08/02/2010
O mago dos imóveis vai investir em infraestrutura no Brasil
Sam Zell quer aproveitar as oportunidades de negócios que surgirão com a Copa do Mundo e a Olimpíada. Quando comprou ações da Gafisa pela primeira vez, há cinco anos, o mega investidor americano Sam Zell desembolsou US$ 55 milhões para ficar com um terço da companhia. Na época, poucas pessoas arriscariam dizer que o mercado imobiliário mudaria tanto em pouco tempo.
Zell começava, ali, a eleger o Brasil como o melhor lugar do mundo para investir. Depois de injetar US$ 500 milhões em seis empresas brasileiras, metade do dinheiro aplicado por seus quatro fundos no mundo, Zell agora quer "alargar" o conceito de mercado imobiliário. "Nós somos conhecidos mundialmente como investidores imobiliários. Mas a verdade é que 70% dos nossos negócios não são nesse mercado", disse Zell ao Estado. "O Brasil é o melhor lugar do mundo para investir. Em qualquer área. "No radar de Zell, entra qualquer negócio ligado à infraestrutura. Ele quer aproveitar as oportunidades que surgirão com a Copa do Mundo, em 2014, e a Olimpíada, que acontecerá no Rio de Janeiro dois anos depois. "Podemos investir em estádios, aeroportos, transporte público e hotéis. À medida que o Brasil cresce, mais oportunidades vão aparecer", diz Gary Garrabrant, sócio de Zell na Equity International (EI), empresa de investimentos fora dos Estados Unidos. "De tempos em tempos nós conversamos com as construtoras brasileiras sobre infraestrutura e como nós podemos participar disso." Em hotelaria, por exemplo, a ideia é investir em unidades de padrão econômico. "Não há espaço para muitos hotéis de luxo no Brasil", diz Garrabrant, no lobby do hotel Fasano, em São Paulo. "Faltam hotéis de classe média no Rio de Janeiro." Eles também cogitam entrar no negócio de fazendas, a exemplo do que fez seu concorrente Elie Horn, o controlador da Cyrela, na BrasilAgro - ela compra terras em estado bruto, investe em melhorias e tenta vender com lucro mais adiante. Filho de imigrantes poloneses, Zell é considerado um visionário, uma espécie de Warren Buffet dos imóveis. Em 2007, pouco antes da crise imobiliária americana, vendeu a sua Equity Offices Properties por US$ 39 bilhões, o maior negócio no setor até hoje no mundo. Zell começou cedo, comprando apartamentos para colegas da Univesidade de Michigan, e construiu um império com mais de 220 mil propriedades espalhadas pelos EUA. Nos últimos anos, sua imagem esteve mais associada ao investimento na Tribune Company, que publica os jornais Chicago Tribune e Los Angeles Times. A empresa pediu concordata há pouco mais de um ano. Na ocasião, Zell disse que fatores externos criaram a tempestade perfeita: economia dura e queda da receita publicitária. Com a crise financeira global em 2008, sua fortuna pessoal, que era avaliada em US$ 6 bilhões, caiu pela metade, segundo a revista Forbes. No Brasil, ao contrário, os negócios vão bem. A sua experiência com imóveis, tanto nos EUA quanto no México - onde ajudou a criar a Homex, hoje a maior construtora popular do país - tem ajudado suas empresas a prosperar no setor. Hoje, Zell não só é o maior acionista individual, com 13,66%, da Gafisa - uma das maiores incorporadoras do País, listada na Bolsa de Nova York -, como também se tornou o maior sócio da BRMalls, empresa líder no setor de shopping centers, e da Bracor, especializda em imóveis comerciais e industriais. Tem ainda participação relevante na AGV Logística, na construtora popular Tenda e na Brazilian Finance & Real Estate, de hipotecas residenciais, securitização de recebíveis e estruturação de fundos imobiliários. "Ser sócio de Sam Zell abre portas. Ele agrega imagem e conhecimento", diz Fábio Nogueira, diretor da Brazilian Finance, último investimento do americano no País. A Equity International pagou US$ 125 milhões por uma fatia de 20,7% na companhia. A Bracor acabou de receber mais uma rodada de capitalização dos sócios, que lhe dará cacife para investir R$ 1 bilhão. "A Bracor vai fazer quatro anos e já tem R$ 2,5 bilhões em ativos próprios. Sam Zell ajuda muito com a experiência anterior", conta Carlos Betancourt, presidente da Bracor. Na Gafisa e na Tenda, o investidor pretende injetar mais dinheiro para aproveitar o crescimento do mercado imobiliário local, especialmente na baixa renda. "Vamos apoiar Gafisa e Tenda com a maior quantidade de dinheiro possível. Não vamos comprar mais empresas residenciais, mas criar gigantes no setor", diz Garrabrant. "Sam Zell teve uma enorme importância na definição das estratégias que levaram a Gafisa a ser o que é hoje", afirma Wilson Amaral, presidente da Gafisa. Zell só participa das grandes decisões. Ao Brasil, vem uma ou duas vezes por ano. Os executivos da EI, Garrabrant e Thomas McDonald, tem assentos nos conselhos das empresas, o que exige visitas mais frequentes. Na última viagem ao Brasil, Garrabrant falou pela primeira vez com o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles. Foi apresentar a sociedade com a Brazilian Finance e discutir oportunidades de negócios. Fonte: O Estado de São Paulo
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
05/02/2010
Multiplan anuncia lançamento do Village na Barra da Tijuca
A Multiplan Empreendimentos Imobiliários (Bovespa: MULT3) anuncia o lançamento do Village Mall, na cidade do Rio de Janeiro, um shopping Center com área bruta locável (ABL) de 25.653m2, 125 lojas, incluindo 8 âncoras e mega-lojas e 1.462 vagas de estacionamento. A Multiplan terá 100% do empreendimento. O investimento esperado para o projeto é de R$350 milhões e a taxa interna de retorno estimada de 15,5% a.a.. As Receitas Operacionais Líquidas (NOI) esperadas para o primeiro e terceiro anos são de R$ 36,9 milhões e R$ 41,3 milhões respectivamente.
A inauguração deverá ocorrer em maio de 2012. Com localização privilegiada, o Village Mall está no coração da Barra da Tijuca, uma das regiões que mais cresceu nos últimos anos no Rio de Janeiro. O shopping center será diferenciado por marcas de moda e novas opções de cultura e gastronomia em um ambiente moderno, arejado, que valoriza a bela vista do entorno. Estão previstos um teatro com capacidade para 680 pessoas; seis salas de cinema com tecnologia de última geração e serviços inéditos; uma área de 1.500 m2 para eventos, além de restaurantes no terraço com vista para a Lagoa da Tijuca. Este shopping center será um forte complemento ao complexo iniciado pela Multiplan há 30 anos formado pelo BarraShopping, o New York City Center e o Centro Empresarial BarraShopping.
Multiplan anuncia lançamento do Village na Barra da Tijuca
A Multiplan Empreendimentos Imobiliários (Bovespa: MULT3) anuncia o lançamento do Village Mall, na cidade do Rio de Janeiro, um shopping Center com área bruta locável (ABL) de 25.653m2, 125 lojas, incluindo 8 âncoras e mega-lojas e 1.462 vagas de estacionamento. A Multiplan terá 100% do empreendimento. O investimento esperado para o projeto é de R$350 milhões e a taxa interna de retorno estimada de 15,5% a.a.. As Receitas Operacionais Líquidas (NOI) esperadas para o primeiro e terceiro anos são de R$ 36,9 milhões e R$ 41,3 milhões respectivamente.
A inauguração deverá ocorrer em maio de 2012. Com localização privilegiada, o Village Mall está no coração da Barra da Tijuca, uma das regiões que mais cresceu nos últimos anos no Rio de Janeiro. O shopping center será diferenciado por marcas de moda e novas opções de cultura e gastronomia em um ambiente moderno, arejado, que valoriza a bela vista do entorno. Estão previstos um teatro com capacidade para 680 pessoas; seis salas de cinema com tecnologia de última geração e serviços inéditos; uma área de 1.500 m2 para eventos, além de restaurantes no terraço com vista para a Lagoa da Tijuca. Este shopping center será um forte complemento ao complexo iniciado pela Multiplan há 30 anos formado pelo BarraShopping, o New York City Center e o Centro Empresarial BarraShopping.
05/02/2010
Bascol Brasil abre as portas do plantão de vendas do Smartcity Schiller
Foi realizado no último dia 3 de fevereiro o lançamento oficial do plantão de vendas do Smartcity Schiller, novo empreendimento da incorporadora Bascol em Curitiba. Localizado na rua chiller, 96, no Cristo Rei, o plantão segue a proposta da Bascol de apresentar ao mercado brasileiro empreendimentos inovadores e com diferenciais exclusivos de qualidade construtiva. O apartamento decorado, anexo ao plantão de vendas, apresenta paredes e algumas partes do piso em vidro.
O Smartcity Schiller possui 68 apartamentos, com metragem a partir de 92 m², e oito coberturas, de até 160 m², além de 11 áreas de lazer internas e externas. Os ambientes privativos têm o aproveitamento máximo do espaço e as plantas possuem até 15 opções de modulação. Os apartamentos são compactos com sala integrada à cozinha, dois quartos, varanda, área de serviço e banheiro social. O Smartcity Schiller é direcionado às pequenas famílias e singles que buscam praticidade e conforto, a preços acessíveis, os valores iniciam em R$ 180 mil a unidade. Para este projeto são mantidas as técnicas construtivas exclusivas da Bascol, com características intrínsecas, como a laje estendida e o isolamento acústico e térmico, diferenciais construtivos até então não encontrados em residenciais nesta faixa de preço. Uma das novidades no Smartcity é o Espaço Office, um ambiente profissional que atende aos autônomos que trabalham em casa e que é composto por duas salas de reuniões e uma ante-sala de espera. Os apartamentos estão sendo comercializados pela Paulo Celles Imóveis e Galvão Planejamento Imobiliário e Vendas.
Bascol Brasil abre as portas do plantão de vendas do Smartcity Schiller
Foi realizado no último dia 3 de fevereiro o lançamento oficial do plantão de vendas do Smartcity Schiller, novo empreendimento da incorporadora Bascol em Curitiba. Localizado na rua chiller, 96, no Cristo Rei, o plantão segue a proposta da Bascol de apresentar ao mercado brasileiro empreendimentos inovadores e com diferenciais exclusivos de qualidade construtiva. O apartamento decorado, anexo ao plantão de vendas, apresenta paredes e algumas partes do piso em vidro.
O Smartcity Schiller possui 68 apartamentos, com metragem a partir de 92 m², e oito coberturas, de até 160 m², além de 11 áreas de lazer internas e externas. Os ambientes privativos têm o aproveitamento máximo do espaço e as plantas possuem até 15 opções de modulação. Os apartamentos são compactos com sala integrada à cozinha, dois quartos, varanda, área de serviço e banheiro social. O Smartcity Schiller é direcionado às pequenas famílias e singles que buscam praticidade e conforto, a preços acessíveis, os valores iniciam em R$ 180 mil a unidade. Para este projeto são mantidas as técnicas construtivas exclusivas da Bascol, com características intrínsecas, como a laje estendida e o isolamento acústico e térmico, diferenciais construtivos até então não encontrados em residenciais nesta faixa de preço. Uma das novidades no Smartcity é o Espaço Office, um ambiente profissional que atende aos autônomos que trabalham em casa e que é composto por duas salas de reuniões e uma ante-sala de espera. Os apartamentos estão sendo comercializados pela Paulo Celles Imóveis e Galvão Planejamento Imobiliário e Vendas.
05/02/2010
Racional Engenharia finaliza a construção da mais moderna fábrica de semicondutores da América Latina
A Racional Engenharia finalizou a construção do Centro Nacional de Tecnologia Eletrônica Avançada (CEITEC S/A), empresa pública vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia, que abriga a mais moderna fábrica e centro de desenvolvimento de circuitos integrados de aplicação específica - ASIC's - da América Latina. Com um total de 15.100 m² de área construída, o CEITEC foi implantado na Lomba do Pinheiro, Estrada João de Oliveira Remião, nº 777, em Porto Alegre (RS), em um terreno de 56.000 m².
O complexo tecnológico é formado por dois prédios interligados: prédio de Pesquisa e Manufatura com 10.000 m², onde estão as salas limpas - nas quais os chips são fabricados - e o prédio do Centro Operacional, com 5.100 m², que abriga o Núcleo de Design (Design House), onde os circuitos integrados são projetados, além de escritórios administrativos, engenharia de processo, incubadora tecnológica, salas de aula e anfiteatros. O escopo de trabalho do Consórcio Racional-Delta, definido a partir de um projeto básico fornecido no Edital de Concorrência, incluiu os serviços civis das edificações e as instalações de salas limpas e de utilidades, com complexos sistemas de climatização, filtragem e condicionamento do ar, assim como, de exaustão e monitoramento de gases e fluidos diversos. Marcos Santoro, vice-presidente da Racional Engenharia, empresa-líder do Consórcio Racional-Delta, destaca que "o grande diferencial desse projeto foi a construção da sala mais limpa da América Latina para a manufatura de semicondutores". No prédio de Pesquisa e Manufatura há 1.800 m² de salas limpas, sendo 800 m² Classe 100 e 1.000 m² de Classe 10.000.
Racional Engenharia finaliza a construção da mais moderna fábrica de semicondutores da América Latina
A Racional Engenharia finalizou a construção do Centro Nacional de Tecnologia Eletrônica Avançada (CEITEC S/A), empresa pública vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia, que abriga a mais moderna fábrica e centro de desenvolvimento de circuitos integrados de aplicação específica - ASIC's - da América Latina. Com um total de 15.100 m² de área construída, o CEITEC foi implantado na Lomba do Pinheiro, Estrada João de Oliveira Remião, nº 777, em Porto Alegre (RS), em um terreno de 56.000 m².
O complexo tecnológico é formado por dois prédios interligados: prédio de Pesquisa e Manufatura com 10.000 m², onde estão as salas limpas - nas quais os chips são fabricados - e o prédio do Centro Operacional, com 5.100 m², que abriga o Núcleo de Design (Design House), onde os circuitos integrados são projetados, além de escritórios administrativos, engenharia de processo, incubadora tecnológica, salas de aula e anfiteatros. O escopo de trabalho do Consórcio Racional-Delta, definido a partir de um projeto básico fornecido no Edital de Concorrência, incluiu os serviços civis das edificações e as instalações de salas limpas e de utilidades, com complexos sistemas de climatização, filtragem e condicionamento do ar, assim como, de exaustão e monitoramento de gases e fluidos diversos. Marcos Santoro, vice-presidente da Racional Engenharia, empresa-líder do Consórcio Racional-Delta, destaca que "o grande diferencial desse projeto foi a construção da sala mais limpa da América Latina para a manufatura de semicondutores". No prédio de Pesquisa e Manufatura há 1.800 m² de salas limpas, sendo 800 m² Classe 100 e 1.000 m² de Classe 10.000.
04/02/2010
Preço do imóvel no Reino Unido sobe pelo 7º mês consecutivo
Os preços dos imóveis do Reino Unido subiram 0,6% em janeiro na comparação com dezembro, o sétimo acréscimo consecutivo mensal no país, segundo informou hoje a entidade de crédito hipotecário Halifax. Com relação a janeiro de 2008, o aumento foi de 3,6%, deixando o preço médio dos imóveis em 169.777 libras (193.545 euros). Apesar disso, Halifax, cujo proprietário é do grupo bancário britânico Lloyds Banking Group, advertiu que os preços dos imóveis manterão os planos em 2010.
Conforme os analistas, a ascensão de janeiro foi modesta em comparação com os meses anteriores, que chegou a atingir 1,1%. O baixo nível em que estão as taxas de juros, 0,5% , incentivou a demanda da habitação entre os que contam com uma boa poupança para entrar no mercado imobiliário. Os analistas especificaram que a situação da economia influirá nos preços dos imóveis. No mês passado, o Escritório Nacional de Estatísticas informou que o Reino Unido saiu da recessão depois que o Produto Interno Bruto (PIB) registrou alta de 0,1% no último trimestre de 2009.
Preço do imóvel no Reino Unido sobe pelo 7º mês consecutivo
Os preços dos imóveis do Reino Unido subiram 0,6% em janeiro na comparação com dezembro, o sétimo acréscimo consecutivo mensal no país, segundo informou hoje a entidade de crédito hipotecário Halifax. Com relação a janeiro de 2008, o aumento foi de 3,6%, deixando o preço médio dos imóveis em 169.777 libras (193.545 euros). Apesar disso, Halifax, cujo proprietário é do grupo bancário britânico Lloyds Banking Group, advertiu que os preços dos imóveis manterão os planos em 2010.
Conforme os analistas, a ascensão de janeiro foi modesta em comparação com os meses anteriores, que chegou a atingir 1,1%. O baixo nível em que estão as taxas de juros, 0,5% , incentivou a demanda da habitação entre os que contam com uma boa poupança para entrar no mercado imobiliário. Os analistas especificaram que a situação da economia influirá nos preços dos imóveis. No mês passado, o Escritório Nacional de Estatísticas informou que o Reino Unido saiu da recessão depois que o Produto Interno Bruto (PIB) registrou alta de 0,1% no último trimestre de 2009.
04/02/2010
Taxas de juros devem continuar caindo
O aquecimento econômico e a percepção de risco menor por conta dos índices de inadimplência, que após três meses de estabilidade fecharam 2009 em 5,6%, abriram espaço para juros menores. Os índices ainda são altos se compararmos como o ano anterior (4,4%), mas tendências futuras os apontam para baixo. Os juros encerraram 2009 desta forma: para as empresas 25,5% ao ano contra 30,7% em relação ao ano anterior e para as famílias 42,7% frente aos 57,9% de 2008.
Claro que boa parte desta redução deve-se não somente aos baixos números da inadimplência, mas à influência da taxa de crédito consignado (27,2%), a menor do país. Afinal essa modalidade representa 59,8% dos créditos concedidos pelos bancos. Outra novidade é que o setor deve contar com mais recursos daqui para frente, pois os empréstimos podem alcançar 48% do PIB no final de 2010. Os destaques são: o crédito para veículos, que já teve alongamento de prazo; o crédito consignado, que cresceu 35% mesmo durante a crise e os empréstimos habitacionais, que por mais que ainda respondam aos incentivos do governo, registraram expansão de 40% entre 2008 e 2009. (Brasil Econômico)
Taxas de juros devem continuar caindo
O aquecimento econômico e a percepção de risco menor por conta dos índices de inadimplência, que após três meses de estabilidade fecharam 2009 em 5,6%, abriram espaço para juros menores. Os índices ainda são altos se compararmos como o ano anterior (4,4%), mas tendências futuras os apontam para baixo. Os juros encerraram 2009 desta forma: para as empresas 25,5% ao ano contra 30,7% em relação ao ano anterior e para as famílias 42,7% frente aos 57,9% de 2008.
Claro que boa parte desta redução deve-se não somente aos baixos números da inadimplência, mas à influência da taxa de crédito consignado (27,2%), a menor do país. Afinal essa modalidade representa 59,8% dos créditos concedidos pelos bancos. Outra novidade é que o setor deve contar com mais recursos daqui para frente, pois os empréstimos podem alcançar 48% do PIB no final de 2010. Os destaques são: o crédito para veículos, que já teve alongamento de prazo; o crédito consignado, que cresceu 35% mesmo durante a crise e os empréstimos habitacionais, que por mais que ainda respondam aos incentivos do governo, registraram expansão de 40% entre 2008 e 2009. (Brasil Econômico)
03/02/2010
Patrimônio da Funcef cresce 20% em 2009
Depois de amargar fortes perdas durante a crise financeira internacional, a Funcef, fechou 2009 com crescimento de quase 20% em seu patrimônio. Em agosto de 2008, um mês antes do início da fase mais aguda da crise, a fundação contabilizava ativo total de R$ 35 bilhões. No fim daquele ano, o saldo caiu para R$ 32,6 bilhões e, em dezembro passado, puxado principalmente pelos investimentos em renda variável, chegou a R$ 38,9 bilhões.
"Atravessamos a crise de uma maneira bastante razoável", comemora o presidente da Funcef, Guilherme Lacerda. Ele informou que, além do foco em renda variável, a fundação está aumentando seus investimentos em imóveis, projetos de infraestrutura e no mercado de dívida. "Vamos, juntos com a Odebrecht e a Camargo Corrêa, disputar a licitação da usina hidrelétrica de Belo Monte", informou Lacerda, que divulgará hoje, em Brasília, o resultado da Funcef em 2009. "Devemos bancar 5% desse investimento (de algo estimado em R$ 20 bilhões)." Terceiro maior fundo de pensão do país, com patrimônio inferior apenas ao da Previ (dos funcionários do Banco do Brasil) e ao da Petros (Petrobras), a Funcef é a que mais aposta no mercado imobiliário. Investe hoje, nesse segmento, 8% de seu patrimônio, face a uma aplicação média de 3% dos outros fundos de pensão. Não aplica mais do que isso porque esse é o limite fixado pela resolução 3.792, do Conselho Monetário Nacional. "Nós queríamos 10%, mas a resolução ficou em 8%", disse Lacerda, lembrando que, em 2008, o investimento em imóveis representava 7% do ativo da Funcef. A fundação aposta na rentabilidade desse mercado. No auge da crise internacional, aproveitando a queda dos preços dos ativos, adquiriu da InPar, por cerca de R$ 60 milhões, o edifício Medical Center, no bairro paulistano do Itaim Bibi. Lá, o tradicional hospital Sírio-Libanês instalará uma nova unidade. "Há um boom no setor imobiliário e nós estamos tirando proveito disso", disse Lacerda. Com a queda da taxa básica de juros (Selic), que o presidente da Funcef considera "estrutural", os fundos de pensão têm buscado rentabilidade em outros setores. O mercado de ações tem sido uma das principais opções, mas, no caso da Funcef, além do setor imobiliário, olha-se também para o mercado de dívida - debêntures, Cédula de Crédito Bancário (CCB) e Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) emitidos pelas empresas. "Em plena crise, criamos uma fonte alternativa de financiamento para as empresas, quando o crédito estava escasso e caro", observou Guilherme Lacerda. De fato, no ano passado, a Funcef montou uma carteira de R$ 1,5 bilhão nessa modalidade de investimento. Do total, comprou R$ 200 milhões em CCB do grupo Odebrecht e, numa aplicação conjunta com a Petros, R$ 330 milhões da Itapoá Terminais Portuários. Em tempos de Selic e inflação em patamares historicamente baixos, a rentabilidade desses investimentos pode ser atrativa. Eles rendem para o investidor a variação da inflação, acrescida da Selic e de um spread que varia de acordo com o risco de cada empresa - algo em torno de 15% ao ano. "É muito melhor do que aplicar apenas em título público e receber 8,75% ao ano de Selic", assinalou Lacerda. Na área de infraestrutura, a Funcef vai investir R$ 125 milhões no Fundo de Investimento em Participações (FIP) Óleo e Gás, gerido pelo Banco Modal, que já reuniu R$ 500 milhões para aplicar em empresas da cadeia produtiva de petróleo, um dos alvos da nova política industrial que está sendo formulada pelo governo federal, com vistas à exploração do petróleo da camada pré-sal. Além disso, já há conversas da Funcef com investidores coreanos e com o Grupo Bertin para participar da licitação do trem-bala que ligará Campinas (SP), São Paulo e o Rio de Janeiro. (Fonte: Valor)
Patrimônio da Funcef cresce 20% em 2009
Depois de amargar fortes perdas durante a crise financeira internacional, a Funcef, fechou 2009 com crescimento de quase 20% em seu patrimônio. Em agosto de 2008, um mês antes do início da fase mais aguda da crise, a fundação contabilizava ativo total de R$ 35 bilhões. No fim daquele ano, o saldo caiu para R$ 32,6 bilhões e, em dezembro passado, puxado principalmente pelos investimentos em renda variável, chegou a R$ 38,9 bilhões.
"Atravessamos a crise de uma maneira bastante razoável", comemora o presidente da Funcef, Guilherme Lacerda. Ele informou que, além do foco em renda variável, a fundação está aumentando seus investimentos em imóveis, projetos de infraestrutura e no mercado de dívida. "Vamos, juntos com a Odebrecht e a Camargo Corrêa, disputar a licitação da usina hidrelétrica de Belo Monte", informou Lacerda, que divulgará hoje, em Brasília, o resultado da Funcef em 2009. "Devemos bancar 5% desse investimento (de algo estimado em R$ 20 bilhões)." Terceiro maior fundo de pensão do país, com patrimônio inferior apenas ao da Previ (dos funcionários do Banco do Brasil) e ao da Petros (Petrobras), a Funcef é a que mais aposta no mercado imobiliário. Investe hoje, nesse segmento, 8% de seu patrimônio, face a uma aplicação média de 3% dos outros fundos de pensão. Não aplica mais do que isso porque esse é o limite fixado pela resolução 3.792, do Conselho Monetário Nacional. "Nós queríamos 10%, mas a resolução ficou em 8%", disse Lacerda, lembrando que, em 2008, o investimento em imóveis representava 7% do ativo da Funcef. A fundação aposta na rentabilidade desse mercado. No auge da crise internacional, aproveitando a queda dos preços dos ativos, adquiriu da InPar, por cerca de R$ 60 milhões, o edifício Medical Center, no bairro paulistano do Itaim Bibi. Lá, o tradicional hospital Sírio-Libanês instalará uma nova unidade. "Há um boom no setor imobiliário e nós estamos tirando proveito disso", disse Lacerda. Com a queda da taxa básica de juros (Selic), que o presidente da Funcef considera "estrutural", os fundos de pensão têm buscado rentabilidade em outros setores. O mercado de ações tem sido uma das principais opções, mas, no caso da Funcef, além do setor imobiliário, olha-se também para o mercado de dívida - debêntures, Cédula de Crédito Bancário (CCB) e Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) emitidos pelas empresas. "Em plena crise, criamos uma fonte alternativa de financiamento para as empresas, quando o crédito estava escasso e caro", observou Guilherme Lacerda. De fato, no ano passado, a Funcef montou uma carteira de R$ 1,5 bilhão nessa modalidade de investimento. Do total, comprou R$ 200 milhões em CCB do grupo Odebrecht e, numa aplicação conjunta com a Petros, R$ 330 milhões da Itapoá Terminais Portuários. Em tempos de Selic e inflação em patamares historicamente baixos, a rentabilidade desses investimentos pode ser atrativa. Eles rendem para o investidor a variação da inflação, acrescida da Selic e de um spread que varia de acordo com o risco de cada empresa - algo em torno de 15% ao ano. "É muito melhor do que aplicar apenas em título público e receber 8,75% ao ano de Selic", assinalou Lacerda. Na área de infraestrutura, a Funcef vai investir R$ 125 milhões no Fundo de Investimento em Participações (FIP) Óleo e Gás, gerido pelo Banco Modal, que já reuniu R$ 500 milhões para aplicar em empresas da cadeia produtiva de petróleo, um dos alvos da nova política industrial que está sendo formulada pelo governo federal, com vistas à exploração do petróleo da camada pré-sal. Além disso, já há conversas da Funcef com investidores coreanos e com o Grupo Bertin para participar da licitação do trem-bala que ligará Campinas (SP), São Paulo e o Rio de Janeiro. (Fonte: Valor)
03/02/2010
MTur e BNDES apresentam linha de crédito para hotéis no valor de R$ 1 bi
O Ministério do Turismo (MTur) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) se reuniram na tarde de ontem, no Rio de Janeiro, para apresentar ao trade de turismo o programa ProCopa Turismo. Trata-se de uma linha de crédito de R$ 1 bilhão para hotéis do país. Segundo o ministro Luiz Barretto, é um apoio financeiro à hotelaria do Brasil para se adequar aos desafios de organizar uma Copa do Mundo e Olimpíadas.
O financiamento é voltado para hotéis que precisam passar por reforma ou novos empreendimentos. Para conseguir ajuda financeira do banco, o estabelecimento tem que se adequar a uma das duas categorias: eficiência energética ou sustentabilidade. Quem fará o controle será o Inmetro: "Vamos avaliar a eficiência energética com base na economia gerada ou então a gestão de como está sendo feito a sustentabilidade levando-se em conta a construção de um hotel ou reforma favorável ao meio ambiente", destacou Alfredo Lobo, diretor do Inmetro. Em relação ao financiamento na categoria Eficiência Energética, o BNDES oferece um prazo de dez anos para pagamento em caso de reforma ou 15 anos para construção de novos hotéis. Já no quesito Sustentabilidade o prazo é de 12 e 18 anos, respectivamente. "O BNDES está dando os melhores prazos. Queríamos um prazo menor, mas o MTur nos convenceu a oferecer um prazo maior", afirmou Hélvio Gaspar, diretor do BNDES. As taxas de juros giram em torno de 7% ao ano, considerada a segunda menor oferecida pelo banco. O ministro Barretto lembrou que o financiamento vai beneficiar todo o Brasil: "O objetivo é criar até 2014 uma série de portas de entrada no país e não só nas capitais", disse. Aos empresários hoteleiros ele mandou um recado. "Incorporamos mais de 20 milhões de consumidores, cabe a hotelaria pensar mais nessa nova classe média que está surgindo no Brasil e que está consumindo viagens, logo, precisam de hospedagem", complementou. (Adit Nordeste)
MTur e BNDES apresentam linha de crédito para hotéis no valor de R$ 1 bi
O Ministério do Turismo (MTur) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) se reuniram na tarde de ontem, no Rio de Janeiro, para apresentar ao trade de turismo o programa ProCopa Turismo. Trata-se de uma linha de crédito de R$ 1 bilhão para hotéis do país. Segundo o ministro Luiz Barretto, é um apoio financeiro à hotelaria do Brasil para se adequar aos desafios de organizar uma Copa do Mundo e Olimpíadas.
O financiamento é voltado para hotéis que precisam passar por reforma ou novos empreendimentos. Para conseguir ajuda financeira do banco, o estabelecimento tem que se adequar a uma das duas categorias: eficiência energética ou sustentabilidade. Quem fará o controle será o Inmetro: "Vamos avaliar a eficiência energética com base na economia gerada ou então a gestão de como está sendo feito a sustentabilidade levando-se em conta a construção de um hotel ou reforma favorável ao meio ambiente", destacou Alfredo Lobo, diretor do Inmetro. Em relação ao financiamento na categoria Eficiência Energética, o BNDES oferece um prazo de dez anos para pagamento em caso de reforma ou 15 anos para construção de novos hotéis. Já no quesito Sustentabilidade o prazo é de 12 e 18 anos, respectivamente. "O BNDES está dando os melhores prazos. Queríamos um prazo menor, mas o MTur nos convenceu a oferecer um prazo maior", afirmou Hélvio Gaspar, diretor do BNDES. As taxas de juros giram em torno de 7% ao ano, considerada a segunda menor oferecida pelo banco. O ministro Barretto lembrou que o financiamento vai beneficiar todo o Brasil: "O objetivo é criar até 2014 uma série de portas de entrada no país e não só nas capitais", disse. Aos empresários hoteleiros ele mandou um recado. "Incorporamos mais de 20 milhões de consumidores, cabe a hotelaria pensar mais nessa nova classe média que está surgindo no Brasil e que está consumindo viagens, logo, precisam de hospedagem", complementou. (Adit Nordeste)
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
02/02/2010
Mercado de escritórios: retomada após ano de incertezas
Embora a crise financeira mundial tenha se iniciado em setembro de 2008, seus impactos no mercado de escritórios nacional começaram a ser sentidos efetivamente a partir do segundo trimestre de 2009. Em São Paulo, no segundo trimestre do ano passado, a absorção líquida (indicador da demanda) dos empreendimentos classes AA e A fechou negativa, atingindo índice de -3 mil m2.
Uma retração ainda maior ocorreu no terceiro trimestre, quando outros 18 mil m2 foram devolvidos. Em metade das regiões monitoradas pela pesquisa da Jones Lang LaSalle em São Paulo, a absorção líquida foi negativa nesse período, com exceção de Paulista, Jardins, Moema e Alphaville. A partir do quarto trimestre, o mercado começou a apresentar sinais de recuperação e a absorção líquida voltou ao azul, fechando o ano em 136 mil m2. Um dos responsáveis por este índice foi o edifício Torre São Paulo JK, na Avenida Juscelino Kubitschek, nova sede do Banco Santander que, após sua fusão com o Banco Real, consolidou e otimizou sua ocupação. Durante o último ano, foi notória a diminuição no ritmo das obras de novos empreendimentos e muitos projetos inicialmente previstos para 2009 tiveram sua entrega prorrogada para este ano. No início do ano passado, a previsão de novo estoque era de 256 mil m2, dos quais apenas 200 mil m2 foram entregues. O ritmo mais lento dos projetos reduziu o volume de novo estoque para 2010. Embora ainda haja o remanescente do ano anterior, ainda assim, 2010 terá um novo estoque 11% inferior ao do ano passado, somando cerca de 178 mil m2. Com menor volume de novo estoque, a tendência é que a taxa de vacância permaneça baixa. O mercado, que havia encerrado 2008 com 7% de espaços vagos, atingiu 10,31% no terceiro trimestre de 2009, mas voltou a cair no quarto trimestre, encerrando o ano em 9%. A previsão é de que em 2010 este índice varie entre 8% e 11%, permanecendo abaixo do patamar de equilíbrio entre oferta e demanda. As devoluções de espaço registradas em 2009 foram pouco expressivas, visto que se referiam a espaços ocupados durante a rápida expansão das empresas em um período de baixa oferta. No último trimestre, apenas duas regiões apresentaram devolução, somando 1.200 m2 em empreendimentos classe A. Entre 2007 e 2008, os valores de locação subiram 40% em 24 meses, motivados pelo desequilíbrio entre oferta e demanda. Naquele período, de demanda bastante aquecida, houve pouca entrega de novo estoque, desestabilizando os valores. Embora a demanda tenha desacelerado diante da crise, a baixa oferta manteve estáveis os preços. Já em 2009, os valores de locação permaneceram estáveis, com oscilações entre os trimestres, seguindo a mesma trajetória da absorção líquida no período. Apesar das oscilações, a média dos aluguéis manteve-se estável, enquanto o IGPM-FGV acumulado do ano foi negativo em 1,17%. Entre o primeiro trimestre de 2008 e o quarto de 2009 (últimos oito trimestres), os valores de locação subiram 20%. O mercado fechou 2009 com valor médio de locação para escritórios classe AA e A de R$ 73/m2, sendo R$ 81/m2 para classe AA e R$ 67/m2 para classe A. Para 2010, a previsão é de um comportamento mais compassado do mercado, com crescimento ritmado, sem grandes oscilações ou picos. O volume de absorção líquida dependerá muito da confiança das empresas e de seu crescimento. Entretanto, acredita-se que tanto a vacância quanto os patamares de locação permaneçam estáveis e o novo estoque seja suficiente para suprir a demanda de um ano pós-crise.
Mercado de escritórios: retomada após ano de incertezas
Embora a crise financeira mundial tenha se iniciado em setembro de 2008, seus impactos no mercado de escritórios nacional começaram a ser sentidos efetivamente a partir do segundo trimestre de 2009. Em São Paulo, no segundo trimestre do ano passado, a absorção líquida (indicador da demanda) dos empreendimentos classes AA e A fechou negativa, atingindo índice de -3 mil m2.
Uma retração ainda maior ocorreu no terceiro trimestre, quando outros 18 mil m2 foram devolvidos. Em metade das regiões monitoradas pela pesquisa da Jones Lang LaSalle em São Paulo, a absorção líquida foi negativa nesse período, com exceção de Paulista, Jardins, Moema e Alphaville. A partir do quarto trimestre, o mercado começou a apresentar sinais de recuperação e a absorção líquida voltou ao azul, fechando o ano em 136 mil m2. Um dos responsáveis por este índice foi o edifício Torre São Paulo JK, na Avenida Juscelino Kubitschek, nova sede do Banco Santander que, após sua fusão com o Banco Real, consolidou e otimizou sua ocupação. Durante o último ano, foi notória a diminuição no ritmo das obras de novos empreendimentos e muitos projetos inicialmente previstos para 2009 tiveram sua entrega prorrogada para este ano. No início do ano passado, a previsão de novo estoque era de 256 mil m2, dos quais apenas 200 mil m2 foram entregues. O ritmo mais lento dos projetos reduziu o volume de novo estoque para 2010. Embora ainda haja o remanescente do ano anterior, ainda assim, 2010 terá um novo estoque 11% inferior ao do ano passado, somando cerca de 178 mil m2. Com menor volume de novo estoque, a tendência é que a taxa de vacância permaneça baixa. O mercado, que havia encerrado 2008 com 7% de espaços vagos, atingiu 10,31% no terceiro trimestre de 2009, mas voltou a cair no quarto trimestre, encerrando o ano em 9%. A previsão é de que em 2010 este índice varie entre 8% e 11%, permanecendo abaixo do patamar de equilíbrio entre oferta e demanda. As devoluções de espaço registradas em 2009 foram pouco expressivas, visto que se referiam a espaços ocupados durante a rápida expansão das empresas em um período de baixa oferta. No último trimestre, apenas duas regiões apresentaram devolução, somando 1.200 m2 em empreendimentos classe A. Entre 2007 e 2008, os valores de locação subiram 40% em 24 meses, motivados pelo desequilíbrio entre oferta e demanda. Naquele período, de demanda bastante aquecida, houve pouca entrega de novo estoque, desestabilizando os valores. Embora a demanda tenha desacelerado diante da crise, a baixa oferta manteve estáveis os preços. Já em 2009, os valores de locação permaneceram estáveis, com oscilações entre os trimestres, seguindo a mesma trajetória da absorção líquida no período. Apesar das oscilações, a média dos aluguéis manteve-se estável, enquanto o IGPM-FGV acumulado do ano foi negativo em 1,17%. Entre o primeiro trimestre de 2008 e o quarto de 2009 (últimos oito trimestres), os valores de locação subiram 20%. O mercado fechou 2009 com valor médio de locação para escritórios classe AA e A de R$ 73/m2, sendo R$ 81/m2 para classe AA e R$ 67/m2 para classe A. Para 2010, a previsão é de um comportamento mais compassado do mercado, com crescimento ritmado, sem grandes oscilações ou picos. O volume de absorção líquida dependerá muito da confiança das empresas e de seu crescimento. Entretanto, acredita-se que tanto a vacância quanto os patamares de locação permaneçam estáveis e o novo estoque seja suficiente para suprir a demanda de um ano pós-crise.
02/02/2010
EUA: assinaturas de contratos de vendas de casas crescem em dezembro
O número de contratos de compra e venda de casas usadas nos EUA apresentou elevação de 1,0% em dezembro, informou a NAR (Associação Nacional de Corretores de Imóveis dos Estados Unidos) nesta terça-feira (2).A elevação no mês em pauta ficou em linha com as expectativas e muito superior à variação vista no mês de de novembro, quando o Pending Home Sales apontara retração de 16,4%.
O NAR's Pending Home Sales Index (PHSI) é utilizado como um sinalizador para os demais indicadores do mercado imobiliário norte-americano. O indicador mede a atividade de contratos, ou seja, é baseado nos acordos assinados de compra e venda de residências do setor imobiliário norte-americano. Vale ressaltar, porém, que o contrato assinado não é contado como uma venda até que a transação esteja completa. Fonte: InfoMoney
EUA: assinaturas de contratos de vendas de casas crescem em dezembro
O número de contratos de compra e venda de casas usadas nos EUA apresentou elevação de 1,0% em dezembro, informou a NAR (Associação Nacional de Corretores de Imóveis dos Estados Unidos) nesta terça-feira (2).A elevação no mês em pauta ficou em linha com as expectativas e muito superior à variação vista no mês de de novembro, quando o Pending Home Sales apontara retração de 16,4%.
O NAR's Pending Home Sales Index (PHSI) é utilizado como um sinalizador para os demais indicadores do mercado imobiliário norte-americano. O indicador mede a atividade de contratos, ou seja, é baseado nos acordos assinados de compra e venda de residências do setor imobiliário norte-americano. Vale ressaltar, porém, que o contrato assinado não é contado como uma venda até que a transação esteja completa. Fonte: InfoMoney
02/02/2010
Citi vai vender unidades de private equity que administram US$ 20 bi
O Citigroup prepara-se para vender suas unidades de investimentos em "private equity", imóveis e fundos hedge, que combinadas administram mais de US$ 20 bilhões, dentro dos planos do banco para vender US$ 900 bilhões em ativos considerados não essenciais para pagar dívidas.
As negociações ocorrem apenas algumas semanas depois de o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, ter anunciado planos para impedir que os bancos possuam ou invistam em fundos hedge e firmas de "private equity", sob a chamada Regra Volcker, inspirada em Paul Volcker, ex-presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA). O Citigroup, no entanto, já havia designado essas unidades, o Citi Private Equity, o Citi Property Investors e o Hedge Fund Management Group, como operações não essenciais há um ano, ao passá-las para a Citi Holdings, seu veículo para ativos à venda. A unidade de investimentos em participações, com US$ 10 bilhões sob administração, que compra participações minoritárias em empresas e investe em outros fundos especializados em aquisições, administra cerca de US$ 2 bilhões em dinheiro do próprio Citigroup, segundo fontes a par da situação. O restante dos recursos pertence a investidores externos. Os próprios gestores da divisão, criada há dez anos e liderada por Todd Benson e Darren Friedman, vêm discutindo a compra das operações, em conjunto com novos sócios ou com outros tipos de financiamento, segundo uma das fontes. O Citigroup, com 27% do capital em mãos do governo após o pacote de resgate liberado em 2008, sofre pressão das autoridades reguladoras para encolher e pretende vender cerca de 30% de seu US$ 1,86 trilhão em ativos. O executivo-chefe do banco, Vikram Pandit, planeja manter uma pequena unidade de investimentos em participações, comprada no fim de 2007, poucos meses depois de ele ter entrado na firma, disseram as fontes. Benson e Friedman entraram como codiretores do Citi Private Equity em janeiro de 2009, após a saída de John Barber, que comandou a unidade por nove anos. Nenhum dos dois retornou as ligações em busca de comentários, enquanto uma porta-voz do Citigroup, Shannon Bell, não quis fazer declarações. O Citigroup pretende manter a Metalmark Capital LLC, cuja compra foi acertada pelo banco em dezembro de 2007, por valor não revelado. Comandada pelo executivo Howard Hoffen, ex-Morgan Stanley, o fundo de investimentos em participações possui quase US$ 3,8 bilhões, segundo uma fonte. O banco também busca ficar com outro fundo, o Citi Venture Capital International, centrado na China, Índia, Leste Europeu, Europa Central e América Latina. O Citi Capital Advisors, divisão de fundo hedge e de investimentos em participações, possui US$ 14 bilhões sob administração, volume que a tira da lista de operações à venda, afirmaram as fontes. No fim de 2007, a unidade administrava US$ 73 bilhões. Mais de uma dezena de seus fundos foi fechada ou congelada, incluindo o Old Lane Partners Fund, de Pandit, comprado pelo Citigroup em 2007 por US$ 800 milhões. A decisão de vender o Citi Private Equity foi tomada em 2009, antes de o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, ter proposto em 21 de janeiro que os bancos sejam obrigados a vender seus fundos hedge e firmas de "private equity". Uma fonte próxima ao Citi disse que sua unidade de "private equity" não entra em conflito com a proposta governamental, já que a maior parte de seus investimentos e feita em nome dos clientes e não com capital próprio. Dependendo do que for determinado pelas novas leis ou regulamentações, o Citi poderia ter de voltar a remodelar suas operações de investimentos em participações, ressaltou o analista Michael Mayo, da Calyon Securities USA. O Citi Private Equity foi criado em 2000. No início da década, a unidade foi usada, em parte, para consolidar os investimentos herdados da fusão em 1998 entre Citicorp e Traveleres Group Inc., de acordo com fontes. Em fevereiro de 2007, a unidade levantou cerca de US$ 3,3 bilhões em financiamento novo. O Citigroup não divulga o desempenho do Citi Private Equity. Os gestores de fundos desse tipo normalmente cobram comissões por administrar o dinheiro dos investidores e ficam com uma parte fixa de qualquer ganho de capital. Fonte: Valor
Citi vai vender unidades de private equity que administram US$ 20 bi
O Citigroup prepara-se para vender suas unidades de investimentos em "private equity", imóveis e fundos hedge, que combinadas administram mais de US$ 20 bilhões, dentro dos planos do banco para vender US$ 900 bilhões em ativos considerados não essenciais para pagar dívidas.
As negociações ocorrem apenas algumas semanas depois de o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, ter anunciado planos para impedir que os bancos possuam ou invistam em fundos hedge e firmas de "private equity", sob a chamada Regra Volcker, inspirada em Paul Volcker, ex-presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA). O Citigroup, no entanto, já havia designado essas unidades, o Citi Private Equity, o Citi Property Investors e o Hedge Fund Management Group, como operações não essenciais há um ano, ao passá-las para a Citi Holdings, seu veículo para ativos à venda. A unidade de investimentos em participações, com US$ 10 bilhões sob administração, que compra participações minoritárias em empresas e investe em outros fundos especializados em aquisições, administra cerca de US$ 2 bilhões em dinheiro do próprio Citigroup, segundo fontes a par da situação. O restante dos recursos pertence a investidores externos. Os próprios gestores da divisão, criada há dez anos e liderada por Todd Benson e Darren Friedman, vêm discutindo a compra das operações, em conjunto com novos sócios ou com outros tipos de financiamento, segundo uma das fontes. O Citigroup, com 27% do capital em mãos do governo após o pacote de resgate liberado em 2008, sofre pressão das autoridades reguladoras para encolher e pretende vender cerca de 30% de seu US$ 1,86 trilhão em ativos. O executivo-chefe do banco, Vikram Pandit, planeja manter uma pequena unidade de investimentos em participações, comprada no fim de 2007, poucos meses depois de ele ter entrado na firma, disseram as fontes. Benson e Friedman entraram como codiretores do Citi Private Equity em janeiro de 2009, após a saída de John Barber, que comandou a unidade por nove anos. Nenhum dos dois retornou as ligações em busca de comentários, enquanto uma porta-voz do Citigroup, Shannon Bell, não quis fazer declarações. O Citigroup pretende manter a Metalmark Capital LLC, cuja compra foi acertada pelo banco em dezembro de 2007, por valor não revelado. Comandada pelo executivo Howard Hoffen, ex-Morgan Stanley, o fundo de investimentos em participações possui quase US$ 3,8 bilhões, segundo uma fonte. O banco também busca ficar com outro fundo, o Citi Venture Capital International, centrado na China, Índia, Leste Europeu, Europa Central e América Latina. O Citi Capital Advisors, divisão de fundo hedge e de investimentos em participações, possui US$ 14 bilhões sob administração, volume que a tira da lista de operações à venda, afirmaram as fontes. No fim de 2007, a unidade administrava US$ 73 bilhões. Mais de uma dezena de seus fundos foi fechada ou congelada, incluindo o Old Lane Partners Fund, de Pandit, comprado pelo Citigroup em 2007 por US$ 800 milhões. A decisão de vender o Citi Private Equity foi tomada em 2009, antes de o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, ter proposto em 21 de janeiro que os bancos sejam obrigados a vender seus fundos hedge e firmas de "private equity". Uma fonte próxima ao Citi disse que sua unidade de "private equity" não entra em conflito com a proposta governamental, já que a maior parte de seus investimentos e feita em nome dos clientes e não com capital próprio. Dependendo do que for determinado pelas novas leis ou regulamentações, o Citi poderia ter de voltar a remodelar suas operações de investimentos em participações, ressaltou o analista Michael Mayo, da Calyon Securities USA. O Citi Private Equity foi criado em 2000. No início da década, a unidade foi usada, em parte, para consolidar os investimentos herdados da fusão em 1998 entre Citicorp e Traveleres Group Inc., de acordo com fontes. Em fevereiro de 2007, a unidade levantou cerca de US$ 3,3 bilhões em financiamento novo. O Citigroup não divulga o desempenho do Citi Private Equity. Os gestores de fundos desse tipo normalmente cobram comissões por administrar o dinheiro dos investidores e ficam com uma parte fixa de qualquer ganho de capital. Fonte: Valor
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
01/02/2010
Bancos preveem juro estável para imóveis em 2010
Segundo executivos, provável alta do juro básico da economia (Selic) não influenciará custo dos financiamentos.
Enquanto o mercado financeiro discute quando e quanto o juro básico deve subir neste ano, no imobiliário o discurso é de que as taxas dos financiamentos não vão acompanhar a trajetória de alta da Selic. O principal argumento dos bancos é de que a maior parte dos recursos do crédito imobiliário é captada por meio da poupança, investimento que não sofre grandes alterações de rentabilidade quando o juro básico é modificado. Especialistas esperam que a Selic encerre 2010 em 11,25% ao ano (ante 8,75% hoje), de acordo com o mais recente boletim Focus do Banco Central (BC), resultado de uma pesquisa com centenas de instituições financeiras e consultorias. "Os recursos do crédito imobiliário vêm da poupança. Mesmo com a Selic tendo um ajuste, não deve haver alteração nas taxas praticadas", disse o superintendente executivo de crédito imobiliário do Bradesco, Claudio Borges. Por lei, os bancos são obrigados a direcionar 65% do dinheiro da poupança a empréstimos habitacionais. Independentemente do novo nível da Selic, a caderneta paga ao investidor 0,5% ao mês mais Taxa Referencial (TR) - calculada a partir da taxa média dos Certificados de Depósito Bancário (CDBs). A rentabilidade estável da caderneta faz com que o custo dos bancos ao captar o dinheiro para empréstimos imobiliários não suba caso a Selic seja elevada. O juro do financiamento varia entre 8% e 10% ao ano mais TR. "Parte do cálculo da TR contém a Selic. Se o juro sobe, a TR deve subir também, mas a parte fixa do financiamento não deve ser alterada", afirmou o diretor de empréstimos e financiamentos do Banco do Brasil, Nilson Martiniano. A TR tem um custo muito baixo para o mutuário. Nos últimos meses, tem ficado abaixo de 0,1% ao mês. Segundo os bancos, não deve ocorrer algo parecido com o visto em outubro de 2008, quando as instituições aumentaram o juro cobrado no empréstimo imobiliário. Em alguns casos, a taxa chegou a 12% ao ano mais TR. "Não foi somente a Selic que fez o juro do crédito subir no passado. Foi uma questão de mercado", lembra o diretor de crédito imobiliário do Santander, José Roberto Machado Filho. Na época, havia o temor de que a inadimplência subiria. O início de ano fraco não impediu que 2009 batesse recorde de financiamento em valor e em unidades financiadas. Foram concedidos R$ 34 bilhões em empréstimos com dinheiro da poupança. No total, 302,7 mil unidades foram financiadas, segundo a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário Poupança (Abecip). O aumento da oferta de crédito se explica, em parte, pela captação da poupança. Os depósitos bateram recorde - R$ 300 bilhões - em 2009. "No primeiro semestre, poderia dizer que inexistiu lançamento de imóveis, pois a crise fez com que as construtoras não tomassem mais empréstimos para construir e tentassem vender o estoque existente", disse o diretor de crédito imobiliário do HSBC, Antonio Barbosa. Segundo especialistas, a confiança da pessoa física na economia aumentou agora. "O comprador ficou receoso em assumir dívidas na crise", disse o diretor de crédito imobiliário do Itaú Unibanco, Luiz França. "Em dezembro, emprestamos R$ 2,39 bilhões à pessoa física. Houve uma volta clara ao financiamento de novos e usados." A expectativa é de que o crédito avance neste ano. "Esperamos fechar 2010 com R$ 3,7 bilhões em crédito imobiliário", disse o gerente-executivo de empréstimos do BB, Sérgio Augusto Kurovski, que emprestou R$ 600 milhões em 2009. A Caixa Econômica Federal, líder do mercado, acredita que o crédito alcançará R$ 50 bilhões, ante R$ 47 bilhões de 2009. "O crédito imobiliário ainda representa muito pouco do PIB", frisa Barbosa, do HSBC. Segundo a consultoria Accenture, no Brasil, esse porcentual é de 2,1%, contra 65% nos EUA e 9% no México. Fonte: O Estado de S. Paulo.
Bancos preveem juro estável para imóveis em 2010
Segundo executivos, provável alta do juro básico da economia (Selic) não influenciará custo dos financiamentos.
Enquanto o mercado financeiro discute quando e quanto o juro básico deve subir neste ano, no imobiliário o discurso é de que as taxas dos financiamentos não vão acompanhar a trajetória de alta da Selic. O principal argumento dos bancos é de que a maior parte dos recursos do crédito imobiliário é captada por meio da poupança, investimento que não sofre grandes alterações de rentabilidade quando o juro básico é modificado. Especialistas esperam que a Selic encerre 2010 em 11,25% ao ano (ante 8,75% hoje), de acordo com o mais recente boletim Focus do Banco Central (BC), resultado de uma pesquisa com centenas de instituições financeiras e consultorias. "Os recursos do crédito imobiliário vêm da poupança. Mesmo com a Selic tendo um ajuste, não deve haver alteração nas taxas praticadas", disse o superintendente executivo de crédito imobiliário do Bradesco, Claudio Borges. Por lei, os bancos são obrigados a direcionar 65% do dinheiro da poupança a empréstimos habitacionais. Independentemente do novo nível da Selic, a caderneta paga ao investidor 0,5% ao mês mais Taxa Referencial (TR) - calculada a partir da taxa média dos Certificados de Depósito Bancário (CDBs). A rentabilidade estável da caderneta faz com que o custo dos bancos ao captar o dinheiro para empréstimos imobiliários não suba caso a Selic seja elevada. O juro do financiamento varia entre 8% e 10% ao ano mais TR. "Parte do cálculo da TR contém a Selic. Se o juro sobe, a TR deve subir também, mas a parte fixa do financiamento não deve ser alterada", afirmou o diretor de empréstimos e financiamentos do Banco do Brasil, Nilson Martiniano. A TR tem um custo muito baixo para o mutuário. Nos últimos meses, tem ficado abaixo de 0,1% ao mês. Segundo os bancos, não deve ocorrer algo parecido com o visto em outubro de 2008, quando as instituições aumentaram o juro cobrado no empréstimo imobiliário. Em alguns casos, a taxa chegou a 12% ao ano mais TR. "Não foi somente a Selic que fez o juro do crédito subir no passado. Foi uma questão de mercado", lembra o diretor de crédito imobiliário do Santander, José Roberto Machado Filho. Na época, havia o temor de que a inadimplência subiria. O início de ano fraco não impediu que 2009 batesse recorde de financiamento em valor e em unidades financiadas. Foram concedidos R$ 34 bilhões em empréstimos com dinheiro da poupança. No total, 302,7 mil unidades foram financiadas, segundo a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário Poupança (Abecip). O aumento da oferta de crédito se explica, em parte, pela captação da poupança. Os depósitos bateram recorde - R$ 300 bilhões - em 2009. "No primeiro semestre, poderia dizer que inexistiu lançamento de imóveis, pois a crise fez com que as construtoras não tomassem mais empréstimos para construir e tentassem vender o estoque existente", disse o diretor de crédito imobiliário do HSBC, Antonio Barbosa. Segundo especialistas, a confiança da pessoa física na economia aumentou agora. "O comprador ficou receoso em assumir dívidas na crise", disse o diretor de crédito imobiliário do Itaú Unibanco, Luiz França. "Em dezembro, emprestamos R$ 2,39 bilhões à pessoa física. Houve uma volta clara ao financiamento de novos e usados." A expectativa é de que o crédito avance neste ano. "Esperamos fechar 2010 com R$ 3,7 bilhões em crédito imobiliário", disse o gerente-executivo de empréstimos do BB, Sérgio Augusto Kurovski, que emprestou R$ 600 milhões em 2009. A Caixa Econômica Federal, líder do mercado, acredita que o crédito alcançará R$ 50 bilhões, ante R$ 47 bilhões de 2009. "O crédito imobiliário ainda representa muito pouco do PIB", frisa Barbosa, do HSBC. Segundo a consultoria Accenture, no Brasil, esse porcentual é de 2,1%, contra 65% nos EUA e 9% no México. Fonte: O Estado de S. Paulo.
01/02/2010
O avanço do império Odebrecht
Grupo deve investir R$ 25 bilhões até 2012 para criar gigantes em infraestrutura, petróleo, etanol e habitação. A aquisição da petroquímica americana Sunoco pela Braskem e a associação da ETH Bioenergia com a Brenco, que devem ser anunciadas nesta semana, vão colocar as duas empresas da Odebrecht em outro patamar. A Braskem se tornará a sétima maior do mundo no setor e a ETH, criada há menos de três anos, pode ser a número um no ranking global de produção de etanol e energia produzida com bagaço de cana.
Os dois negócios são importantes por si só. Mas simbolizam um movimento mais amplo da Odebrecht. O grupo procura deixar para trás um passado de empreiteira, com grandes obras públicas, escândalos e embaraços políticos, para investir alto em alguns dos setores mais promissores. O plano é ambicioso. A Odebrecht pretende investir R$ 25 bilhões em três anos para criar campeões em áreas como petroquímica, petróleo, etanol, infraestrutura e habitação popular. O grupo é provavelmente um dos mais preparados para crescer com a exigência por infraestrutura que virá da Olimpíada e da Copa do Mundo. Hoje, todos os 11 negócios da Odebrecht geram uma receita anual de R$ 38 bilhões, três vezes mais do que há sete anos. Graças a esse plano de diversificação, ela se tornou um dos grupos privados de grande porte que mais crescem no Brasil, mesmo sem uma estratégia forte de aquisições - Braskem e ETH são exceções. Em 2012, quando boa parte dos novos projetos começar a trazer dinheiro para o caixa, a Odebrecht será um conglomerado de pelo menos R$ 63 bilhões, segundo estimativas do próprio grupo. Esse número, que não inclui as novas aquisições, colocaria a Odebrecht muito perto do que é hoje a Vale, a maior companhia de capital privado do País. A Odebrecht é uma empresa peculiar sob muitos aspectos. Não contrata, por exemplo, consultores para identificar tendências e mapear oportunidades em novas áreas. A maior parte dos negócios é derivada de alguma maneira da construtora. "Os futuros negócios dificilmente virão de fora. Foi assim com a imobiliária, a Foz do Brasil, a Óleo e Gás e a Investimentos em Infraestrutura", explica Marcelo. Até 2007, a Odebrecht tinha atuações pontuais na área imobiliária. Com a queda nas taxas de juros e o aumento da oferta de crédito, o grupo criou a Odebrecht Realizações Imobiliárias, que já fez a construção de shoppings, projetos para empresas e residências para todas as faixas de renda. Mas é o segmento econômico, voltado para famílias com renda de até 10 salários mínimos, o que mais cresce, apoiado pelos benefícios do programa do governo federal Minha Casa, Minha Vida. Hoje, responde por 40% do faturamento da empresa e deve crescer ainda mais. Até o fim de 2011, 50 mil casas deverão ser entregues para esse público. A estratégia é a construção de enormes bairros planejados, com 1,5 mil a 10 mil unidades por empreendimento. "Só a grande escala nos permite ser competitivos nesse segmento", afirma Paul Altit, presidente da empresa. Fonte: O Estado de S. Paulo.
O avanço do império Odebrecht
Grupo deve investir R$ 25 bilhões até 2012 para criar gigantes em infraestrutura, petróleo, etanol e habitação. A aquisição da petroquímica americana Sunoco pela Braskem e a associação da ETH Bioenergia com a Brenco, que devem ser anunciadas nesta semana, vão colocar as duas empresas da Odebrecht em outro patamar. A Braskem se tornará a sétima maior do mundo no setor e a ETH, criada há menos de três anos, pode ser a número um no ranking global de produção de etanol e energia produzida com bagaço de cana.
Os dois negócios são importantes por si só. Mas simbolizam um movimento mais amplo da Odebrecht. O grupo procura deixar para trás um passado de empreiteira, com grandes obras públicas, escândalos e embaraços políticos, para investir alto em alguns dos setores mais promissores. O plano é ambicioso. A Odebrecht pretende investir R$ 25 bilhões em três anos para criar campeões em áreas como petroquímica, petróleo, etanol, infraestrutura e habitação popular. O grupo é provavelmente um dos mais preparados para crescer com a exigência por infraestrutura que virá da Olimpíada e da Copa do Mundo. Hoje, todos os 11 negócios da Odebrecht geram uma receita anual de R$ 38 bilhões, três vezes mais do que há sete anos. Graças a esse plano de diversificação, ela se tornou um dos grupos privados de grande porte que mais crescem no Brasil, mesmo sem uma estratégia forte de aquisições - Braskem e ETH são exceções. Em 2012, quando boa parte dos novos projetos começar a trazer dinheiro para o caixa, a Odebrecht será um conglomerado de pelo menos R$ 63 bilhões, segundo estimativas do próprio grupo. Esse número, que não inclui as novas aquisições, colocaria a Odebrecht muito perto do que é hoje a Vale, a maior companhia de capital privado do País. A Odebrecht é uma empresa peculiar sob muitos aspectos. Não contrata, por exemplo, consultores para identificar tendências e mapear oportunidades em novas áreas. A maior parte dos negócios é derivada de alguma maneira da construtora. "Os futuros negócios dificilmente virão de fora. Foi assim com a imobiliária, a Foz do Brasil, a Óleo e Gás e a Investimentos em Infraestrutura", explica Marcelo. Até 2007, a Odebrecht tinha atuações pontuais na área imobiliária. Com a queda nas taxas de juros e o aumento da oferta de crédito, o grupo criou a Odebrecht Realizações Imobiliárias, que já fez a construção de shoppings, projetos para empresas e residências para todas as faixas de renda. Mas é o segmento econômico, voltado para famílias com renda de até 10 salários mínimos, o que mais cresce, apoiado pelos benefícios do programa do governo federal Minha Casa, Minha Vida. Hoje, responde por 40% do faturamento da empresa e deve crescer ainda mais. Até o fim de 2011, 50 mil casas deverão ser entregues para esse público. A estratégia é a construção de enormes bairros planejados, com 1,5 mil a 10 mil unidades por empreendimento. "Só a grande escala nos permite ser competitivos nesse segmento", afirma Paul Altit, presidente da empresa. Fonte: O Estado de S. Paulo.
01/02/2010
Com juros em baixa, imóvel cresce e reaparece como opção de investimento
A queda da taxa básica de juros, a Selic, que remunera os fundos DI e de renda fixa, para o atual patamar, de 8,75% ao ano, provocou um fenômeno no mercado imobiliário do Rio nos últimos meses. Sem alternativas de investimento de baixo risco e com rentabilidade elevada como no passado, os preços dos imóveis em toda a cidade explodiram. Especialmente em bairros como Copacabana, onde os apartamentos de quarto e sala subiram 48,08% de janeiro do ano passado para hoje
Com isso, segundo dados do Sindicato da Habitação (Secovi-Rio), saíram de uma média de R$ 171 mil para R$ 254 mil no bairro. Os de dois quartos típicos de compra para investimento - por serem mais fáceis de alugar -, que valiam R$ 284 mil em média, passaram a cerca de R$ 390 mil, uma alta de 21,28% de um ano para o outro. Na Tijuca, o apartamento de dois quartos teve valorização de 81,95% no mesmo período, tendo saído de R$ 113 mil para R$ 206 mil. O quarto-e-sala se valorizou menos, 28,94%, mas ainda uma rentabilidade superior à de muitas aplicações financeiras. Em especial as de renda fixa. Em 2009, ano que a Selic começou em 13,75% anuais, os fundos DI, que acompanham a taxa básica, tiveram rentabilidade de 10,21% sem descontar o Imposto de Renda (IR). Considerando um tributo de 20% (para quem investe por seis meses a um ano), a rentabilidade cairia para cerca de 8,17%, podendo ser bem menor, a depender da taxa de administração cobrada pelo fundo. Algumas carteiras chegaram até a perder da poupança, com rentabilidade de 6,72% em 2009 e sem incidência de IR. Já as carteiras de renda fixa renderam 10,48%, ou 8,38% sem o IR de 20% e considerando baixos encargos, segundo dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). Com a Selic a 8,75% ao ano, estes fundos devem passar a render cerca de 6% ao ano apenas. O diretor de Locações da Associação Brasileira das Administradoras de Imóveis (Abadi), Carlos Samuel de Oliveira Freitas, avalia que alguns bairros, como Botafogo e partes de Ipanema e Copacabana, foram especialmente beneficiados no último ano pela implantação das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), a ocupação de favelas pela Polícia Militar. A iniciativa nitidamente valorizou os imóveis. Em Botafogo, apartamentos de um quarto passaram a valer, em média, 29,08% mais. Já o diretor de Desenvolvimento de Projetos da incorporadora NEP, Cyro Fidalgo, diz que "nitidamente houve um maior volume de compras do meio do ano passado para cá", num movimento que começou com pessoas procurando nos imóveis um porto seguro em meio à crise financeira. Fonte: O Globo
Com juros em baixa, imóvel cresce e reaparece como opção de investimento
A queda da taxa básica de juros, a Selic, que remunera os fundos DI e de renda fixa, para o atual patamar, de 8,75% ao ano, provocou um fenômeno no mercado imobiliário do Rio nos últimos meses. Sem alternativas de investimento de baixo risco e com rentabilidade elevada como no passado, os preços dos imóveis em toda a cidade explodiram. Especialmente em bairros como Copacabana, onde os apartamentos de quarto e sala subiram 48,08% de janeiro do ano passado para hoje
Com isso, segundo dados do Sindicato da Habitação (Secovi-Rio), saíram de uma média de R$ 171 mil para R$ 254 mil no bairro. Os de dois quartos típicos de compra para investimento - por serem mais fáceis de alugar -, que valiam R$ 284 mil em média, passaram a cerca de R$ 390 mil, uma alta de 21,28% de um ano para o outro. Na Tijuca, o apartamento de dois quartos teve valorização de 81,95% no mesmo período, tendo saído de R$ 113 mil para R$ 206 mil. O quarto-e-sala se valorizou menos, 28,94%, mas ainda uma rentabilidade superior à de muitas aplicações financeiras. Em especial as de renda fixa. Em 2009, ano que a Selic começou em 13,75% anuais, os fundos DI, que acompanham a taxa básica, tiveram rentabilidade de 10,21% sem descontar o Imposto de Renda (IR). Considerando um tributo de 20% (para quem investe por seis meses a um ano), a rentabilidade cairia para cerca de 8,17%, podendo ser bem menor, a depender da taxa de administração cobrada pelo fundo. Algumas carteiras chegaram até a perder da poupança, com rentabilidade de 6,72% em 2009 e sem incidência de IR. Já as carteiras de renda fixa renderam 10,48%, ou 8,38% sem o IR de 20% e considerando baixos encargos, segundo dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). Com a Selic a 8,75% ao ano, estes fundos devem passar a render cerca de 6% ao ano apenas. O diretor de Locações da Associação Brasileira das Administradoras de Imóveis (Abadi), Carlos Samuel de Oliveira Freitas, avalia que alguns bairros, como Botafogo e partes de Ipanema e Copacabana, foram especialmente beneficiados no último ano pela implantação das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), a ocupação de favelas pela Polícia Militar. A iniciativa nitidamente valorizou os imóveis. Em Botafogo, apartamentos de um quarto passaram a valer, em média, 29,08% mais. Já o diretor de Desenvolvimento de Projetos da incorporadora NEP, Cyro Fidalgo, diz que "nitidamente houve um maior volume de compras do meio do ano passado para cá", num movimento que começou com pessoas procurando nos imóveis um porto seguro em meio à crise financeira. Fonte: O Globo
01/02/2010
Vendas de seguro-fiança devem aumentar com nova Lei do Inquilinato
Com a perspectiva de que três milhões de imóveis, hoje fechados, voltem ao mercado de locações, por conta da nova Lei do Inquilinato, o mercado de seguros prevê aumento nas vendas das apólices de fiança locatícia. “O seguro sempre será uma opção interessante, considerando-se que dá cobertura a qualquer prazo de inadimplência dos aluguéis, bem como possibilita o ressarcimento de danos ao imóvel, contas de água, luz, IPTU, condomínios e multas por quebra contratual”, argumenta o executivo e membro da Comissão de Crédito e Garantia da Fenseg (Federação Nacional de Seguros Gerais), Edson Frizzarim.
Apesar da estimativa positiva, o executivo admite, entretanto, que um quadro mais claro do mercado dependerá da efetiva aplicação da nova lei, o que tornará possível também avaliar os custos envolvidos nos seguros. Aprovada em dezembro de 2009, pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a nova Lei do Inquilinato entrou em vigor na última segunda-feira (25). Com ela, haverá mais agilidade na tramitação de ações de despejo por falta de pagamento, já que será preciso apenas um mandado para que o inquilino inadimplente deixe o imóvel. Atualmente, são necessários dois mandados e duas diligências até que o devedor seja despejado. Além disso, a Lei muda a relação com o fiador, que poderá romper vínculo com o locatário antes do final do contrato, no caso de divórcio do locatário e quando o contrato de locação tiver prazo indeterminado. A este respeito, Frizzarim lembra que “o seguro-fiança oferece garantia pelo prazo da locação, sem possibilidade de alteração no decorrer do contrato, mantendo esta responsabilidade constante e inalterada”, o que, para ele, “é um atrativo aos locadores”. Fonte: InfoMoney
Vendas de seguro-fiança devem aumentar com nova Lei do Inquilinato
Com a perspectiva de que três milhões de imóveis, hoje fechados, voltem ao mercado de locações, por conta da nova Lei do Inquilinato, o mercado de seguros prevê aumento nas vendas das apólices de fiança locatícia. “O seguro sempre será uma opção interessante, considerando-se que dá cobertura a qualquer prazo de inadimplência dos aluguéis, bem como possibilita o ressarcimento de danos ao imóvel, contas de água, luz, IPTU, condomínios e multas por quebra contratual”, argumenta o executivo e membro da Comissão de Crédito e Garantia da Fenseg (Federação Nacional de Seguros Gerais), Edson Frizzarim.
Apesar da estimativa positiva, o executivo admite, entretanto, que um quadro mais claro do mercado dependerá da efetiva aplicação da nova lei, o que tornará possível também avaliar os custos envolvidos nos seguros. Aprovada em dezembro de 2009, pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a nova Lei do Inquilinato entrou em vigor na última segunda-feira (25). Com ela, haverá mais agilidade na tramitação de ações de despejo por falta de pagamento, já que será preciso apenas um mandado para que o inquilino inadimplente deixe o imóvel. Atualmente, são necessários dois mandados e duas diligências até que o devedor seja despejado. Além disso, a Lei muda a relação com o fiador, que poderá romper vínculo com o locatário antes do final do contrato, no caso de divórcio do locatário e quando o contrato de locação tiver prazo indeterminado. A este respeito, Frizzarim lembra que “o seguro-fiança oferece garantia pelo prazo da locação, sem possibilidade de alteração no decorrer do contrato, mantendo esta responsabilidade constante e inalterada”, o que, para ele, “é um atrativo aos locadores”. Fonte: InfoMoney
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
29/01/2010
Preços de imóveis no Reino Unido sobem em janeiro
Os preços dos imóveis residenciais no Reino Unido aumentaram 1,2% em janeiro na comparação com dezembro, em termos sazonalmente ajustados, e subiram 8,6% na comparação com janeiro do ano passado. O aumento na comparação anual foi o maior desde novembro de 2007, segundo informou hoje a credora de hipotecas Nationwide Building Society. Economistas previam, em média, aumentos menores, de 0,5% na comparação mensal e 7,5% na anual.
"A menos que haja uma queda no valor das propriedades em fevereiro, a inflação dos imóveis deverá se mover para o território de dois dígitos (na comparação anual) no mês que vem, pela primeira vez desde março de 2007", disse o economista-chefe da Nationwide, Martin Gahbauer. De acordo com pesquisa mensal da GFK, também divulgada hoje, o índice de confiança do consumidor do Reino Unido subiu de -19 em dezembro para -17 em janeiro. Analistas previam que o índice fosse subir para -18. A pesquisa mostrou que os consumidores ficaram mais otimistas com as perspectivas para a economia britânica nos próximos 12 meses, com o subíndice para essa medida subindo de -6 em dezembro para -2 em janeiro. Já o subíndice que mede a confiança do consumidor com relação à sua própria situação financeira passou de +3 para +4. Fonte: Agencia Estado
Preços de imóveis no Reino Unido sobem em janeiro
Os preços dos imóveis residenciais no Reino Unido aumentaram 1,2% em janeiro na comparação com dezembro, em termos sazonalmente ajustados, e subiram 8,6% na comparação com janeiro do ano passado. O aumento na comparação anual foi o maior desde novembro de 2007, segundo informou hoje a credora de hipotecas Nationwide Building Society. Economistas previam, em média, aumentos menores, de 0,5% na comparação mensal e 7,5% na anual.
"A menos que haja uma queda no valor das propriedades em fevereiro, a inflação dos imóveis deverá se mover para o território de dois dígitos (na comparação anual) no mês que vem, pela primeira vez desde março de 2007", disse o economista-chefe da Nationwide, Martin Gahbauer. De acordo com pesquisa mensal da GFK, também divulgada hoje, o índice de confiança do consumidor do Reino Unido subiu de -19 em dezembro para -17 em janeiro. Analistas previam que o índice fosse subir para -18. A pesquisa mostrou que os consumidores ficaram mais otimistas com as perspectivas para a economia britânica nos próximos 12 meses, com o subíndice para essa medida subindo de -6 em dezembro para -2 em janeiro. Já o subíndice que mede a confiança do consumidor com relação à sua própria situação financeira passou de +3 para +4. Fonte: Agencia Estado
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O Segredo
Aos Parceiros e Futuros Clientes
Esse blog é destinado, à todos que apreciam a informação, como fonte de cultura e entretenimento.
Desde os primordios das mais primitivas civilizações, o homen sempre se organizou em grupos. Considerou indispensável e necessário os avanços da urbanização, para facilitar e organizar o convivio dessa sociedade em crescente evolução ,bastando lembrar que o bem imovel é o combustivel indispensável e essencial a preservação e desenvolvimento da vida.
Desde os primordios das mais primitivas civilizações, o homen sempre se organizou em grupos. Considerou indispensável e necessário os avanços da urbanização, para facilitar e organizar o convivio dessa sociedade em crescente evolução ,bastando lembrar que o bem imovel é o combustivel indispensável e essencial a preservação e desenvolvimento da vida.