis residenciais com até 100 m² e valor venal de até R$ 40.368. Os imóveis que sofreram reajuste não se enquadravam mais no conceito de UAP por terem sido valorizados ao longo dos anos. Dos 100 mil que caíram na 'malha fina', 70 mil eram isentos e continuam sendo. Todos os outros sofreram acréscimo no valor, sendo que 600 sofreram influência significativa na tributação com a perda do desconto da UAP. O contribuinte que quiser questionar temas relacionados ao carnê ou ao imóvel deve se dirigir a um posto de atendimento do IPTU. Os locais podem ser encontrados em www.rio.rj.gov.br/iptu. Outra sugestão é ligar para o Disque-IPTU, no telefone 2503-2003, das 9h às 17h (horário de fevereiro), de segunda a sexta-feira. Se o valor venal estimado pela Prefeitura estiver acima do real valor de mercado do imóvel, a reclamação deverá ser apresentada na Divisão de Atendimento ao Contribuinte, na Cidade Nova, até o dia 12 de março. Quem ainda não recebeu em casa o carnê do IPTU 2010 pode solicitar pelo endereço eletrônico acima mencionado, informando o número da inscrição imobiliária, ou comparecer a um dos postos de atendimento. Fonte: O Dia
09/02/2010
Mercado imobiliário do DF já é o 2º maior do país


O mercado imobiliário do Distrito Federal ultrapassou o do Rio de Janeiro e, em 2009, se consolidou como o segundo do país em faturamento e em número de unidades vendidas. Os lançamentos movimentaram R$ 11,7 milhões por dia, um total de R$ 4,3 bilhões no ano. Cerca de 14 mil unidades ganharam o mercado brasiliense.
Os números foram divulgados pelo Conselho de Corretores de Imóveis do DF (Creci-DF), com base em levantamento feito entre 10 grandes empresas do setor. Na capital carioca, o faturamento das empresas com a venda de cerca de 13 mil unidades parou em R$ 3,9 bilhões, segundo estimativa da Ademi-RJ. São Paulo lidera o ranking, com uma previsão de 34 mil unidades comercializadas em 2009. O faturamento não foi divulgado, mas o volume do mercado na maior cidade brasileira tende a ser quatro vezes maior do que o do DF. Salvador e Belo Horizonte se revezam no quarto e quinto lugares. Diferentemente das capitais que sentiram os efeitos da crise, no DF não pararam a compra de terrenos e a construção de imóveis para atender a demanda. Ao longo do ano passado, o novo cenário era esperado porque Brasília quase não sentiu os efeitos da crise econômica mundial. No Rio, o mercado recuou 20% no primeiro semestre de 2009, em relação ao mesmo período de 2008. Construtoras cancelaram projetos e voltaram atrás na decisão de comprar terrenos, o que afastou investidores. “A crise obrigou as empresas a pisarem no freio e, com isso, acabamos vendendo menos”, explica o presidente do Creci-RJ, Casimiro Vale. No DF, as empresas mais cautelosas chegaram a adiar lançamentos, mas não desistiram deles. “Eu queria estar em Brasília, principalmente em momentos de crise, quando, mesmo assim, as pessoas não deixam de investir”, comenta Paulo Fabbriani, conselheiro da Ademi do Rio de Janeiro e vice-presidente da incorporadora Carvalho Hosken. Ele pondera que a comparação entre as duas cidades é possível apenas no caso de unidades novas. “O mercado do Rio chega a ser 10 vezes maior se incluirmos o volume de vendas de imóveis usados”, diferencia. Empresários do mercado do DF encaram o segundo lugar como se fosse o primeiro. São Paulo completou 456 anos no mês passado. Brasília faz 50 anos em abril. Os lançamentos em cidades como Samambaia, Gama e Ceilândia, além do fenômeno Noroeste (1), sustentou a expectativa de ultrapassar o Rio em 2009. “De certa forma, não nos surpreende. O DF tem um mercado de muito volume e muita dinâmica”, diz Fernando Maia, diretor da Brookfield Incorporações no Centro-Oeste. Somente a empresa dele faturou R$ 498,3 milhões com vendas no DF. Existem cerca de 100 construtoras imobiliárias em atuação na capital federal. Animados com a confirmação dos números de faturamento, os donos das empresas traçam metas agressivas para 2010 e reafirmam que apostar em imóveis continua sendo o melhor negócio da cidade. “Não é que somos imunes a oscilações, mas passar o Rio de Janeiro em um ano de incertezas é sinal de que estamos blindados”, avalia o presidente da Ademi-DF, Adalberto Valadão, da Soltec Engenharia. Ele acredita que o DF deve se firmar no segundo lugar nos próximos anos. O mercado de Brasília cresce, historicamente, a uma velocidade maior do que a dos demais centros urbanos. O salto varia entre 15% e 20% ao ano. “Tomamos a decisão de entrar no mercado de Brasília porque acreditamos no potencial dele. Ver o avanço no volume de vendas é colher os frutos dessa decisão”, afirma Frederico Kessler, diretor da Rossi, empresa paulista que há dois anos se instalou no DF. Para 2010, a empresa prevê seis lançamentos, o dobro do ano passado. A mudança no ranking deve atrair mais investidores, acreditam os empresários. Em 2009, a valorização dos imóveis no DF foi de 25%, em média. A estimativa é de que cerca de 40% das unidades lançadas foram vendidas para pessoas dispostas a investir. “Esse segundo lugar mostra o vigor do mercado, o que é bom para as empresas e para os investidores”, comenta Dilton Junqueira, diretor da Brasal Incorporações, que faturou R$ 212 milhões em 2009, 138% a mais que em 2008. "Enquanto houver a valorização, o mercado se sustenta. Mas quando começar a pairar uma dúvida sobre isso, os investidores poderão perceber que não mais vale a pena", Aquiles Rocha de Farias, professor do Ibmec em Brasília. Fonte: Correio Brasiliense
09/02/2010
Empresários da construção civil iniciam 2010 com otimismo em alta, diz pesquisa


Levantamento da CNI/CBIC mostra que contratações tendem a subir. Carga tributária alta e falta de trabalho qualificado, porém, são problemas. Os empresários da construção civil iniciaram este ano com o otimismo em alta, segundo pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) em conjunto com a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC).
De acordo com o levantamento, o indicador de expectativas para o nível da atividade do setor nos próximos seis meses ficou em 70,6 pontos em janeiro deste ano. Números acima de 50 pontos indicam, segundo a CNI e a CBIC, otimismo do setor. "O otimismo é particularmente elevado entre os empresários das grandes empresas (78,8 pontos). Para as pequenas e médias, o indicador foi de 63,2 pontos e de 69,3 pontos, respectivamente", informaram as entidades. Segundo o documento, o otimismo também é observado com relação a novos empreendimentos, com um indicador de 70 pontos (valores acima de 50 pontos representam aumento dos novos empreendimentos), sendo que as grandes empresas apresentaram o maior indicador (76,6 pontos), seguido pelas médias (71,4 pontos) e pequenas (60,9 pontos). O otimismo em alta do empresariado da construção civil, segundo a pesquisa da CNI e da CBIC, deve se traduzir em aumento das compras de matérias-primas, visto que o indicador somou em janeiro 69,7 pontos (acima da linha divisória de 50 pontos) e, também, em mais contratações pelo setor. Segundo o documento, o indicador de expectativa das empresas que deverão contratar mais funcionários nos próximos seis meses ficou em 66,8 pontos em janeiro. O levantamento da CNI/CBIC mostra ainda que o principal problema enfrentado pelas empresas do setor é a "elevada carga tributária", item que foi assinalado por 60,7% dos entrevistados. Em segundo lugar, apareceu a falta de trabalhadores qualificados, com 53% das empresas consultadas, seguido por "condições climáticas" (36,7%) e taxas de juros elevadas (31,5%). A pesquisa da CNI e da CBIC revela ainda que o nível de atividade do setor cresceu em dezembro do ano passado, somando 53,7 pontos (acima de 50 pontos representa aumento da atividade). "O destaque está nas médias e grandes empresas (54,6 e 55,3 pontos), visto que o nível de atividade das pequenas manteve-se praticamente estável (50,9 pontos)", informou a CNI. O levantamento mostra também que o número de empregados do setor aumentou em relação ao terceiro trimestre de 200. "O aumento foi observado independente do porte da empresa, sendo mais intenso nas grandes (56,1 pontos) do que nas pequenas e médias (51,8 e 52,9 pontos, respectivamente", informou. Fonte: G1
08/02/2010
Caixa mira captação externa e amplia meta de crédito


O banco controlado pelo governo federal planeja captar R$ 3 bilhões, com prazo de oito anos, em Letras Financeiras, instrumento de longo prazo de bancos criado no final do ano pelo governo brasileiro. "A meta é fazer isso até o final de março, tão logo saia a regulamentação do Conselho Monetário Nacional (CMN)", disse à Reuters o vice-presidente de Finanças da Caixa, Marcio Percival, nesta sexta-feira (5)
Em outra frente, o banco pretende fazer sua primeira incursão no mercado internacional, por meio de bônus, também com prazo mais estendido. "A ideia é ter 'funding' adequado para empresas brasileiras com operações no exterior e que precisam de crédito para investimentos." De acordo com o executivo, a iniciativa foi motivada pela forte demanda corporativa para crédito de prazo mais longo. Atualmente, os empréstimos da Caixa para empresas têm perfil mais curto, destinados sobretudo a capital de giro. A Caixa também deve começar a operar com linhas de adiantamentos sobre contratos de câmbio (ACC). De acordo com Percival, esse é um desdobramento da crise, já que muitas empresas que precisavam de liquidez tiveram as portas fechadas por bancos privados que, temendo o aumento da inadimplência, recusaram a renovação de linhas de crédito. "Muitas empresas migraram para nós buscando, primeiro, capital de giro, depois recursos para investimentos mesmo."Em 2009, a carteira de crédito para pessoa jurídica da instituição deu um salto de 65%. Hoje, contou Percival, há cerca de R$ 4 bilhões em pedidos de crédito para companhias em análise na Caixa. Devido à manutenção do forte ritmo de crescimento dos empréstimos verificado em 2009, a Caixa já elevou a previsão de expansão da carteira total neste ano, de 30% para 35%. No ano passado, o aumento do crédito foi de 55,3%, para R$ 124,3 bilhões. Com isso, o banco estatal espera elevar sua fatia dos atuais 8,8% para 10% do mercado de crédito no país até dezembro. "Nosso market share era de 6,5% em setembro de 2008, quando a crise começou", citou Percival. No setor imobiliário, carro-chefe das operações do banco, o plano é que a carteira total suba dos R$ 47 bilhões de dezembro passado para R$ 60 bilhões no fim deste ano. A Caixa é a operadora do programa do governo de habitações populares "Minha Casa, Minha Vida". Para ampliar a carteira no setor, o banco estuda formar parcerias com empresas do ramo imobiliário, semelhantes à anunciado nesta sexta-feira com a Lopes, em que esta atua correspondente para intermediar a contratação de financiamentos para a compra de imóveis. O banco também está costurando parcerias com grandes redes varejistas para ampliar seus pontos de presença e ficar em pé de igualdade com concorrentes privados como Itaú Unibanco e Bradesco. A Caixa também deve inaugurar cerca de 200 agências em 2010, que se somarão às cerca de 2,2 mil atuais. Para que o ritmo de expansão no financiamento ao consumo prossiga, o banco deve manter as atuais taxas de juros, a despeito das expectativas de aumento da Selic, hoje em 8,75% ao ano. "Não vamos ser influenciados por essa pressão de curto prazo", disse, em referência ao movimento habitual dos bancos de elevar preventivamente as taxas quando há expectativa de aumento do juro básico. No entanto, o executivo admitiu que a decisão poderá ser revista mais adiante, caso a Selic venha mesmo a subir. Fonte: Brasil Econômico
08/02/2010
Multiplan lança novo shopping na Barra da Tijuca


A Multiplan Empreendimentos Imobiliários anunciou na quinta-feira (4/2) o lançamento de um novo shopping no Rio de Janeiro, na Barra da Tijuca. Para o empreendimento, chamado de Village Mall, será necessário um investimento de 350 milhões de reais. A inauguração está prevista para maio de 2012. Com a construção do novo shopping, a Multiplan consolida sua presença na capital fluminense em um momento estratégico, tendo em visa a visibilidade que a cidade ganhará com a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016
A companhia também é dona do Barra Shopping, o maior do Rio de Janeiro, além do Centro Empresarial Barra Shopping e o New York City Center. O novo empreendimento terá uma área bruta locável de 25.653 m², 125 lojas e 1.462 vagas de estacionamento. A Multiplan terá 100% do empreendimento. Segundo a companhia, as receitas operacionais líquidas esperadas para o primeiro e terceiro anos são de 36,9 e 41,3 milhões de reais, respectivamente. Além do espaço tradicional, estão previstos um teatro com capacidade para 680 pessoas, seis salas de cinema, uma área de 1.500 m² para eventos, alem de restaurantes no terraço. Fonte: Exame


Adote essa Idéia

Adote essa Idéia
Clique e saiba como ajudar o planeta

Clik e Preserve a Natureza


Prepare-se para descobrir o brasil

Prepare-se para descobrir o brasil
Clique e escolha um restaurante




Aos Parceiros e Futuros Clientes

Esse blog é destinado, à todos que apreciam a informação, como fonte de cultura e entretenimento.
Desde os primordios das mais primitivas civilizações, o homen sempre se organizou em grupos. Considerou indispensável e necessário os avanços da urbanização, para facilitar e organizar o convivio dessa sociedade em crescente evolução ,bastando lembrar que o bem imovel é o combustivel indispensável e essencial a preservação e desenvolvimento da vida.